A/N: Muito obrigada por todos os reviews do capítulo anterior. Consegui uma beta, que já está me ajudando com o capítulo 3. Vou fazer de tudo para postá-lo amanhã, mas não sei se todas as atualizações vão ser diárias. Pretendo atualizar no mínimo uma vez por semana. Espero que gostem desse capítulo.


Por Toda a Eternidade

Capítulo 2 – Negações e Surpresas

"What happens when all your dreams are lying on the ground

Do you pick up the pieces all around

and if the world should fall apart hold on to what you know

Take your chances turn around and go

All the leaves are turning and the sky fades to gray

Strange our life coincides with the seasons of today

Who's to say where the wind will blow"

"Chapter One" - Lifehouse

Lily POV

Já estamos em Agosto. Finalmente estamos em Agosto. Juro que acho que Julho foi o pior mês da minha vida. Nunca imaginava as surpresas que me esperavam, quando saí do Expresso de Hogwarts, há pouco mais de dois meses. Meus pais mal se continham de felicidade para me dar as "boas notícias". Petúnia ia se casar, só que como a Petúnia é a Petúnia, tudo tem que ser feito na hora em que ela quer, e ela resolveu se casar em Julho. Aparentemente ela encontrou o príncipe encantando dela, um rapaz chamado Válter, e que não queria ficar nenhum segundo separada dele. Conheço muito bem a minha irmã. Ela não quer ficar com ele o mais rápido o possível, na verdade ela quer se ver longe de mim o mais rápido o possível. Da "anormal" da irmã dela. E ela também quer se ver o mais longe o possível da casa aonde ela cresceu, da pobreza aonde ela cresceu. Petúnia sempre quis ser rica, ter uma casa limpa e impecável, ter tudo de bom que o dinheiro pode comprar. Agora ela conseguiu. E ela quer agarrar tudo o mais rápido o possível. O que significou loucura completa aqui em casa, até a data do casamento dela. Agora ela está na Escócia em lua de mel, com o maior trouxa que eu já conheci na minha vida.

Sinceramente, eu não posso ficar com raiva, muito menos magoada com a minha irmã. Isso seria hipocrisia. Porque eu almejo a mesma coisa, porém por motivos diferentes. Eu quero sair de casa o mais rápido o possível para finalmente fazer parte do mundo ao qual eu pertenço. O mundo bruxo. O mundo do qual eu estou ausente faz um pouco mais de dois meses. Mas finalmente hoje eu vou ter um gostinho desse mundo de volta. Vou ao Beco Diagonal comprar o material necessário para o sétimo ano. Quem sabe eu encontro com alguém de Hogwarts lá.

A dois dias atrás eu recebi uma coruja com a carta de Hogwarts, com a listagem dos livros e materiais de Poções que eu preciso comprar. Junto veio outra carta, do Diretor Albus Dumbledore, informando que eu fui escolhida Monitora Chefe. Eu tinha muitas esperanças de ser escolhida, e fiquei extremamente feliz quando vi o distintivo de Monitora Chefe nas minhas mãos. Ao ler a carta do Prof. Dumbledore eu tive outra surpresa. Dumbledore é certamente um bruxo cheio de surpresas e imprevisível, e isso ficou provado quando li que ele escolheu James Potter para Monitor Chefe. Ok, admito, fiquei muito surpresa e tive que me sentar na cama, de tão chocada que fiquei. A minha primeira reação foi negação. Não conseguia acreditar no que eu estava lendo. Achei que o aluno tinha que ter sido Monitor para poder ser escolhido Monitor Chefe. Mas o Dumbledore me mostrou que eu estava completamente enganada. Agora, dois dias depois, estou mais consolada com a idéia. Contanto que o James leve os deveres dele como monitor chefe a sério, e não abuse do poder, eu não tenho nada contra. Afinal, ele é um dos melhores alunos do nosso ano, e além disso o Dumbledore é um bruxo brilhante, e se ele acha que essa é a melhor decisão, eu acho que não me resta nada exceto aceitar essa realidade, e esperar que essa não seja a primeira decisão da qual Dumbledore venha se arrepender de ter tomado.

