N.A.Primeiramente desculpe pela demora desse capitulo. Juro que tenho uma explicação razoável. Precisava ler o sétimo livro para saber se iria ou não interferir na história e se iria ou não seguir o mesmo caminho. E chegue a uma conclusão:

Olha o livro sétimo chegou e bem como previa não irá ter nada com a minha fanfic

Não sei qual vai ser o final ainda da minha fanfic, mas por hora eu aviso... Minha história não tem NADA ligada a hist do terceiro... Se por acaso mudar de idéia aviso sim?

Agradeço imensamente os comentários, e as respostas a eles estarão no final do cap

Bem as coisas começaram calmas... Vamos agora esquentar um pouco

Sinopse: Harry Rony e Mione vão atrás das Horcruxes. Deixando uma apaixonada Gina para trás, e mesmo ela entendendo os motivos deles; se junta a mais três amigos e começam ajudar da única forma que foi possível. Curando os feridos das batalhas.

Acabando por ajudar todos que aparecem sem fazer perguntas. E assim vendo varias facetas de uma guerra que a cada novo paciente mostra-se mais absurda...

Mas o ministério não vê isso com bons olhos, nem muitos da sociedade. Tudo só piora quando o trio volta e da de cara com vários comensais da morte serem cuidados por seus amigos...

DisclaimerMeu nome está nos livros? Não. Meu nome ta nos créditos do filme? Não. Ou seja... Não me pertence e tudo aqui pertence a J.K. Rowling e aos que tem direitos por lei. Eu só tive a idéia de escrever isso. E pode ter certeza que não ganho nada além do prazer e da minha tendinite atacada certo?

ShippersHP/GW, HG/RW,(somente citados) NT/RL,(aparição rápida) SS/RW(Central.)

Atenção! Tem citação dos livros!Mas somente até o sexto hehehe

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Capítulo I- Esperaesperança

"And I'd give up forever to touch you

Cause I know that you feel me somehow

You're the closest to heaven that I'll ever be

And I don't want to go home right now

[…"

Goo Goo Dolls – Íris

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Acordou sentindo aquele calor gostoso sobre o tórax. As narinas sentindo o cheiro cítrico e místico do perfume dela. Abriu os olhos e viu o mar dourado sobre seu peito emoldurando aquele rostinho angelical que tanto amava. Tão delicada e tão decidida. E o mais engraçado era extremamente decidida, mas sem enfrentar, ou se impor a ninguém. As pessoas não percebiam, mas todos faziam exatamente o quê Luna pedia. E ele, era somente mais um que a seguia. Sorriu a pensar isso. Apesar de assustador, amava o poder que ela tinha sobre ele.

Beijou o topo da cabeça dela para acordá-la, precisavam ir cumprir seu turno para assim Dianna e Gina descansarem. Bem, conhecendo essas duas como ele conhecia... Elas não descansariam coisa alguma, dormiriam algumas horas e passariam o resto analisando os casos que tinham em mãos.

Eram duas viciadas no trabalho! Não poderiam seguir a vida sempre nesse ritmo. Aquilo não era vida para nenhuma das duas! Sabia os motivos Delas. Amar e não saber como e onde estava seu amor, nem como ele está. Era uma espera incerta do retorno. Sabia que não aquentaria aquilo se fosse com ele. Elas eram mulheres realmente fortes. Pois esperavam sem entrar em batalha como eles pediam. Mas, não ficavam de braços atados.

Esqueceu tudo que pensava ao ver Luna esfregar os olhos docemente, falando com aquela voz etérea de sempre.

- Hmmm, sonhei conosco andando em estrupis voadores. Foi tão lindo...

- Claro, imagino que tenha sido mesmo... - Neville já tinha desistido de tentar entender que seres eram esses que povoavam a mente de Luna.- Mas minha querida a vida real nos chama. Pronta pra mais um plantão?! Eu preciso ir pegar algumas plantas medicinais e você tem de supervisionar o tratamento dos pequenos.

- Sim, sim! - A loira sentou na cama mostrando seu delicado dorso nu- Hoje vou contar a eles a história do estrupi voador com a asa quebrada, meu pai me contava sempre quando pequena!

Em resposta recebeu uma gostosa gargalhada do amante sendo abraça em seguida. Ele tocou testa com testa.

- Eu sou louco por você sabia?

