Capítulo 9

"Disso"

Não se mexa. - Kagome então levou um de seus braços até os cabelos do rapaz, deixando-os em apenas um lado, assim fazendo com que uma parte do pescoço dele ficasse a mostra para que ela pudesse lhe dar um beijo.
Inu-Yasha arrepiou-se ainda mais ao sentir aquela língua passando em seu pescoço.


Pensou em perguntá-la afinal que diabos estava fazendo. Mas era tão bom... Então resolveu calar-se ao menos esta vez para poder desfrutar daquela sensação incrivelmente gostosa que jamais sentira antes.

Fechou os olhos e manteve-se paralisado, arrepiado e levemente sorridente por uns cinco minutos, até onde ela começara a descer um pouco mais, beijando-lhe as costas, perto da barriga bem definida. Não agüentou e, num movimento rápido e brusco, jogou a moça contra a parede, olhando-a nos olhos e encostando as mãos no concreto a rodeando, como se estivesse prendendo-a.

- O que pensa que está fazendo?

Não, ele não podia deixar um ser humano, principalmente uma mulher, enfeitiçá-lo daquela forma. Não podia. Era um youkai, um ser muito mais forte que um mero humano. Mesmo não sendo por inteiro, ainda tinha como objetivo tornar-se um completamente. Não podia deixar que uma humana, tão fraca, tão boba e tão... O fizesse ficar naquele estado.

- Não penso no que estou fazendo. Aliás, nem sei o que estou fazendo. Me deu vontade, então eu fiz. Mas... Você gostou, né? – Perguntou maliciosa, enquanto piscava o olho esquerdo.

- Não. – Disse seco.

Arregalou os olhos distantes. Quem era aquele? Não responderia tão grosseiramente. Talvez encabulado, mas não daquela forma. O que estaria acontecendo?
- Não gostou?

- Não pense que pode me manipular. Muito menos com coisas estranhas assim. Sou um meio-youkai, e pretendo me tornar um youkai de verdade ainda. Muito melhor do que um medíocre humano, aliás... Humanos me dão nojo. Com exceção da minha mãe, eu odeio todos os humanos.

- Inu-Yasha, o que você está dizendo? Não era você que não sabia o que fazer com a jóia de quatro almas e por isso, inclusive, aconteceu aquele acidente com o Shippou?

- Eu já d... – foi interrompido pelo dedo da moça em seus lábios.

- Cale-se. Eu ainda não terminei.

- Oras, sua...

- Shh! Eu disse que não terminei. Continuando... E, por acaso, você andou fazendo as pazes com o Sesshoumaru?

- Fazendo as pazes com o Sesshoumaru? Enlouqueceu de vez, sua biruta? Por que eu faria isso?

- Com exceção do comentário sobre sua mãe, está falando como ele. Digo, pensando, já que ele quase não fala.

- Não me compare com aquele maldito, sua idiota!

- Então pare de agir como ele.

- Eu não e...! – Parou um instante para pensar no que realmente estava falando.

- Eu sei que você não pensa igual a ele, Inu-Yasha. É por isso que em nenhum momento você abandonou os seus amigos. E sempre que brigou com um deles, voltou atrás.

- Amigos?

- O que você acha que eu, a Sango, o Miroku e o Shippou somos de você? Nós gostamos de você, Inu-Yasha!

- Isso não significa que eu goste de vocês. Muito menos, que somos amigos.

- Mas e o tempo que todos nós já passamos juntos? Ajudando-nos uns aos outros, dando risadas... Isso não significou nada pra você? Acha mesmo que não somos amigos?

Demorou um pouco para responder.

- Não sei.

- Se eu morresse... Você choraria?

- Oras, que pergunta idiota é essa agora no meio do nada? – Perguntou nervoso.

- Só responde. Choraria ou não?

- Kagome, eu n...!

- CHORARIA OU NÃO? – Alterou a voz, já irritada.

Suspirou, e um pouco ruborizado, respondeu:

- Choraria.

- E se um deles morresse... Você também choraria?

- Sim. – Falou cabisbaixo, olhando para os lados, na tentativa de esconder seu rosto.

- Você gosta da gente, Inu-Yasha. – Disse num tom sereno.

- Mas...