Vestindo a minha capa de Hogwarts, que está um pouco curta, mas nada que uma transfiguração simples de alargamento não resolva. Com os gastos do casamento da minha irmã, a situação monetária aqui em casa está bem complicada, então temos que economizar em tudo que podemos. Então, já que eu posso alargar a minha capa, porque devemos gastar dinheiro comprando uma capa nova para mim? Esse dinheiro pode ser muito melhor utilizado nos livros e materiais que eu preciso comprar.

Se a situação do mundo bruxo não estivesse tão problemática, eu teria arranjado um emprego de verão no Beco Diagonal ou em Hogsmeade. Mas quem vai se arriscar e contratar uma nascida trouxa no meio dessa guerra? Exatamente, ninguém. Infelizmente descobri isso depois de passar quatro dias inteiros, indo em todas as lojas, bares, etc, tanto do Beco Diagonal quanto de Hogsmeade. A resposta era sempre a mesma, 'Estamos com movimento muito baixo...' ou então, 'Vamos te mandar uma coruja, caso alguma coisa apareça...' As únicas coisas que apareceram foram bolhas nas solas dos meus pés.

Bom, não adianta ficar remexendo o passado, então eu desço as escadas, tomo um café com os meus pais, que continuam completamente inconscientes da situação no mundo dos bruxos, e aparato para o Caldeirão Furado. Ao chegar lá eu me assusto. Nunca vi esse lugar tão vazio. Pobre Tom, os negócios estão indo muito mal mesmo. Só tem dois bruxos encapuzados em um canto escuro do bar. Se eu não estivesse tão acostumada a ver bruxos vestidos desse jeito no Cabeça de Javali, eu acharia esses dois muito suspeitos. Mas, como estou acostumada, simplesmente continuo a caminhar na direção da parede de tijolos que dá acesso ao Beco Diagonal. E quando eu entro no Beco Diagonal, mais uma vez eu me assusto. Completamente vazio. Tudo bem que já estava vazio no ano passado, mas não tem nenhuma alma viva, ninguém olhando nas vitrines das lojas, ninguém sentado do lado de fora da Sorveteria Florean Fortescue. Nem mesmo ninguém vendo o mais novo modelo de uma vassoura na loja de Artigos de Qualidade de Quadribol, mesmo com o enorme anúncio na vitrine. Hum, talvez os donos das lojas do Beco Diagonal não tenham mentido quando disseram que o movimento estava muito fraco.

É uma sensação muito estranha, ser a única pessoa no Beco Diagonal. Ainda bem que eu trouxe a minha varinha. Não é muito seguro caminhar sozinha hoje em dia. Eu sei que eu posso me defender, mas é melhor não chamar atenção. Definitivamente a minha esperança de talvez encontrar com alguém de Hogwarts aqui hoje não vai se concretizar. Bom, é melhor eu ir logo para Gringotes e trocar o pouco dinheiro trouxa que eu tenho para dinheiro bruxo, para depois poder comprar os livros no Floreios e Borrões.

Quando saio de Gringotes fico, pela terceira vez desde que cheguei no Beco Diagonal, surpresa. Mas dessa vez em ver que não estou mais sozinha. Em frente a loja de Artigos de Qualidade de Quadribol estão dois garotos, que parecem estar vendo a maior maravilha do mundo. Os dois estão parados boquiabertos olhando o mais novo modelo da Cleansweep. Juro que consigo ver a baba escorrendo pela boca deles. Os olhos deles parecem pular das órbitas, de tão arregalados que estão.

"Olá, Sirius. Oi, Potter." eu digo, me aproximando dos dois meninos hipnotizados.


