olah, pessoal! como têm estado? aqui esta o capitulo 2. gostei mto das reviews... por favor mandem mais assim...

beijos!

Capitulo 2: o principio. (parte2)

Hong Kong, China, 8h00m…

Trimmmm… trimmmm…

Um telefone toca num escritório das melhores empresas da china…

Voz: Sim. O que deseja?

Voz2: Bom dia. Eu queria falar com o Sr. Li.

Voz ( carregando num botão para poder falar com o sr. Li): Eu vou ver se ele pode atender… espere um momento.

Voz: . está um senhor ao telefone a querer falar consigo. Passo a chamada?

Li: E qual era o nome da pessoa que quer falar comigo, Haniku?

Haniku: ele não disse o nome. Só disse que queria falar consigo.

Li: Então passa a chamada.

Haniku ( a carregar num botão para passar a chamada para o escritório do sr. Li e a falar com o sr. Que fez a chamada): Sr. Eu vou passar a chamada.

Voz2: muito obrigada.

Li(notando-se que esta com pressa): Bom dia. O que o sr. Quer?

Voz2: Bom dia, li! Como sempre directo ao assunto, não é?

Li: Mas quem é que fala?

Voz2: Já não se reconhece os amigos? Sou eu, o Eriol…

Li(interrompendo-o): isto não pode ser coisa boa… o que queres, Hiiragizawa?

Eriol: Calma. Eu só queria avisar-te que encontramos a tua filha.

Li(surpreso): VOCES O QUÊ?

Eriol: Nós encontramos a tua filha. E não vais querer saber como…

Li(irritado): Ah vou querer sim… ela é minha filha e eu tenho o direito de saber onde ela está…

Eriol(interrompendo-o): Tu esqueceste-te que a puseste para a adopção, não foi? Ela nem te conhece. E se ela conhecer o motivo, ai não vai querer ver-te nunca.

Li(ainda mais irritado): pronto. Acabou-se. Eu vou para ai.(acalmando-se) Mas como é que descobriste ela? Eu estou curioso para saber como fizeste isso.

Eriol: Tu nem vais acreditar. Ela tem a magia da Sakura. Ela só não consegue controla-la. Para dizer a verdade, ela nem sabe que tem magia.

Li: Não faças nada. Eu vou para ai no primeiro voo.

Eriol: eu também não pretendia fazer o contrario.

E assim ele desliga. Pegando o telefone de volta telefona para casa.

Li(com pressa): Anda lá… alguém atenda…

Voz: Bom dia! Residência Li. Quem fala?

Li: Wei, sou eu, o shoaran. Ta ai a minha mãe?

Wei: a sua mãe está. Quer que eu a chame?

Li: sim. Mas, por favor, depressa que eu não tenho muito tempo.

Wei: claro. Eu já volto.

Wei foi chamar a mãe do li e voltou rapidamente com a senhora, que estava muito preocupada.

m. do li(muito preocupada): Sim, filho. O que se passa? Alguma coisa grave? Alguma coisa contigo? Aleijaste-te?

Li: não foi nada disso. Eu estou bem. Era só para avisar que vou para o Japão e que não sei quando volto. Queria pedir á mãe para me comprara passagem. Eu já vou para ai para arranjar as minhas coisas. Até logo.

M. do li(com uma cara surpresa): Ok. Ate logo. Beijos.

Li: beijos.

Desliga o telefone e agarra no telefone outra vez.

Li: hanuki, cancela todas as minhas reuniões no próximo mês. Eu não vou estar cá.

Hanuki: Ok, sr. Li.

Li desliga. Levanta-se da cadeira e agarra na sua pasta. Sai do escritório e diz adeus á Hanuki, ela retribui, dizendo adeus também. Ele sai do edifício e vai para casa para arranjar as suas coisas para ir para o japão.

Tomoeda, Japão,8h30m...

Numa casa um casal conversa sobre um telefonema…

Voz: Então? Ele vem ou não?

Voz2: Claro que ele vem, querida Tomoyo. Ele ficou muito surpreso quando eu lhe disse que a sua pequena tinha os poderes da Sakura.