- Sim eu sei seu bobo!- Luna disse sorrindo, não era preciso que ela dissesse que era mutuo. Simplesmente acariciou-lhe a face.

-§-

O café da manhã simples e nutritivo estava servido sobre a mesa americana da cozinha vazia daquele aparentemente.

Luna, Nev já arrumados e prontos pro trabalho conversando com uma sonolenta Gina ainda da roupa da noite anterior aproveitavam com calma o que para eles seria seu ultimo momento de pás antes de um longo plantão.

Já tinha passado uma semana desda ultima folga da Gina e ela a gastou a noite toda olhando pela janela imaginando como Harry estava. No meio dessa semana só tinha cochilado algumas horas duas vezes. Precisava para de se perder nele.

Sorriu enviesada, pois esquecê-lo era impossível!Era como esquecer a felicidade ou esquecer como era ser ele mesmo.

Contudo, seu sorriso se transformou em surpresa ao ver uma Dianna de cabelos úmidos soltos batendo na altura da bunda já vestida de pijamas velhos e gastos, entrar dançante, dando um beijo estalado na bochecha de cada um e sentar animada diante do seu suco de abobora.

- Bom dia pra vocês dois que vão trabalhar. E bons sonhos, pra minha companheira de plantão! Porque nos merecemos!

- Nossa... O quê um banho não faz! – Neville comenta sorrindo irônico.

- Acho que tem mais coisa ai... Não é possível só um banho! – Gina comenta fazendo uma pose de psiquiatra. Todos riram.

- Pois eu acho que ela encontrou com o tambré, quando ele aparece nas águas traz muita alegria. - Luna declara servindo-se de mais bolo. - Ou então teve notícias muito importantes e felizes.

- Olha... Por mais estranho que pareça, a Luna foi a que chegou mais perto!?- a Morena diz rindo servindo-se de torrada.

- Por que você viu mesmo um... Com é mesmo?...tambré!?- Neville fala assustado recebendo um tapa na cabeça de Gina.

- Não seu besta, - Mostra língua. - Deve ter recebido noticias boas.

- Mais ou menos... – Dianna fala olhando boba pra xícaras.

- Como assim?!- Gina fala perdida já paciência, muitas horas sem dormir deixa qualquer um sem paciência. E Gina que já não era conhecida por te-la então era sinal de explosão a qualquer instante. - Anda, fala logo!

- Ele vem!

- Como assim?!- Neville falou assustado. Não poderia ser o ELE que passava por sua mente.

- Eu senti hoje que ele vem, sei que ele vem! E isso me deixou... Tão Feliz!

- Vocês duas e esse: eu sinto, eu sei,... - Neville fala já se levantando pegando a sua xícara e a de Luna ouvindo a mesma responder.

- Se elas pelo menos errassem uma vez. Só que sempre acertam.

- Ai, ai, vocês me desculpem, no entanto, ao contrario da nossa amiga animada ai. Eu estou morta de sono e vou dormir abraçadinha com meu travesseiro. - Gina falou sorrindo. Não estava sendo sincera, estava doida, pois ela queria tanto Harry ali, que não tinha pensar que a espera da outra diminuiria a fez lembrar a própria.

- Gente, a Gininha linda do nosso coração está triste. - Dianna fala seria e com ar romântico- Abraço em grupooooooooo!- Fala já pulando sobre a ruiva sendo seguida pelos outros dois.

Esse "abraço em grupo" estava mais para montinho do que para um abraço grupal. Mesmo assim teve resultados positivos. Gina ria feliz.

- Só vocês mesmo! Mas... Podem sair de cima, já me animaram!

- Não sei quanto a vocês, mas estou confortável aqui, poderia passar o dia assim- Luna fala sentada sobre todos com as pernas cruzadas.

- Confortável ou não. Vamos ter de sair amor. Temos plantão. – Neville fala enquanto a namorada levanta das suas costas- Os enfermos não esperam.

- É meu sono também não. E sua amiga ruiva aqui precisa realmente dele!

- Certo, então pode ir dormir eu tiro a mesa e arrumo as coisas.

Como resposta vê uma sobrancelha levantar e uma reposta sarcástica.

- Você não esperava que nós lavamos-se né?! A vez passada fui eu! Vire-se, querida!- Gina dá um tchau pra todos e sai pro quarto ao mesmo tempo em que o casal sai pro trabalho.