- Inu-Yasha! – Com uma mão segurou o rapaz pelo queixo e virou sua cabeça de forma que ele pudesse encará-la. – Vai pro inferno! Eu não vou ficar aqui dando uma de psicóloga pra você! Você sabe muito bem o que pensa e sente, não precisa que eu fique te falando! A propósito, pára de ficar falando idiotices como "ui, sou youkai, melhor que humanos, aqueles desprezíveis que eu odeio, com exceção da mamãezinha, mimimi" – Mesmo estando aparentemente com raiva, debochava – porque você sabe que nada disso é verdade! Aliás, sabe que não pensa assim! Dá pra parar de ficar inventando argumentos estupidamente sem nexo só por causa do seu medo?

Inu-Yasha estava bufando ouvindo todo aquele sermão. Mas, na última frase, deixou a raiva de lado e deu espaço para o enorme ponto de interrogação. "Medo"? Do que ela estava falando?

- Enlouqueceu outra vez, idiota? Medo de quê?

Manteu-se calada por um tempo.

- Hein? – Cobrava já furioso com a demora da resposta.

- Esquece. Você não vai entender.

- Oras, sua...! Falou pra mim que eu tenho medo e agora não quer dizer de quê? Francam...! – Fora interrompido novamente com os delicados dedos da jovem em seus macios lábios. Encarava-a com raiva, mas sua expressão mudara completamente ao sentir a boca daquela menina roçando em seu pescoço. E aquele membro macio, molhado e quente, conhecido como língua, explorando-o novamente. Porém, não ficou por muito tempo apreciando aquela nova sensação gostosa: afastou a menina com grosseria, pressionando-a ainda mais contra a parede. A encarou profundamente, sentindo seu rosto avermelhar. Já ela, parecia apenas não entender. Aproximou-se ao ouvido de Kagome e sussurrou:
- Daqui a pouco vou começar a não agir mais por mim mesmo.

Kagome arrepiou-se ao sentir aquele arzinho quente em sua orelha e ouvir aquela voz tão atraente, ao mesmo tempo em que arregalou os olhos, não acreditando no que acabara de presenciar. Quem era aquele? Jamais pudera imaginar reação tão surpreendente vinda de Inu-Yasha.
– Pare. – Falou sério.

– Era disso que eu falava.

– Disso o quê?

– Disso que você acabou de me falar... É esse o seu medo. Não tem nada a ver com querer ser um youkai, inclusive, nada a ver com a diferença entre youkais e humanos. O seu medo, na verdade, é se entregar. Se entregar a algo que você desconhece. Você sente medo, só não sabe de quê porque nem sabe da existência do que te causa esse medo.

– Que diabos você está falando, Kagome? Não entendi nada!

– Estou falando... – Deu uma rápida pausa no meio da frase. – Disso. – Puxou Inu-Yasha para si e o abraçou com força, deixando ambos muito ruborizados (Inu-Yasha principalmente, pois aquelas duas "coisas" macias, chamadas seios, estavam tocando em seu peitoral como nunca. Aliás, ambos estavam com seus troncos nus, o que deixava a situação ainda mais deliciosa e, ao mesmo tempo, constrangedora).
Kagome apenas fechou os olhos e fez o que lhe veio à cabeça no momento: aproximou sua face à de Inu-Yasha, podendo sentir suas respirações ofegantes, principalmente a dele. Mexeu os lábios discretamente, formando um sorriso doce e delicado, onde finalmente encostou aos do hanyou. Enquanto deslizava a mão direita pelas costas do rapaz, abria a boca para aprofundar o beijo.
Se deixando levar pelo momento, o meio-youkai correspondeu aos movimentos da garota, e, inconscientemente, a segurou pela nuca enquanto a pressionava cada vez mais contra si e contra o concreto gelado.
Por alguns instantes, o tempo parou.

– MAS O QUE SIGNIFICA ISSO? – O beijo que mal começara, o momento tão bom, e o silêncio tão excitante... Todos foram desmanchados por um grito escandaloso e irritante. Uma senhora, aparentando ter sessenta anos, cobria, horrorizada, os olhos de uma garotinha. Garotinha esta sua neta. – VOCÊS ESTÃO ACHANDO QUE ISSO AQUI É O QUÊ?