Tomoyo(surpresa): A sério? E eu que pensava que ele sabia desse pormenor. Mas se ele não sabia, isso quer dizer que ela tinha ou não poderes quando ela nasceu, Eriol?

Eriol(surpreendido com a pergunta): Eu realmente não sei. Quando o bebê nasceu, eu não notei nada. Mas depois da morte de Sakura, eu sentia uma pequena presença, quase nada.

Tomoyo(triste): Se ela não tivesse morrido, nada disto estava a acontecer. A pequena conseguiria controlar a sua magia. O Li estava aqui com a Sakura e connosco e se calhar com a pequena. (olhando para cima com o dedo indicador nos lábios) eu gostaria de saber como ela é? E como será que ela se chama? Ela deve ser tão bonita quanto a mãe.

Eriol(sorrindo ao ver a amada tão entusiasmada): Calma. Daqui a uns dias vamos saber isso tudo.

Tomoyo(surpresa com o que o amado disse): A sério? Como é que vais fazer isso?

Eriol(ficando sério): Nós os três, eu , tu e o li, vamos falar com os pais adoptivos da pequena e convence-los que a sua filha vai para um colégio especial para raparigas talentosas. Quando ela vier para aqui, nós vamos inscrive-la no colégio onde nós andamos e vamos falar com ela sobre o que aconteceu á 15 anos atrás. Ela vai ter de ficar com a gente. Eu não estou a ver o Shoaran a cuidar da filha.

Tomoyo(olhando para Eriol):Ele se calhar não vai querer dizer que é o pai dela, por enquanto. Ele deve esperar que a filha conheça-o e por ai adiante. O que é que achas kero?

Kero(acordando (ele estava a dormir ao colo da Tomoyo)): ããã… Ah pois… claro. Ele deve conhecer a filha da minha mestra e só depois dizer que ele é o pai dela. Mas eu acho que a Sakura não ia gostar disso. Mas ele é que sabe, e não eu.

Eriol: Eu começo a achar que nós devemos esperar pelo li e depois conversamos sobre isso a caminho da terra onde ela está.

Tomoyo: Ok. Vamos esperar por ele e depois vamos logo para lá. Só espero que ele não demore muito tempo.

Passado 2h…

Eriol: Ele ta a demorar-se.

Tomoyo: E muito. Se ele…

Tomoyo foi interrompida pela campainha que tocava sem parar.

Tomoyo(quase a gritar): Calma, Já estou a ir. (abre a porta) AHHH… És tu, Shoaran… estava a ver que tu já não vinhas.

Shoaran(entrando pela casa): Nem a brincar eu ia fazer isso. Eu quero ver se ela é parecida com a mãe ou se não… se é parecida comigo… essas coisas…

Tomoyo(interrompendo-o): Estas muito entusiasmado para quem pos a miúda para a adoçao…

Shoaran(interrompendo-a): eu sei que fiz isso. Não devia te-lo feito, mas o que tu queres que eu faça?

Eriol(interrompendo a conversa dos dois): Eu quero que vás para o carro e tu também(apontando para a Tomoyo). Temos de ir. Já gastamos muito tempo a conversar e a espera de uma certa pessoa(olhanda para Shoaran de lado).

Shoaran(com uma cara de assustado com o olhar de Eriol): Ok. Vamos. Ela mora muito longa?

Tomoyo: Um bocado. Ela mora para o norte do Japão. É um bocado longe, mas esperamos fazer tudo hoje.

E assim saíram da casa de Tomoyo. Entraram no carro, Eriol foi a conduzir, Tomoyo foi no banco da frente ao lado de Eriol e Shoaran foi no banco de trás. Passado 2h eles tinham chegado a uma vila parecida com Tomoeda. Até tinha um parque parecido ao parque do rei pinguim, só que em vez de ser um pinguim, era um gato branco e laranja sentado e com a pata direita levantada. Nesse parque estava um grupo de rapazes e raparigas que eles suspeitavam que eram amigos da pequena.

Nesse mesmo parque, estavam dois homens e uma mulher vestidos de preto a espiar esse mesmo grupo.

Homem(olhando para a mulher): Tens a certeza que é ela? Ela não se parece com a outra.