Dianna não sabe como conseguiu cuidar da louça, mesmo com varinha, estava muito ansiosa. Ficou surpresa de só quebrar duas vezes a louça.

Para era aquele tempo pareceu à manhã inteira. No entanto foi somente meia hora.

- Não sei por que ainda fico surpresa de ver que quanto mais desejamos fazer o tempo correr mais ele dá uma de lesma. – Bufando senta na sala.

Estava louca pra ver o SEU loiro. Acariciou com o polegar seu pingente a bonita cruz egípcia de ouro branco com três pequenos diamantes lapidados na lateral ¹ . Foi um presente dele, um delicado e precioso presente dele...

Andava apressada ao redor do lago. Estava com um ódio imenso dele. Era o dia seguinte ao maldito baile de inverno e além de ter ido com a mala do Miguel a viu com a Parkison

Foi como uma facada no coração. Não entendia por que ele continuava consigo se para os outros ele estava com aquela... Aquela... Galinácea!

Sentia as lágrimas caindo pelo seu rosto sem controle. Tinha ódio dela e ódio dele. Diziam que amor e ódio andavam de mãos dadas... No caso dela o ódio acabou de dar uma bota no amor!

Lutou tanto por esse amor, brigou tanto com as amigas para elas pararem de se meter no seu relacionamento. Ariscou muitas vezes fora do horário e até em aulas, podendo até tomas detenção. E para que? Para ele na hora que iriam mostrar a todos, inventa que iria passar o natal com a família achando que ela faria o mesmo. Para no final vê-lo lá junto com a suposta namorada dele.

Ouviu os rumores a noite intera. As famílias de ambos estavam adorando a idéia; era o que diziam.

Com certeza faziam. Runf

Secou o nariz num lenço. Abraçando seus joelhos, vendo o final da tarde chegar

A Sonserina cabeça fraca seria uma mulherzinha perfeita, não contestava, não discutia, achava tudo lindo, se preocupava somente com coisas úteis do estilo: que esmalte usar pra combinar com o vestido da festa. Com um corpo escultural e provavelmente uma bagagem de relacionamentos imensa. E acima de tudo era de família sangue-puro.

Não uma pessoa que com certeza era sangue-ruim sem memória e sem passado. Que não sabia nem qual era o nome dos pais... Alias nem sabia seu passado antes de Hogwarts. Com pernas levemente toras, magrela quase ossuda. E que somente o beijará a vida toda.

Bom, tirando o beijo que dera noite passada no Miguel. Foi num momento de fúria completa, ao ver seu suposto namorado com a "entojo"

Suposto por que com certeza ele não era mais seu namorado. Não depois de ter mentido para ela. De ter dado certeza que não estará em Hogwarts no natal, e a incentivado a viajar com Luna

Tinha de agradecer a ela depois por ter decidi viajar depois do baile.

- Não gosto de te ver assim... - a voz rouca lenta e séria dele chegou aos seus ouvidos.

Não precisava nem virar para saber que ele estava encostado na arvore logo atrás.

- O que você gosta ou deixa de gostar não me importa mais.

- Claro que importa se não você não estava assim. - Malfoy senta ao seu lado olhando o lago.

Odiava telo assim perto, somente mostrava o quão ele mexia consigo. Ela o amava e o odiava ao mesmo tempo. E isso estava fazendo a dor aumentar.

- Estou assim por que estou com raiva! Fui uma baba em acreditar que talvez você me leva-se a sério!- Sorriso sarcástico no rosto. Não tiraria os olhos do horizonte, se o olha-se não sabia o que iria acontecer, tinha medo daqueles orbes cinza.

- Mas eu te levo a sério! Fui com ela somente para agradar meus pais!

- A sim e ficar engolindo ela no meio da pista também estava dentro do fato de agradar seus pais , Malfoy?! Eu já te falei uma vez sou Lufa-lufa... Nosso símbolo não é uma anta é um texugo

- Mas você também ficou com o Miguel...

- Dei um único beijo de fúria após t ver comendo aquela oferecida! E logo depois parei

- Parou por que me ama!

- Parei por que não quero me igualar a você! Que diz uma coisa para mim mas mostra ao mundo outra!

Olha para o outro lado evitando que a visse chorando de novo.

