KARAAAAIIIUUUUU! OO'

Há quanto tempo que eu ñ relo nessa fic meu Jesuis amado! –- '

XD eh, pessoas... foi mal pela demora milenar.

Digamos que isso se deveu a... uhm...

Falta de competência, criatividade e disposição, talvez...?

Eh, é isso ae "

Mas andei lendo algumas coisitas, que me deixaram LOKA pra escrever.

Então, cá estou queridos leitores ;D

XD" #Gota#

Vamos à fic D

SENTA QUE LÁ VEM HISTÓÓÓRIA!

OoOoOoOoOoOoOo

Como faz um bocado de tempo (um bocado...? XD) eu vou fazer um pequeno resumo do cap anterior:

"No capítulo anterior:

Miroku fica abaladíssimo ao assistir o casamento de sua amada Sango. Com isso, começa a entrar em uma depressão profunda, Enquanto isso, a taiji-ya também sofria muito por causa de Miroku, ao mesmo tempo que se desesperava com a idéia de uma lua-de-mel com seu agora marido Kuranusake Takeda. Com sorte, esta faz amizade com a velha Naoko e sua neta Kiyuri, servas de seu marido. Naoko-sama, para ajuda-la com aquilo tudo, lhe dá um frasquinho com um líquido esbranquiçado, (que na verdade era um poderoso sonífero) para que Sango conseguisse proteger sua "pureza" pelo menos por algum tempo. Enquanto isso, Yume ria com o sofrimento do casal..."

Proooonto XD tah aí! Espero que isso ajude a lembrar um pouco de tudo q aconteceu no cap anterior!

Agora sim, vamos à fic!

OoOoOoOoOoOoOoOoOo

Legenda:

"Blábláblá": pensamentos ou lembranças

-Lerolero: fala dos personagens (isso se o FFNet não cortar)

OoOoO: mudanças de lugar.

(N/A): notas da autora depressiva (desculpas a quem não gosta de notas da autora, mas eu não resisto XD. Outra coisa: prometo que não terá muitas interrupções. ).

OoOooOoOoOoOOoOoOo

Lembranças

Capítulo 3

Desenrolar

Dedicado a todas as pessoas que insistiram pra que continuasse essa fic. Principalmente a Miharu-chan, minha amiga loka que causa demais comigo! XD Valew marida linda! ;

-Hahahahaha! Não acredito que casei com você Sango... Você está tão linda... – um noivo recém casado ria e falava mole, completamente bêbado.

-Ah, obrigada Takeda-sama... E o senhor pode ter certeza, eu também, não estou acreditando que casei com o senhor até agora... ¬¬ – Sango praticamente servia como apoio ao seu marido em cima de um cavalo, desviando das tentativas de beijo dele... E também de seu mau-hálito. (N/A: bafo de pinga é foda... -.-')

"Aiai... Primeiro caso com um homem que não amo, agora tenho que agüentar um bêbado dormindo no mesmo recinto que eu... Ta difícil a situação aqui, não acha não, Kami-sama...?" , pensava a exterminadora.

Coitada...

Bom, voltando...

Sango, com algum auxílio de seu marido (que já não era muita, mas ajudava), aproximava-se da onde seria supostamente o castelo que passariam a lua-de-mel, antes de voltar para o castelo de seu marido, que agora também era seu.

Saiu do cavalo, amarrando-o perto dali. Ajudou seu marido a descer, sendo obrigada a agüentar as risadas e o forte cheiro de sake deste.

Foi carregando-o pelo ombro até entrarem dentro da casa, que era muito bela e luxuosa. Sango até que poderia ficar admirando a beleza do lugar onde estava, se não tivesse que cuidar de um bêbado chato que gargalhava sem saber o porquê.

Os recém casados estavam chegando ao quarto, onde seria o lugar mais apropriado para que Sango desse um jeito no porre de Takeda.

-Vai, Takeda-sama... Deite-se aqui que vou preparar um banho gelado pro senhor... – A exterminadora, deitando seu marido no grande e macio futon.

-Nananinanão... Você também fica... – Takeda, completamente doidão, puxa Sango para o futon também, deitando em cima desta.

Sango corou instantaneamente, com medo, sentindo os beijos de seu esposo chegando bem próximos à sua boca.

Com a força que tinha, empurrou-o e saiu do futon rapidamente.

-S-sabe o que é, Takeda-sama... É que eu primeiro tenho que tomar um banho, trocar de roupa... Hoje foi um dia muito cansativo, sabe...! Além do mais, o senhor não está muito bem, não é?! – nesse momento, ela tinha muitas, muitas gotas na cabeça.

Takeda começou a fazer manha, resmungar algumas coisas e tudo mais. Sango saiu de fininho.