Mulher(olhando para o Homem1): Para qual estas a olhar? Para a miúda ou para as mães dos putos que estão nos baloiços?

Homem2(rindo-se muito): Essa está boa. Gostei, Zunie.

Zunie(olhando novamente para o grupo de adolescentes): Ok. Agora mais trabalho e menos conversa. O pai da garota e os amigos dele já devem ter notado que ela tem magia. Se eles conseguirem levar a miúda daqui para onde, nós não sabemos, vai ser uma carga te trabalho para nós.(olhando para o Homem2) O mestre não vai gostar nada disso, yanamoto.

Yanamoto(olhando para o Homem1): eles estão a ir-se embora, Seira. Também vamos ou como é que é? Eu não quero ficar aqui muito mais tempo.

Seira e Zunie(gritando): CALA-TE!

Yanamoto: calem-se vocês! Ela esta a olhar para aqui. Vamos embora… va, entra no carro, Seira (empurrando-o). E tu também, zunie(empurrando-a também)…

Entrou no carro e começou a guiar para longe dali. Enquanto isso, uma rapariga olhava surpreendida com a reacção daqueles três ao verem-na ali. Não ligou para aquilo e começou a andar para casa. Ao chegar a casa, vê um carro que nunca viu na sua vida. Ela entra em casa e dá de caras com os pais a falarem com dois homens e uma mulher. Os pais estavam no sofá ao lado da televisão, e os outros três estavam no sofá oposto ao dos pais. Estava um homem, depois uma mulher e depois outro homem.

Rapariga ( pensando): Será que estes três são os do parque?

Mãe(olhando para a filha): Saki! Anda cá conhecer estes senhores. Este(apontando para Eriol) é o senhor Hiiraguizawa. Esta(apontando para Tomoyo) é a Senhora Daidoudji. E este(apontando para o shaoran) é o senhor Li.

Saki(sentando-se ao lado dos pais): Olá! Eu sou a Sakura Hieshi.

Pai(olhando sério para os três): Vocês dizeram que a minha filha entrou para que escola? E onde é que essa escola fica?

Eriol: ela entrou para uma escola para raparigas talentosas em Tomoeda. Fica perto de Tokyo.

Mãe(preocupada): Isso é muito longe. A minha filha não vai para essa escola.

Saki(falando muito séria): Mas é claro que eu vou. Se eu entrei, isso quer dizer que eu sou talentosa, não é?

Tomoyo(olhando para a Saki muito sorridente): Mas é claro. Tu ainda não és muito, mas vais para uma escola que te vai ensinar a melhora-lo. (olhando para os pais) Em relação ao alojamento, não vai haver problemas. Aquela escola tem dormitórios e alem disso é uma escola so para raparigas. Não há lá rapazes o que deve tranquilizar o seu marido.

Pai(pasmado): Claro que tranquiliza. Quando é que ela vai para essa escola?

Shoaran(muito sério): queríamos leva-la hoje. Se fosse possível, é claro. Queríamos que ela não se demora-se muito tempo a acustumar-se aos colegas e á escola.

Pai: claro que sim. Saki, vai fazer as tuas malas.

A saki levantou-se do sofá e dirigiu-se para escadas para ir fazer as suas malas. A sua mãe levantou-se e seguiu-a até o seu quarto. Enquanto elas se iam embora, o pai começou a falar com Eriol e Tomoyo.

Pai(olhando para o casal): Como é a escola? Tem bom ambiente?

Tomoyo: Claro que tem. Eu andei lá também e pelo que me lembro, a escola era bastante boa.

Pai(começando a ficar preocupado): Será que ela vai fazer amigos?

Eriol(olhando para o homem): Mas é claro. Para lhe dizer a verdade, ela já fez três amigos.

Pai(surpreendido): Já! Quais?

Tomoyo(tentando não mostrar o riso com a reacção do homem): nós. Nós já somos amigos dela. Isso ela já vez de certeza.

Pai(aliviado): ainda bem. Mas me digam. Vocês são professores nessa escola?

Eriol( a ficar um bocado aflito): Sim. Nós somos professores da escola. Eu sou professor de piano. A Tomoyo é professora de canto. E ali o senhor Li é professor de esgrima e de artes marciais.