James POV

Desde que o Sirius fugiu de casa e veio morar comigo e com os meus pais, os meus verões melhoraram muito. E esse não é uma exceção. Mal posso acreditar que já estamos em Agosto. Esses dois meses passaram voando, literalmente. Nunca passei tanto tempo em uma vassoura na minha vida. E esse foi o meu melhor verão. Isso até dois dias atrás, quando a minha carta de Hogwarts chegou. Desde então o Sirius não me deixa em paz. Só porque o Dumbledore finalmente enlouqueceu de vez, e resolveu me fazer Monitor Chefe. Sério, eu, monitor chefe? Eu nem mesmo sabia que era um candidato apto para a vaga, já que nem mesmo fui monitor.

Quando eu abri a carta e o distintivo caiu no chão eu nem mesmo tive tempo de reação. A risada, ou melhor, o latido do Sirius era tão alto que eu só fiquei parado olhando para ele, enquanto que ele caiu no chão de tanto rir. Sério, acho que ele ficou sentado no chão rindo por uns 5 minutos. E eu parado como um babaca, olhando para o Sirius e para o distintivo, para o Sirius, para o distintivo, sem parar. Finalmente o Sirius consegue se conter e finalmente falar, "Cara, o Dumbledore finalmente enlouqueceu de vez. Você, monitor chefe? Sério, você?" E então temos mais vários latidos.

Finalmente a minha mãe decidiu ver o que estava acontecendo, e entra no quarto. Quando ela vê o distintivo no chão, a minha cara de panaca, e o Sirius com lágrimas no rosto de tanto rir, ela chega a conclusão óbvia. O filho dela é o mais novo monitor chefe. E então, os gritos dela conseguem abafar os latidos do Sirius. Eu jamais imaginei que isso fosse possível. E então ela me agarra e beija a minha bochecha sem parar. "Mãe, mãe, chega. Mãe, sério, não é nada demais. Mãe... chega... mãe..."

"Eu mal posso esperar para contar para o seu pai! Nem acredito nisso! Você, monitor chefe! Você!" Por que todo mundo está falando isso? É realmente tão inacreditável assim que eu fosse escolhido monitor chefe? Ah, a quem eu estou enganando? Claro que é inacreditável.

"Cara, eu tenho pena de você. Muita pena de você." Sirius diz, depois de ler a carta do Dumbledore.

"Pena porquê?" Eu falo surpreso.

"Sabe quem é a monitora chefe?"

"Não é a Lily?"

"Sim, é a Lily."

"Então por que você tem pena de mim?"

"Porque é a Lily." Ele diz, como se fosse uma resposta óbvia, clara e auto-explicativa.

"O que você quer dizer com isso?"

"Cara, ela vai fazer você levar isso a sério." Juro que isso está começando a me irritar, ninguém tem confiança em mim?

"Lily? Quem é Lily?" Minha mãe pergunta, curiosa como sempre.

"Aparentemente, mãezinha, é a mais nova monitora chefe de Hogwarts." Sirius responde, dando um dos sorrisos que derretem os corações das garotas de Hogwarts para a minha mãe, ou melhor, nossa mãe.

"Qual o problema dela com o James? Para termos que ter pena dele, por ser monitor chefe com ela?" E minha mãe continua insistindo.

"O único problema dela é que ela leva as regras a sério. E como monitora chefe, vai querer que o James também leve. E eu aqui, achando que a gente ia ter um reinado livre para azarar o oleoso. Alegria de pobre dura pouco." Sirius responde.

"Almofadinhas, você não é pobre. Você acabou de receber a herança do seu tio." Eu argumento.

"Detalhes, Pontas, detalhes."

"Eu juro que não entendo esses apelidos de vocês. Eles não fazem o mínimo sentido." Minha mãe comenta. Ah, mãe se você soubesse... Provavelmente ia ter um ataque cardíaco... "Bom, eu vou mandar uma coruja agora mesmo para o seu pai. Quem diria, o meu filhinho, monitor chefe!" E então ela aperta as minhas bochechas mais uma vez e sai do meu quarto. Eu olho para o Sirius, e mais uma vez ele cai em gargalhadas.

"Cala a boca, Sirius!" Eu ordeno, me abaixando e finalmente pegando o distintivo do chão.

"Ah, cara, não me diga que você não está surpreso?" Ele fala.