Kagome e Inu-Yasha separaram-se na hora, assustados e extremamente envergonhados. De imediato, Kagome cobriu os seios com as mãos. Ambos não conseguiram pronunciar uma se quer palavra. O constrangimento era enorme.

– Eu vou chamar a polícia! Aqui não é motel para vocês fazerem essas coisas em qualquer lugar! Aqui é um clube, mais especificamente um banheiro feminino de clube, onde só mulheres deveriam entrar, aliás, onde qualquer moça, de qualquer idade, deve entrar. Principalmente crianças! Vocês não têm vergonha não?

– Mas senhora, não é o que está pens...! – Kagome tentava explicar, mas a velha não deixava.

– Não é o que estou pensando? HAHAHA! Oras, não me venha com essa agora! Pego dois jovens sem blusa se esfregando num banheiro e não é o que estou pensando? HAHAHA, claro, claro! Está me achando com cara de palhaça?

– Com cara de palhaça não, mas é tão feiosa e assustadora quanto uma. – Admitiu Inu-Yasha, com inocência.

– Inu-Yasha! Cala essa boca e não piora as coisas, por favor? – Cochichou Kagome, bronqueando o rapaz ao mesmo tempo em que se segurava para não rir.

– O QUÊ? Ta achando que é quem, rapaz? Você é muito atrevido, além de não ter moral alguma parar falar assim comigo!

- Keh, cala a boca, sua velha chata!

- COMO É QUE É?

- Ele disse que a sua neta está chateada, senhora! – Sem pensar duas vezes, Kagome tentou amenizar a situação, falando a primeira pronúncia parecida que lhe veio em mente. Obviamente uma atitude infantil, porém serviu para algo:

- Oh, Meu Deus! É mesmo, a minha neta está aqui, coitada! Me desculpe por lhe fazer presenciar algo tão indecente, querida! Venha, vamos a outro banheiro, você deve estar muito apertada. – A idosa levantou a criança no colo e acariciou suas costas. Saindo do banheiro, olhou rispidamente para o casal e ameaçou:

- Vou comunicar a segurança agora mesmo. Um casal faz indecências num banheiro público e ofende uma senhora de idade... Isto é inadmissível! Vão pagar!

- Já estamos pagando tendo que aturá-la, velha. – Disse Inu-Yasha, revirando os olhos.

- O que é isso, mas que abuso! Estão encrencadíssimos! – A senhora se enfurecera ainda mais: fechou a porta com força e trancou, levando a chave consigo. Do outro lado, gritou: – Vou denunciá-los à segurança imediatamente, e tenho como provar! Até!

Os dois jovens ficaram, por alguns segundos, calados, olhando para a porta hipnoticamente. Até caírem na gargalhada.

- Ai, ai, Inu-Yasha... Essa sua forma de tratar as pessoas de mais idade...

- O que tem?

- É engraçada, mesmo que desrespeitosa. – Disse aos risinhos.

- Hum... – Inu-Yasha não deu muita bola ao comentário, e logo preocupou-se: – O que vamos fazer, Kagome?

- Com o quê?

- Conosco, oras. Estamos trancados aqui, e aquela velha louca foi chamar os seguranças.

- Caramba, nem tinha prestado atenção nisso! É verdade! – Parou de rir, preocupando-se também.

- E então?

- Ai Meu Deus, eu sei lá! Primeiro... Eu tenho que pôr a minha roupa! – Logo se envergonhou ao lembrar que seu tórax estava nu. Afobada, procurou alguma roupa na mochila sobre as pias, tratando de vestir-se rapidamente. Um leve rubor dominou as bochechas de Inu-Yasha enquanto observava a garota.

- Kagome, por que colocou a blusa e a saia? Não vamos mais à piscina?

- Mas é claro que não!

- Nem nos tubos gigantes?

- Nem nos 'tubos gigantes'.

- Por quê? – Perguntou num tom tristonho.

- Chega, né, Inu-Yasha. Aquela senhora foi chamar os seguranças, e mesmo que não tivesse, ela acabou com o clima.

- Como assim 'acabou com o clima'?