"Que mané banho que nada, vou dar o remédio agora mesmo!"

Dirigiu-se até a cozinha, onde fez um chá rapidamente.

-SANGOOOOO MEU AMOOOOUR! - chamava sua esposa, cantarolando, Kuranusake.

-JÁ ESTOU INDOOOO!

A exterminadora levou junto consigo um copo do chá que fizera, já "batizado" com três gotas do líquido que Naoko-sama lhe dera.

-Chegueeeei! Vamo toma chazinho, vamo?

Entre resmungos, insistências, gotas e gargalhadas, Takeda tomou o chá.

Sango sentou-se no futon, cansada. De repente, foi surpreendida sendo agarrada por trás pelo seu marido.

-Vem com seu maridinho agora, vem...

De repente, sentiu uma mão passeando por lugares impróprios.

-MIROKU HENTAAAI! – e acertou uma bela bofetada na cara de seu marido, que apagou na hora.

Preocupou-se na hora com Takeda, mas voltou seus olhos à sua mão. Sentiu um desânimo, um peso no peito. E lembrou-se de Miroku. Sorriu triste e serenamente, respirando fundo.

Olhou seu marido deitado e desacordado na cama. Começou a imaginar Miroku no lugar dele. Dormindo tranqüilamente, com um leve sorriso no rosto; e ela o abraçando.

Sentiu sua garganta engasgar novamente, e lágrimas beirando os olhos castanhos e bem maquiados. Levantou-se do futon com os mesmos olhos, agora se permitindo a rolar lágrimas cristalinas deles, com sua franja cobrindo-os.

Foi até o banheiro, onde havia uma banheira com pétalas de rosas vermelhas boiando em cima da água quente.

Despiu-se e entrou para se banhar. Encostou sua cabeça numa toalha e fechou os olhos por um momento, mas logo os abriu novamente e fitou a Lua cheia por uma pequena janela ali.

Sentia seus membros dormentes pelo cansaço latejar. Mas não se importava. Aliás, não se importava com mais nada... A não ser esquecer o homem que amava. E esquecer junto com ele seus sonhos e planos de uma vida feliz.

(Ao lado dele).

OoOoOoOoOoOoOoOoOo

Miroku continuava dentro daquela cabana suja e velha. Olhava a lua, alta e brilhante no céu. Estava tudo rodando dentro de sua cabeça, eram fatos demais para que ele conseguisse acompanhar. Suspirou e fechou os olhos.

"Provavelmente, a festa já deve ter acabado... E eles já devem estar na lua-de-mel...".

Olhou para sua mão direita, onde havia seu kazaana. Lembrou-se de supetão da promessa que propôs a Sango. De que, depois que derrotassem Naraku, teriam muitos filhos.

Sorriu. Sentia-se um idiota lembrando dessa promessa. Sentia-se um idiota lembrando de todos os bons momentos que tivera com aquela que amava.

Sentia-se um idiota apenas por sentir que agora só era feito de lembranças. Lembranças que não se apagavam, pelo contrário, só insistiam em aparecer em sua mente à medida que sua dor aumentava. Lembranças que o torturavam, pouco a pouco.

Levantou-se de onde estava, e saiu da cabana em meio à penumbra, sem entender como arranjou forças para tal.

Estonteado, procurou um lugar pra se banhar. Achou um rio, onde suas águas limpas estavam paradas, refletindo a luz da lua cheia, como se fosse um espelho. Uma paisagem linda, de fato.

Despiu-se de seu manto e o largou lá. Devagar, entrou dentro do rio. A água gelada se chocava com sua pele quente, fazendo tremer os lábios, já roxos.

Soltou o pequeno rabo, ficando de cabelo solto. Passou lentamente a água por eles, os umedecendo. Aspirou o ar, enchendo completamente seus pulmões. Estava exausto.

Olhou novamente para a Lua.

"Até quando isso vai durar...? Eu não agüento mais...".

Lembrou-se por um momento de Yume, também. Não a entendia, não entendia o "amor" que ela dizia sentir por ele. Na verdade, a achava uma louca por fazer tudo aquilo por ele; realmente não sabia o que fazer com aquela mulher, a quem sentia pena.

Não sabia nada sobre ela. Não sabia nem se tinha pais... E se tivesse, seria um problema... Na certa eles iriam exigir que ele se casasse com ela, já que a "desonrou".

Decidiu não pensar mais nisso.

Acabou de se banhar, e saiu do rio. Pôs o manto apenas até a altura da cintura, deixando seu peitoral despido. (N/A: Baaabem garotas ;D).

Sentindo-se ainda cansado e com sono, caminhou mais um pouco, até ouvir pessoas chamando seu nome, reconhecendo que as vozes eram de Kagome e Inuyasha.