Sim, estou completamente surpreso. Estupefato. Pasmo. Espantado. Chocado. Todos os sinônimos imagináveis e inimagináveis. Mesmo agora, dois dias depois, continuo surpreso. Enquanto estou deitado na cama, seguro o distintivo, olho para ele, e penso se tudo isso não passa de um sonho.

Mas a carta de Hogwarts ainda tinha mais uma surpresa para mim. Fui nomeado Capitão do time de Quadribol da Grifinória. Inacreditável. Sério, como que o Dumbledore e a Minie acham que eu vou conseguir fazer isso tudo? Em primeiro lugar, sou um Maroto, e tenho o dever de elevar os ânimos dos alunos. Eu quero ser um auror, ou melhor, eu tenho que ser um auror, então tenho que tirar no mínimo "Excede as Expectativas" em todas as matérias nos NIEMs. E além disso tudo ainda me colocam monitor chefe e capitão do time de quadribol? Quem eles acham que eu sou? Merlin?

Juro que nunca senti tanto peso nos meus ombros, e as aulas ainda nem começaram. Pelo menos o meu pai ficou tão satisfeito, mas tão satisfeito, que resolveu me presentear com o modelo mais novo da Cleansweep. Agora a taça de Quadribol desse ano já está no papo. Quero só ver a cara daqueles Sonserinos quando virem a vassoura, e perceberem que não tem a mínima chance. Com esse pensamento em mente, eu sorrio, me levanto e chamo o Sirius. Hoje vamos para o Beco Diagonal para comprar o material da lista do sétimo ano e, mais importante ainda, a minha mais nova vassoura.

O Aluado ainda está se recuperando da última lua cheia, e não vai poder ir. Coitado, a época de férias é muito difícil para ele. Não podemos fazer companhia para ele, na nossa forma animago, e ele também não pode ir para a Casa dos Gritos. Ele acabou sendo acorrentado no porão da casa dos pais dele.

Já o Rabicho foi impedido de ir pela mãe dele. Ela jamais vai deixar o filhinho dela sair debaixo das asas dela para ir ao Beco Diagonal com os amigos nos dias de hoje. É perigoso demais, ela disse. Sinceramente, eu não sei como que ela permitiu que o Rabicho voltasse para Hogwarts no ano passado, depois que o pai dele foi assassinado, depois de ter sido torturado com a Maldição Cruciatus, por um grupo de Comensais da Morte. Pobre Rabicho. Quando ele voltou para Hogwarts no sexto ano, não era mais o garoto bobo e alegre de sempre. Ficou mais reservado, mais calado. Mas ele é um Maroto, e nós jamais abandonaremos ele.

"Vamos, Almofadinhas, que demora é essa?" Pergunto para a porta do quarto dele.

"Paciência, Pontas, paciência. Nunca se sabe quem vamos encontrar no Beco Diagonal. Você não quer que eu saia com um cabelo que nem o seu, não é? Imagina só se uma aluna de Hogwarts me vê com o cabelo desarrumado desse jeito? Eu tenho uma reputação a zelar, Pontas, eu não posso desapontar as mulheres. E pára de reclamar, eu já estou pronto." Ele finalmente abre a porta e sai.

"Finalmente... juro que tem mulher que se apronta mais rápido do que você..." Eu reclamo em voz baixa.

E então aparatamos para o Caldeirão Furado. Completamente deserto, exceto por dois bruxos sentados em um canto.

"Olá Tom." Sirius cumprimenta o dono do bar, se sentando em um dos banquinhos do bar.

"Sirius Black, o que faz por aqui?" Tom pergunta. "Olá, James."

"Oi Tom." Eu respondo, e me sento no banquinho ao lado do Sirius.

"Você sabe como é, Tom. Somos alunos muito dedicados e viemos comprar os livros do próximo ano." Sirius diz, e eu não sei o que é mais impressionante. A cara séria dele ao falar isso, ou o fato que o Tom acredita no que ele disse. "E aí, você conseguiu falar com aquele cara sobre a moto?" Moto? Que moto? Como que o Sirius mora comigo e eu nunca ouvi falar de moto nenhuma?