- Ah, Inu-Yasha, eu estou meio cansada. Depois te explico. – Aparentava desânimo – Agora precisamos pensar num jeito de escapar daqui antes que os seguranças cheguem e nos encrenquemos ainda mais.

- Kagome, eu posso tentar derrubar a parede.

- Nem pense nisso.

-Hm... – Manteu-se pensativo enquanto olhava ao redor. Paralisou por alguns segundos, e parecendo hipnotizado, indagou – Kagome... Será que a gente passa por aquelas janelas? – Fitava esperançosamente um conjunto de janelas quadradas, mais ao alto da parede, de lado contrário à porta.

- Já pensei nisso, mas impossível. Elas são apertadas para passarmos, além do vidro que só pode abrir um ângulo de aproximadamente 45 graus para fora. Não conseguiríamos passar.

- Não entendi muito bem o que você falou, mas acho que captei um pouco. Olha, eu posso tentar arrancar o vidro.

- Não!

- Tem alguma outra idéia?

Suspirou. Realmente não conseguia encontrar outra opção.

- Não... – Falou cabisbaixa. – Por favor, seja delicado e silencioso.

- Tsc, não subestime a minha inteligência, idiota!

- Como? Do que você me chamou?

- Cale a boca e deixe eu me concentrar. – Com cuidado para não fazer muito barulho, Inu-Yasha usou suas unhas para fincar o vidro e lentamente as arrastou em contorno. Com muito cuidado, retirou o vidro, entregando-o para Kagome, que com mais cuidado ainda, o colocou no chão.

- Ai!

- O que foi, Kagome?

- Droga, acho que me cortei. – Disse enquanto procurava o corte entre os dedos.

- Feh, você consegue ser uma inútil até nessas horas! – Falou, impaciente.

- E você um grosso, chato, retardado, lerdo, ignorante, imbecil, idiota, bunda-mole, arrogante, irritan...! – Fora interrompida por um dedo nada delicado, de unha gigante, sobre seus lábios.

- Agora quem precisa se calar é você. Estamos perdendo tempo, venha. – Pegou a mochila de Kagome e, com facilidade, se agarrou na parede e passou pelo vidro. Do lado de fora do banheiro, Inu-Yasha encaixou a mochila sobre as costas e estendeu a mãos para dentro do banheiro.

– Venha, segure-se aqui, eu te puxo.

- Não preciso da sua ajuda. – Falou emburrada.

- Oras, pare com isso e venha logo, Kagome.

- Já disse que não preciso da sua ajuda! – Parecia cada vez mais irritada.

Inu-Yasha tirou suas mãos e Kagome tratou de se pendurar por conta própria na janela. Ao tentar por mais de cinco vezes escalá-la e passar para o lado de fora, percebeu que não conseguiria sem a ajuda do hanyou. Bufou de raiva.

- Ei, Inu-Yasha...

- O que foi? – Perguntou, já sentado de pernas e braços cruzados.

- Eu... – Se esforçou para falar – Eu não consigo sozinha.

Ele riu, e fez questão que ela ouvisse. Levantou-se, estendeu os braços para dentro do banheiro e largou:

- Keh, eu sabia que você não conseguiria. É muito fraca pra isso.

- M-M-Mas o quê? – O comentário a havia deixado enfurecida. – Senta!

E lá se foi o pobre hanyou a beijar o chão. Pensou em xingá-la de todos os nomes, mas logo esquecera a raiva ao avistar a senhora e os seguranças caminhando em direção ao banheiro.

- Kagome, rápido!

Kagome pendurou-se novamente sobre a janela:

- Cala a boca, ou te mando sentar de novo! Agora é uma questão de honra fazer isto sozinha! Deixe eu me concentrar aqui. – Esforçava-se, mas seus pés deslizavam sobre a parede e não conseguia impulso suficiente para passar ao outro lado.

De repente, um rangido na porta.

Kagome, de olhos arregalados, virou o rosto para conferir. Antes que pudesse se voltar novamente para Inu-Yasha, sentiu bruscamente seu corpo ser puxado para fora. Ao dar-se conta do que havia acontecido, encontrou-se debruçada sobre o corpo do meio-youkai, com seus rosto colado ao dele. Olhou-o no fundo dos olhos e sentiu um calor nas bochechas, que logo se avermelharam. Nem reparara, mas ele encontrava-se no mesmo estado.