- Você não entende...

- Entendo sim! Você não tem coragem de enfrentar os outros ma me mostrar a eles

Levanta revoltada, vaimais perto do lago.

- Não tenho mesmo, sou Sonserino, conhecido por fazer o melhor pra mim não pela coragem!

- Mas teve muita pra beijar aquela coisa

- Só depois que vi o quanto você estava deslumbrante e não podia te tocar.

Riu fria como já vira ele mesmo ri muitas vezes.

- Conta outra. Não sou retardada.

- Sei que não é, e sei que você mesma percebeu que aquilo lá não era o que eu queria. - A voz dele estava na mesma altura da sua, ele levantará também.

- Sendo ou não o quê você fez continua.

- Não me obrigue a fazer isso...

- Você sabe o que tem de fazer Malfoy. – Deu ênfase no Malfoy, sabia que isso o deixava consciente de que não era brincadeira. -Você sabe o que é o melhor.

- Desculpe, eu errei. – Sabia que tinha sido um desafio para ele falar isso. Só que não era um simples desculpa a faria voltar.

- Você não me leva a sério...

Inesperadamente Draco a abraçou desesperadamente pela cintura encostando o peito em suas costas.

- Levo, levo sim. Eu preciso de você. – Falou com a voz tremula respirando fundo soltando um suspiro- É minha. Não vou não quero não posso perder nada meu.

- Não sou seu objeto. Já lhe falei isso.

- Não é meu objeto, é minha namorada.

- Não parece, não tenha tanta certeza. Você não age como se eu fosse.

- Olhe, eu sou assim, metido, egocêntrico, estourado, cabeça-dura, mandão, possessivo, ciumento, covarde, manipulador, ganancioso, e, acima de tudo, sou sonserino. Não vou enfrentar meus pais, nem fazer algo que pode comprometer minha relação com eles.

Já ia se separando quando sentiu ele a abraçar mais forte.

- Nunca escondi isso de você, nunca deixe de mostrar como eu sou realmente. E mesmo assim chegamos à relação que temos hoje. Porque eu realmente preciso de você. Não pretendo mudar uma vírgula do que sou. Gosto de ser assim – Ainda apertando forte largou uma mão e tirou do bolso sua varinha. Mas posso provar a você que a levo a sério.

Com um aceno de varinha um brilho surgiu na frente deles, e esse ponto foi aumentando e se contorcendo, transformando-se numa bela corrente de ouro branco com um pingente a bonita cruz egípcia de ouro branco com três pequenos diamantes lapidados na lateral

- Se você está pensando em me comprar...

- Não estou pensando nisso Deusa... É costume da minha família, presentear a mulher importante com uma jóia que significa ela, você mesmo e a união de ambos. Sei que você segue a religião antiga. Eu sou Casa prata e verde, a prata ME representa, e as três pedrinhas, representam nossa história. Com as três fazes que da nossa história. A corrente e encantada, ira proteger-te, não contra tudo, mas contra algumas coisas, também servirá para eu encontrá-la quando correr perigo. Comprei para dar-lhe de presente de natal. - Pegou a corrente no ar aproximando para ela ver- Vai representar nosso compromisso. Posso por?

Estava chorando emocionada. Não por ganhar algo tão caro, sim por ele ter pensado em cada um daqueles detalhes.

Ficou arrepia quando no final deu um beijo no pescoço dela.

- Essas três pedrinhas iram marcar somente o início de muitas outras fases, o início de uma história-Ele falou rouco no seu ouvido - Então estamos de boa novamente?- Perguntou girando-a para vê-la no rosto.

- Só uma coisa... - Falou meiga.

- O quê?

Deu um tapa bem dado na cara dele ouvindo o pescoço estalar.

- Prontinho!- O beijo na boca quando terminou o beijo.

Sorriu ao lembra que ele ficou dias com o rosto doendo. E agora o veria de novo, daria outro beijo daqueles. Sem o tapa é claro.

Se bem que ele merecia por passar tanto tempo sem dar notícias! Precisava pensar sobre o tapa seriamente.

Levantando do sofá, resolveu arrumar a casa para matar o tempo da esperava. Incluindo também causar uma boa impressão no seu namorado. Foi recolhendo pela casa todas as coisas espalhadas e a jogando na cesta flutuante as suas costas.