Pai(olhando para Shoaran): A sério? Onde aprendeu tantas coisas?

Shoaran(olhando para o homem): aprendi na China. (pensando) porque raio fui eu por a pequena para a adoçao? Se eu não tivesse posto ela para a adoçao já não estávamos nesta situação. Que homem mais chato…

Ele houve passos a descer a escada e olha para trás. A descer as escadas vêm a Saki e a mãe dela. A Saki traz uma mala na mão. Ela é muito parecida com a sua querida Sakura. Apenas os seus olhos é que são dele. O resto ela recebeu da mãe. De repente, os pensamentos dele foram interrompidos por uma pessoa.

Eriol(reparando que Shoaran olhava para a pequena): Bem, já podemos ir embora. Nós queremos ver se chegamos mais cedo a Tomoeda. (olhando para a Sakura) vamos, pequ… Sakura!

Saki(a olhar para ele com um ponto de interrogação na testa): Claro.

Eriol: então vamos. (olhando para os amigos) vamos.

Tomoyo: Claro. (olhando para Shoaran) Anda Shoarna.

Assim eles saíram de casa de Sakura. Entaram no carro, e desta vez, shoaran foi á frente e Tomoyo atrás. Já iam a metade do caminho quando alguém decidiu falar.

Eriol: Sakura, tu não vais para nenhuma escola especial.

Saki(assustada): não? Então para onde eu vou?

Eriol: tu já deves ter sentido alguma coisa que tu não achavas que estava certo, não já?

Saki(pondo o dedo na boca e a olhar para o céu): Ahhh….. sim isso já me aconteceu… até aconteceu a poucos dias… acho que foi ontem.

Eriol: foi ontem, foi. Nós éramos amigos dos teus verdadeiros pais. A tua mãe era uma feiticeira muito forte e o teu pai também(virando os lhos para o shoaran que olhou para ele com uma cara de 'o que foi?'). Tu recesbeste a magia da tua mãe. Nós vamos treinar-te para conseguires controlar a magia. Eu e o Li vamos te ensinar. Eu vou-te ensinar a comtrolar a magia e o Li vai ensinar-te a lutar com espada e sem ela.

Saki(olhando para Tomoyo): e ela? Ela também é feiticeira como vocês?

Tomoyo(olhando para a pequena): não. Eu não sou feiticeira como eles. Mas eu sempre acompanhei a tua mãe. Sabias que o teu nome e o dela são os mesmo?

Saki(muito feliz): a sério? Mas e o meu pai?

Todos calaram-se ao ouvir a pergunta. Ninguém olhava para ninguém ,ate que o Li decidiu cortar aquele silencio.

Shoaran: Nós não sabemos do teu pai.

Saki(olhando para ele com muita curiosidade de saber quem era o seu pai): mas vocês conheceram-no, não foi? Ele não era mau? Ou era?

Shoaran ao ouvir aquelas frases a saírem da boca da sua própria filha, gelou. Mas ele também não tinha razoes para dizer que a filha pensasse aquilo. Afinal ele pôs a pequena para adoçao apenas porque ela lembrava a sua querida Sakura. A Saki continuava pela resposta daquele homem tão estranho que quase nunca falava. Ela esperava que o seu pai não fosse como aquele homem. Uma pessoa começou a falar, para quebrar aquele clima que estava no carro.

Tomoyo(acalmando a menina): calma. O teu pai é uma óptima pessoa. Ele não é mau. Tu ias adorar conhece-lo.

Durante o resto do caminho ninguém falou. Quando chegaram a casa de Tomoyo, continuava um silencio de morrer. Shoara pensava que a sua filha odiava-o. Ele não conseguia pensar no que tinha dito. Ele era o pai da menina e agora não podia dizer que ele era o pai dela. Será que ele iria se aguntar com tanta pressão, já que ele ia treinar a menina? Isso depois via-se. Agora ele ia embora pois tinha ainda muita coisa para arrumar na sua casa.

Gostaram? espero que sim... lool... mandem reviews...mesmo que seja pra dizer mal ou bem, eu nao me vou importar...

beijos!