Aê, gente! Aqui estou eu, de volta com um draminha bááásico.

Como uma boa garota melancólica e muitas vezes depressiva, eu tinha que pensar em algo parecido com isso...

Ou melhor: eu sempre penso. Não só penso como-pior - sinto.

Por meio dessa fic, representarei os sentimentos que vire-e-mexe me invadem.

Só que há um porém. No caso, a "CyberTamis" não será nem Kagome, Sango, Kikyou, Rin, Kagura, nem nenhuma dessas mulheres.

Surpreendam-se: serei o Miroku.

Sim, esse monge tarado que é muito difícil alguém não gostar.

Bem,bem, como já deve ter percebido, será uma fic San&Mir.

Espero que gostem dessa fanfic. Só desejo francamente que não sintam o que descreverei aqui.

É horrível...

E, sendo sincera, não desejo isso a ninguém.

OoOoOoOoOoOoOoOoOo

Legenda:

"Blábláblá": pensamentos ou lembranças

-Lerolero: fala dos personagens (isso se o FFNet não cortar)

OoOoO: mudanças de lugar.

(N/A): notas da autora depressiva (desculpas a quem não gosta de notas da autora, mas eu não resisto XD. Outra coisa: prometo que não terá muitas interrupções. ).

OoOoOoOoOoOoOoOoOoO

Lembranças

Prólogo

Alguns dias antes do pedido de casamento.

"Não estou gostando nada desse Miroku...".

Olhava o houshi com desdém.

Há alguns dias que Korunusake Takeda hospedara o grupo do hanyou Inuyasha em seu palácio, depois de saber da notícia que ele e seus amigos destruíram um terrível youkai chamado Naraku.

Desde então, vem cuidando de todo o seu grupo. Todos estavam muito feridos, mas um caso o preocupava: Sango havia perdido muito sangue, e estava à beira da morte.

"E aquele mongezinho não-sois-nada não saía de perto dela... Ah, ele vai ver só...".

-Senhor Miroku, o senhor está muito fraco, tem que descansar um pouco. Vamos, mandarei que meus vassalos lhe preparem um banho.-disse gentilmente Takeda.

-Obrigado, senhor Takeda. Mas gostaria de ficar por aqui, afinal, Sango precisa de cuidados... E eu me encarrego de cuidar de sua saúde.

-Entendo, senhor monge. Até eu gostaria de ficar cuidando de Sango...-recebeu um olhar frio de Miroku, mas ignorou.- Mas o senhor também está ferido.

-Com licença, senhores. Senhor monge está na hora de trocar as ataduras...-disse uma bela moça, morena de cabelos escorridos e rosto angelical.

-Vá, Miroku! Eu cuido dela pra você, se o senhor Takeda não se incomodar... Aliás, Sango está bem melhor! Está se recuperando rapidamente, veja!-disse uma colegial, entrando no quarto.

-Sem incômodo nenhum, senhorita Kagome.-disse Takeda, sorrindo. Na verdade,um sorriso cínico, pois a colegial tirara a oportunidade dele ficar perto de Sango.

Miroku olhou primeiro para Kagome, depois para Korunusake e por último, para Sango desacordada.

E ficou a fitá-la. Tanto, que a moça que o chamou para trocar as ataduras, teve de puxá-lo delicadamente para que ele a acompanhasse.

Korunusake a viu puxá-lo e lhe sorriu. A morena lhe devolveu o sorriso. Só que não era um sorriso nem um pouco sincero, e sim, maldoso.

"Espero que faças um bom trabalho, Yume. Só não ouse falhar...", pensava Korunusake.

Virou-se para Kagome e disse:

-Senhorita miko, a senhorita não gostaria de um chá?

-Não, muito obrigada, Takeda-sama...-sorriu docemente, enquanto afofava o travesseiro de Sango. Kagome não notara o tal sorriso, mas sentia cheiro de maldade e confusão no ar...

-Muito bem. Darei uma volta pelo jardim. Qualquer problema, não hesite em me chamar. Fique à vontade, senhorita.

-Mais uma vez obrigada,Takeda-sama.

E saiu. Assim que fechou a porta (N/A: não sei como chama aquelas porta de correr, que parece que é de papel vegetal... sei lá.), deu uma gostosa gargalhada.

-É... É melhor eu encomendar nosso anel de noivado, Sango. Vamos nos casar mais rápido do que imagina...

OoOoOoOoOoOoOoOoO

-Sente-se aqui, senhor monge... E relaxe...

Miroku sentou no futon com um certo receio.Não perguntou àquela senhorita se queria conceber-lhe um herdeiro, já que estava um tanto desconfiado de seu rosto angelical.