Iria dar muito trabalho organizar tudo aquilo, nenhum dos quarto eram conhecidos pela organização.

Uma constatação foi feita logo de cara. Neville era sem a menor duvida o que tinha mais coisas espalhadas. Ótimo herbologista e curandeiro. Mas uma negação nos serviços domésticos. Depois vinha ela mesma, com a mania de tirar nunca organizar seus objetos. Por fim Luna e Gina empatadas com a total falta de memória de aonde deixa as coisas.

Essas análises e os aprofundamentos enquanto arrumava, levou dela cerca de três horas. Terminando somente quando decidiu ler um livro sobre ferimentos causados por magia negra.

-§-

O vento do porto de Vlorë¹ era frio como a cidade. Era estranho perceber que todos os locais por onde Tom Ridlle passou eram sempre assim tristes. Ou pelo menos ele achava que sim.

Vlorë era a segunda cidade portuária ficava no centro do oceano mediterrâneo, ou seja, relativamente quente, comparado com o resto da Europa. Cidade turística atualmente. No entanto, era só chegar perto dos hotéis e locais por onde o Tom passou pra sentir a temperatura descer uns bons graus.

Já tinha estado nessa cidade antes, logo no começo da busca. Mas só agora ligara o fato das construções antigas a possível ligação com os quatro fundadores. Realmente, dessa vez passou muito perto. A taça realmente estivera naquela cidade, mas Tom a levou.

Agora Mione e Rony tinham ido atrás de alimento enquanto ele tentava pensar no próximo passo a seguir, ou como descobrir pra onde Voldemort foi depois de sair da cidade.

E sua mente teimava em voltar pra pensar no calor do local, um calor bom, um calor que levava as lembranças para os braços de uma certa ruiva.

De lábios e gestos bem mais convidativos do que essa busca infinita. Já que não seguia esse convite fazendo a busca.

Não falava com ela há meses, mas sabia que ela estava bem, sabia que ela o esperava. E isso poderia ser até egoísmo, mas, precisava disso. Nunca assumiria pra ninguém. Até por que desejava o melhor pra sua amada.

Mas sabia, se ela deixa-se de esperá-lo muito de sua força de continuar iria cair. Muitos dos seus motivos seriam perdidos.

Ver o casal de amigos mostra apesar de sofrer com sua decisão, não poderia ser a mais acertada.

Via o terror nos olhos de ambos quando entravam em situações perigosas. Não conseguiria concentrar no seu objeto sabendo que ela corria riscos. Também não queria incluir nessa busca dele mais ninguém. Era uma missão dele e de mais ninguém. Levava Rony e Mione por pura falta de opção. Essa estava longe de ser sua vontade.

Apesar de que, algo dentro dele falava que a saudade logo seria aplacada. Não pra sempre, mas amenizada.

-§-

Gina sentiu a cama balançando. Virou o rosto e enfiou no travesseiro. O Balanço aumento fazendo a soltar um resmungo.

- Vamos Giii! Seja uma amiga companheira. Eu estou desesperada!- Abriu os olhos e viu a morena de longas madeixas soltas agachada na cama a balançando.

Ainda coçando os olhos e extremamente sonolenta fala com uma voz mole.

- Já tentou arrumar a casa?

- Sim, não tem mais nada espalhado.

- Já pensou em lavar nossas roupas?

- Tirando as cuecas do Neville lavei tudo. Isso eu me recuso, estou desesperada não louca!

Gina gargalhou com a resposta e a careta de nojo que a outra fez.

- Analisou os casos graves dos nossos pacientes?

- Analiseis dos graves aos simples arranhões.

- Viu os livros novos?

- Duas vezes e já os organizei na instante de forma alfabética por título.

- Sabia que não durmo direito uma semana Di?

- Eu sei! Eu também não! – Dianna faz carinha de cachorro pidão- Vai me ajuda, você entende melhor do que ninguém.

A Ruiva desiste sentando na cama.

- Nem é tão parecida, você o viu mais vezes.

- É só que nos últimos tempos o Harry deu mais sinais de vida. O Máximo que consigo é ouvir um ou outro comensal falando dele.

- Por que tínhamos de amar homens que nem eles? Marcados para essa guerra?

- Porque é exatamente isso que nos chamou a eles.