21/06/2010

[Tirando o pó e as teias de aranha] Olá!
Depois de 3 anos sem postar nada, estou de volta! Ficaria muito feliz se as pessoas continuassem a ler a minha fic, mas é totalmente compreensível e provável que serão mínimas as que fizerem isto. Fico triste em fazê-los esperar por tanto tempo, ou até mesmo em fazê-los desistirem da minha fic, e fico ainda mais triste comigo mesma, que não mudo esse meu jeito.
De qualquer modo, desde já, agradeço à todos que leram ou ainda lêem a minha fic apesar de tudo. De verdade, muito obrigada! Vocês são o meu estímulo para continuar, mesmo que lentamente.
E só lembrando, ponho atualizações no meu profile, é só vocês clicarem ali no "SuhChan"!

Enfim, então, como de costume, eis aqui as respostas das reviews:

Bianca-Yasha: Obrigada! Não desisti não, por isso estou aqui! XD Muito tempo depois, mas estou! Hehe.

Satsuki: Olá! Me desculpe pelo capítulo tedioso, espero que leia este aqui e ache bem melhor, hehe. Estou me esforçando para deixar as coisas mais animadas, românticas e um pouquinho quentes, hehe. Me desculpe também por ter demorado literalmente alguns anos. E obrigada!

DehSpieller: Meu Deus, você no mínimo deve estar querendo me jogar na fogueira... Aiaiai! Me desculpe! E está tudo bem quanto à bronca, eu realmente sou uma escritora que merece essas broncas. :/ Fico feliz que tenha gostado do 8. Espero que goste ainda mais do 9!

Taisho Girl s2: Que bom! Obrigada! E sim, verdade, mudar um pouquinho o enredo às vezes é bom, sai do previsível, hehe!

Bruna-Yasha: Aiaiaiai, desculpaaaa! :/ Espero que esse agora te satisfaça mais como leitora! ;_;

Jaqueline Sant'Ana: Muuuito obrigada, fico muito feliz que tenha achado isso! Espero que a demora dessa vez também valha a pena (não to muito confiante não, mas é sempre bom esperar o melhor, né? XD). Obrigada mais uma vez, e espero que continue acompanhando!

Seduction Baby: Oi, Katty! Muitíssimo obrigada, é maravilhoso ouvir (ler? XD) esse tipo de coisa. Valeu mesmo! E demorou (muito!) mas api está o outro. Tomara que goste ;_;

Baka Tami: Pois é, essas escritoras desnaturadas, hehehe. Mas e aí, continuou a sua? Como ela está? Fazia tempo que eu não passava aqui pelo FF, to realmente desatulizada. E siiim, espero poder começar logo as coisitchas, hehe. Parar de enrolar né, porque de enrolação já basta a freqüência de postagem! XD Fico feliz que tenha gostado! Obrigada!

Thamii-Chan: Será que você ainda se encarna em ler minha fic, Thamizuda? ;_; Espero que sim. E estou feliz que um dia você tenha gostado das minhas fics. Amo você, beibi, me liga e vamos sair!

Kami-Chan26: AEOIHEOIA Verdade, que casalzinho mais enrolado, né? XD Desculpe pela demora, espero que continue lendo. E obrigada por gostar da minha fic!

Nanda Yukimura: AOEHASHEA Obrigadíssima! Espero que goste ainda mais desse aqui!

João: O mesmo da Thami pra você... Será que você ainda se encarna em ler a fic? ;_; Espero que continue lendo e gostando, hehe. Obrigada, primão! Amo tu!

Leticia: Opa, que bom, muito obrigada! Espero que leia este e que goste! E me desculpe pela demora :/

Kagome: Pois é, agora fazem 3! Me desculpe!

Aidara: Por incrível que pareça, não morri e não desisti da fic! XD Me desculpe pela demora... :/ Espero que leia este aqui e que continue gostando!

Ayame Gawaine: Que bom que está gostando! Muitíssimo obrigada, fico muito feliz em ler essas coisas, sério! Espero que goste desse que postei agora, hi!

É isso então, pessoas.
Beijão à todos, senti saudades de tudo!
Até a próxima!

PS.: Porque eu não desisto nunca... XD
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