"Falei sim. Vai estar pronta para o próximo sábado, no mais tardar. Você não vai se arrepender." Tom responde e eu continuo completamente perdido.

"Ah, eu sei que não vou me arrepender." Sirius diz, com uma cara pensativa. Do jeito que eu conheço o Sirius, isso com certeza envolve algo ilegal e perigoso. "Dois uísques de fogo, por favor, Tom."

"Como vão os negócios?" Eu pergunto, mudando de assunto.

"Nada bem. A hospedagem está praticamente vazia, exceto por aqueles dois ali." E ele indica os dois bruxos no canto escuro do bar, enquanto enche os nossos copos de uísque. "E raramente alguém aparece aqui no bar. Se continuar assim por muito mais tempo, vou ter que fechar as portas."

"Fechar o Caldeirão Furado?" Sirius pergunta, perplexo. "Blasfêmia! Você não pode fazer isso, Tom! Isso é inaceitável!" Incrível como que ele já está alterado, depois de apenas meio copo de uísque de fogo.

"Infelizmente, se a situação não mudar logo logo, eu vou ter que fechar sim..." Ele diz, com um olhar triste. "Ah, uma aluna de Hogwarts veio aqui a pouco tempo. Foi para o Beco Diagonal. Acho que ela é da idade de vocês, já que veio aparatando. Fiquei impressionado, uma menina tão jovem e tão corajosa. Muito corajosa mesmo."

"Corajosa por quê?" Pergunto, sem conseguir conter a minha curiosidade.

"Porque ela veio sozinha. Nos dias de hoje, é difícil ver qualquer bruxo andando desacompanhado por aí, ainda mais uma garota."

Olho para o Sirius, confuso e ainda curioso. Quem será essa garota que resolve correr um risco desses? Ser tão irresponsável assim? Quando o Ministério disse para ninguém, homem ou mulher, criança ou adulto, sair desacompanhado? Para todos, sem exceção alguma, andarem em grupo?

"Como que ela era?" Sirius pergunta.

"Hum, deixa eu me lembrar... Não muito alta... mas também não era muito baixa..." Grande ajuda, Tom... E então ele pausa por alguns segundos, antes de continuar. "Mas me lembro dos olhos dela claramente, um verde esmeralda, bem brilhantes. E o cabelo, claro, não tem como esquecer, um cabelo ruivo longo."

Merda, Lily! Olho para o Sirius, e tenho certeza que o meu rosto reflete a mesma aparência surpresa da dele. Nos levantamos, eu coloco alguns sicles na mesa do bar, e saímos.

"Por que a Lily viria aqui sozinha? Será que ela não tem noção de perigo?" Eu pergunto, em voz alta, caminhando na direção da parede de tijolos que dão acesso para o Beco Diagonal.

"Pontas, ela é a melhor aluna do nosso ano. Ela sabe se cuidar." Sirius argumenta.

"Eu sei muito bem disso, Almofadinhas. Mas não adianta nada você ser muito poderoso, quando você está sozinho lutando contra vários Comensais da Morte." Eu argumento, furioso.

"Nisso você tem razão... Mas veja só, você não ouve nenhum grito de agonia, nenhum ataque, não é? Não se preocupe, está tudo bem." Ele também tem razão. Quando chegamos no Beco Diagonal vemos que está deserto. Nenhum bruxo. Nenhuma bruxa. Nenhum Comensal da Morte. Mas também nada da Lily.

Mas tem algo que chama a minha atenção, assim como a do Sirius. Um anúncio enorme na vitrine da loja de Artigos de Qualidade de Quadribol. A mais nova Cleansweep. A minha mais nova vassoura. Como se tivéssemos sido hipnotizados, paramos em frente a vitrine de olhos arregalados e boca aberta, analisando estáticos a beleza da vassoura na nossa frente, quando de repente ouvimos uma voz suave.

"Olá, Sirius. Oi, Potter."


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