Continuou andando, sem se importar muito. Chegou à cabana, e lá estavam os dois.

Kagome correu abraçar o amigo, preocupada. Miroku ficou meio surpreso com a ação da amiga, enquanto notava Inuyasha enciumado, rosnando.

-Miroku! Que bom que a gente te encontrou! Aonde você foi? Está gelado! Vai, vista-se antes que pegue um resfr- - -

-Já chega Kagome! – Inuyasha, gritando furioso.

Miroku quase ria com a situação.

-Inuyashaaa... ¬¬ - Kagome, ameaçadora.

-Calma K-chan... Eu to bem...

Conversaram mais um pouco, sendo às vezes interrompidos por alguns faniquitos de Inuyasha e "sentas" de Kagome.

Por fim, Kagome tenta convencer Miroku a voltar para onde estavam, que não era muito longe dali.

Miroku, visivelmente cansado, aceita.

OoOoOoOoOoOoOoO

Yume já estava em seu dojo, no castelo de Kuranusake. Preparava-se para dormir, depois de encenar às outras servas que se sentia mal, e não podia ajuda-las a arrumar o local. Já havia tomado seu banho, e estava deitada no futon, com a Jóia Oculta em sua mão, a balançando.

Sorria divertida pelos acontecimentos. Principalmente pelo monge, a quem a satisfez como nunca nesse dia.

"Maaas, mesmo assim... Ninguém ainda bateu o Takeda-kun... A não ser..."

Lembrou-se dele.

"Aonde será que ele ta agora...?".

Riu com o pensamento. Provavelmente, ainda estaria procurando o causador do incêndio que destruiu o vilarejo onde seu irmão menor estava, e onde morreu também.

"Mas é um imbecil mesmo... Nunca ele iria encontrar esse tal causador do incêndio...".

Riu novamente. Suspirou e por fim, tornou a pensar em qual passo daria após todo aquele seu showzinho pra cima do monge.

- Se é que é necessário fazer mais alguma coisa... Aquela exterminadora o odeia, estão separados pra sempre... Puxa... Esse foi o trabalho mais rápido que eu já fiz! – Disse a ela mesma.

Refletindo, decidiu parar um pouco por aí. E mesmo se houvesse alguma reviravolta... Ela já sabia o que fazer.

Pensando nisso, gostou da idéia de ter falado ao monge que o amava. Isso seria de grande valia se algum probleminha ocorresse.

Suspirou. Já que missão estava temporariamente cumprida... O que faria agora?

"Antes de qualquer coisa... Uma noite de despedida ao Takeda...". Riu.

Pensou mais um pouco, até que pegou no sono.

Mas mal ela sabia que alguém, apenas por passagem, ouviria seus dizeres por detrás da porta...

OoOoOoOoOoOoO

Sango saiu do banho. Estava vestindo uma camisola de algodão, que avistou no canto do banheiro.

Entrando no quarto, ainda via Takeda desacordado. Provavelmente por causa do remédio que dera.

Suspirou fundo, pegou travesseiros e uma coberta. Deitou-se bem suficientemente afastada de seu marido, para sentir-se segura.

De olhos semicerrados, refletia. Não sabia por quanto tempo teria que fugir de seu marido, e até achava errado. Mas não queria de jeito nenhum consumar o seu casamento, e agüentaria o tempo que fosse.

Achava que restaria para ela apenas uma vida infeliz de senhora de terras, com muitos criados à sua volta, muito puxa-saquismo e pouco apoio de amigos.

Mas era o que escolhera. Sentia-se como se nunca conseguisse perdoar Miroku por tê-la traído daquela maneira. Claro, não tinham um relacionamento muito oficializado, mas isso a machucara de uma maneira irreversível.

Agora ainda mais, prevendo que ele e a serva de Kuranusake Takeda viveriam juntos, e finalmente ele teria o filho que sempre quis ter.

Sorriu triste, mas conformada. Era assim... Então, que continuasse assim: sem seus amigos, sem sua felicidade... Sem seu amor.

"E, ao contrário de mim... Que felizes sejam...".

OoOoOoOoOoOoOoOo

UHUUUUUUUUUUW \O/

Cabei )

XD

Tah, esse cap ta bem tosquinhu u.u

Mas só foi pra atualizar né? D faze um agrado pra vcs u.u

(como se alguém se importasse ú.ù)

XDD

Ah, vlw a todos que insistiram pra q eu continuasse a fic ta? \o

Vlw tbm a todos que mandaram review! E desculpa num poder responder, pq eu num lembro se eu já respondi ou ñ XD #baka# u.u'

Vlw marida D

XD

BJAAAUM #manda bitoka#