-Com licença...-murmurou a garota, enquanto tirava a parte de cima do manto de Miroku. Estava sentada atrás dele.

Deparou-se com algumas ataduras um pouco manchadas de sangue, já seco, que tentavam encobrir as costas definidas de Miroku.

"Kami... Ele é tem um corpo muito definido para ser um monge! Deve ser por causa do treinamento rigoroso que teve... É... Vou me divertir bastante com ele...", e sorriu.

Encostou de leve em suas costas, mordendo o canto dos lábios. Miroku gemeu baixo de dor.

-Perdão, senhor monge... Volto já.-e levantou-se.

Miroku a fitou andando no canto do quarto rapidamente. Logo desviou a visão.

Yume, enquanto pegava as ataduras, molhou um pano com um líquido esverdeado, e trouxe-lhe um copo do mesmo líquido para o monge.

"Espero que esse chá faça efeito rápido... Estou louca para brincar...!", pensava, enquanto sorria.

-Senhor monge...?-chamou-lhe a atenção.

-Sim?

-Por favor...Gostaria que tomasse esse chá... Lhe fará bem...-estendeu o copo.

Miroku cheirou o conteúdo. Piscou algumas vezes e balançou a cabeça um pouco.

"O cheiro é muito forte para ser um simples chá... Há coisas estranhas por aqui...".

-De que é feito esse chá, se mal lhe pergunto?

-Mal nenhum! É feito de uma erva muito rara. Senhor Korunusake Takeda insistiu muito para eu procurá-la, pois queria vê-los curados o mais rápido possível, já que essa erva tem um poder curativo impressionante. Takeda-sama é muito generoso...-sorriu a moça.- Tome, senhor monge, enquanto eu troco suas ataduras...-deu-lhe o copo, e sentou-se atrás de Miroku.

Miroku tomou o conteúdo esverdeado. Agradeceu, e deixou que Yume fizesse o seu tabalho.

Yume passava um pano nos ferimentos de Miroku, que não eram muitos. Ele gemia um pouco de dor, mas não era nada muito torturante.

Só não sabia que Yume passava o pano com o mesmo líquido que lhe dera. Não sentiu nada diferente que sentia.

Mas, aos poucos, estava um pouco tonto... Fechou os olhos e vacilou um pouco o corpo pra frente, mas se apoiou nos braços.

-Senhor monge, está bem?-perguntou Yume.

-Si-sim... Só um pouco tonto...

-"Ótimo! A droga já está fazendo efeito!" Ah, relaxe, senhor Miroku... Relaxe, pois lhe farei companhia aqui...-disse a moça, já lhe beijando a nuca.

-Re-relaxar...?

Não obteu resposta. Fechou os olhos. Sentiu-se sonolento. Percebeu que não era realmente um simples chá...

Tarde demais...

Yume já o virou de frente para sim, deitou-lhe no futon e subiu em cima deste. Beijava-lhe o tórax.

-Pa-pare, senhorita...-balbuciou Miroku, já quase sem voz.

-Parar...? Não está gostando, senhor monge? Pois eu estou...-respondeu a garota, já sentada em seu abdômen, e tirando a parte de cima do kimono branco que vestia.

Miroku não conseguia pensar. Estava tudo rodando... Sentia-se mole... Seus atos não estavam correspondendo à sua consciência.

Finalmente, sua visão apagou.

Mas... Estranho... Sentia seu corpo se mexer, mesmo sem ordenar... Sentiu um pouco de frio no começo, e um peso sobre si.

Por que ouvia fios de... Gemidos...?

OoOoOoOoOOoOoOoOoO

Korunusake adentrou seu palácio novamente. Encaminhou-se ao quarto de feridos, onde o monge estava.

Encostou seu ouvido na porta.

Ouviu sussurros e gemidos de Yume.

"É... hehehe... Pelo jeito está fazendo bem feito, hein, Yume? Pois aproveite bem... E quem sabe terá uma nova chance com o monge? Hehehehe...".

Saiu do local com um sorriso satisfeito.

Encaminhou-se pelo quarto de Sango. E entrou.

-Como está Sango, senhorita Kagome?

-Bem, está se recuperando... Só estou preocupada com Inuyasha...

-Não quer ir cuidar dele? Talvez ele possa estar precisando da senhorita...

Kagome corou.

-É... Acho que vou sim... Mas volto já. Obrigada.

-Está certo.

Kagome fez uma reverência a Korunusake, e saiu.

Takeda foi se aproximando de Sango, e agachou perto desta.