Gina olhou pra outra e perguntou sem saber bem o porquê. Só precisava perguntar isso fazia algum tempo.

- E o depois?

- O depois,... - Dianna respira fundo - Ninguém sabe,... Aliás, somente Merlin sabe. Aposto não contará a nos; restando assim, viver o presente.

- É o que possuímos não?

- Sem a menor duvida. E vivamos intensamente, amiga.

- Ah! Isso você pode ter certeza que fazemos com maestria: Amamos e nos envolvemos com peças chaves da guerra, um está entre os comensais e o outro é só o herói do mundo bruxo. E para desespero geral fundamos aos nossos dezesseis anos uma onde atendemos bruxos de ambos os lados, duendes, trouxas, todos que sofrem com a guerra, como iguais Dando o direto a todos de sair pela porta da frente tranquilamente. Comprando assim briga com ambos os lados, com os bruxos encarregados dos seres mágicos. E como se não fosse pouco ainda montamos no ultimo andar um orfanato para as crianças órfãs.

Ambas gargalham incansavelmente chorando até. Parando somente um tempo depois.

- Lembra quando sugeri a idéia?

- Lembro Di, era pequena ainda. E só aceitamos após ir ajudar você a cuidar dos sobreviventes de um ataque.

- Vocês ficaram surpresos por ver trouxas, aurores e comensais no mesmo estado, serem tratados completamente diferentes.

- Depois, quando a idéia cresceu, tivemos de colocar inúmeros feitiços de proteção, proibir a utilização de varinha no prédio, controlar a entrada de visitantes, separar o povo em andares...

- Ampliar e criar novos andares... -

- É ampliar e criar novos andares, salas, macas. Realmente Gi, você foi genial, fez quase tudo isso sozinha

Gina ficou da cor do cabelo.

- Os professores de Hogwarts me ajudaram muito! Alias! Foram uns dos únicos a ajudar isso a crescer

- O profeta tacando pau no nosso trabalho cada dia mais. É natural acontecer isso.

Ouvi um silêncio demonstrando a raiva contida das difamações feitas.

- Olha, somos injustas Gina, todos os nossos funcionários são voluntários.

- Como o Remus, Lila, Colin, Cho... - Gina faz uma careta ao falar o nome desta. -

Um ronco audível chega aos seus ouvidos. Dianna fica vermelha e Gina somente gargalha.

- Vamos almoçar vai. Antes que seu estomago resolva dar mais sinais de vida Di!- Chuta as cobertas para longe.

- Vamos almoçar às 4 da tarde...

- Continua sendo almoço... Mas se seguimos o seu estomago em emendamos no Jantar- Corre pra desviar que a morena lança.

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N.ABem, o cap ia contar mais coisasno entanto eu decidi separar e colocar só uma coisa mais morninha nesse. Um começo sussegadinho pra eles coitados heheheh

No próximo capítulo: Draco chega e tem uma recepção "diferente" e teremos uma cena queeeeente meninasqm ta afim de ver Malfoy de Toalha levanta a mão! E teremos uma aula sobre massagem muito útil, seguida sobre uma aula de sensualidade heheheheh

Um momento de NC-17 uhauhauhahuahuahua

Para os fãs da Luna e do Nev uma discussão e como essa fanfic é uma HG...muito mas muito mais Gina e Harry pra vocês bem mais do contem esse aqui.

AAAh não posso deixar de agradecer a Ana! Sem ela esse capitulo não teria a menor graça ...obrigada lindaaaaaaaaaa

Tammie Silveira:Ainda bem que você gostou da idéia Incentivou-me a continuar espero que consiga desenvolver razoavelmente bem

E qria sua opinião sobre o capse naum se importa em dar

CahWeasleyNhai que bom q fui add no seu favoritos pretendo agradar suas expectativas e espero ter te agradado nesse cap mostrando o lado do Harry também. E perdaum mesmo pela demorasabe precisava mesmo ler o sétimo antes de continuar

Familia SantosEspero não tenha ficado chateada hehehe e continuei como pediu

¹: A descrição do pingente está seguindo o que eu vi numa cruz aqui a baixo vai o link: (tirem os ...vale a pena conferir)

existe mesmo! E é realmente a segunda cidade portuária da Albânia e é realmente uma cidade turística com maravilhosos hotéis.

Beijos a todos e NÃO deixem de comentar