"Cada vez mais linda...", acariciou seu rosto. Sango ainda estava desacordada. "Desde que quando você foi a meu reino exterminar aquele youkai, sempre pensava em você... Eu já te contei isso, não foi? Foi sim... Até te pedi em casamento, quando nos encontramos aquele dia... Mas o que foi que você fez? Negou. Mas não espere que eu tenha desistido de você, Sango. Isso só fortaleceu a minha vontade em te ter como esposa. Como disse aquele dia, te esperei por 7 anos, e iria continuar a te esperar... E a sorte esteve ao meu lado, quando te trouxe aqui novamente, depois daquela batalha com Naraku. Pensei que tinha vindo aqui para mim... Mas percebi... Percebi que só tinha olhos para aquele monge! Aquele maldito monge não desgrudava de você, e quando você tinha febre, delirava, chamava por ele... Por que, Sango? Por que teve que se apaixonar por ele? Não, Sango... Você nunca irá ser dele, só minha! Você sempre será minha, Sango! Você nunca vai me deixar, assim como nunca te deixarei! E quanto aquele monge? Há... Ele já está tendo o que o destino prometeu lhe ser pago... E sabe por que? Por que ele não te merece. Só eu! E sabe por que eu te mereço? Porque eu te amo, Sango, mais que minha própria vida! Faço tudo isso por amor a você, Sango... Minha Sango...".

Korunusake beijou-lhe a mão, depois a testa... Quando se deparou com os lábios dela, um pouco roxos e tremidos.

O desejo lhe consumiu. Aproximou-se dos lábios dela, mas não chegou a lhe beijar.

"Não... Vou esperar até o dia de nosso casamento... Não vejo a hora de beijar essa sua boca...".

Afastou-se delicadamente, não desviando os olhos da exterminadora.

E sorriu.

OoOoOoOoOoOoOoOo

Uhuuuuu!

1º cap de Lembranças saído do fornoooo! Huahuahuahau!

To tão feliz! Eu adorei escrever esse capítulo! Espero que vocês tenham gostado de ler também!

Meu, vai ser a segunda fic escrita da minha cabeça mesmo. E principalmente coração, claro!

Alguém aí já pensou como deve ser o sofrimento do Miroku vendo a Sango casada e morrendo de ódio dele?

E ainda mais com o Korunusake Takeda?

Alguém aí sabe quem é Korunusake Takeda? Bem, bem...

Ele é um senhor feudal rico, bonito, gentil e principalmente apaixonado pela Sango. Ele apareceu no epidódio 78 eu acho. Se chama: "Sango, só você", algo do tipo.

Tipow, no capítulo, ele fala que desde a primeira vez que viu a Sango (isso quando eles eram pequenos), ele se apaixonou por ela. É que ela foi exterminar um youkai no reino dele, sabe...?

E desde então nunca mais a esqueceu.

Daí, quando ele pediu ela em casamento dentro do palácio dele, e na frente do grupo de Inuyasha, no episódio, aparece o Miroku de vela, e com cara de poucos amigos.

Daí, a Kagome diz: "Encrencaaa".

Foi mó engraçado.

Quem é fã de Miroku e Sango deve ter visto esse epi. No final, claaaro, a Sango recusa o pedido, né?

Diz que tem que resolver umas coisas aí... algo do tipo. Daí, aparece umas imagens dela com o Kohaku. Que merda... devia passar imagens dela com o Miroku, isso sim!

E o Miroku e a Kagome só ouvindo atrás da moitinha. A Kagome um pouquinho envergonhada (porque realmente o Takeda tava falando coisas muito lindas pra Sango), e o Miroku sério. Até que ele saiu de trás da moitinha e foi embora. E o Miroku conversou com a Kagome, falou umas coisas aí...

Só vendo o epi, mesmo. Quem quiser ver o epi, é só me mandar um e-mail, que eu mando um anexo com o episódio. Mas tem que falar no assunto do e-mail: "Episódio: San e Mir", não necessariamente nessa ordem.

Comentários da fic:

"-Parar...? Não está gostando, senhor monge? Pois eu estou...-respondeu a garota, já sentada em seu abdômen, e tirando a parte de cima do kimono branco que vestia."

Nota: Uuuuuh, safadaaa! Morre, desgraça!

" "Não... Vou esperar até o dia de nosso casamento... Não vejo a hora de beijar essa sua boca..."."

Nota: Eita, gente, só tem tarado nessa história, credo...

OoOoOoOoOoO

Eita... esses dois aí vão dar o que falar... A Yume e o Takeda, eu to falando.

Ah, gente... peço para que não se preocupem com a Yume e o Miroku.

Estou reservando uma coisinha bem especial pra eles... ehehehehe.

Beijão, gente.

FA-FE-FI-FO-FUI!