Introdução: As ruas de Hogwarts, uma pequena cidade no interior da Inglaterra, já não sabia o que era ter paz a muitos anos, desde que duas das famílias mais importantes da região haviam começado uma guerra pessoal, manchando as ruas com o sangue de seus membros.

Mas a paixão entre a filha do Sr. Granger com o filho do Sr. Weasley pode mudar o rumo dessa história...

I

"Os Weasley E Os Granger"

Nossa história começa a cerca de 15 anos atrás, onde "Hogsmade Presentes E Decorações" era a maior fonte de renda na cidade de Hogwarts. Não tinha ninguém, criança, adulto ou idoso que não conhecesse o seu nome. Era a marca mais forte da região, que garantia renda e emprego para muita gente.

As principais pessoas por trás desse negócio eram três sócios de longa data: Arthur Weasley era quem tinha a maior parte do negócio. Com 52% das ações, foi ele quem deu o pontapé inicial no grande empreendimento. Tom Servolo Riddle, primogênito dos Riddle, uma família de muito prestígio tinha grandes talentos para o negócio e acabou sendo convidado por Arthur a se unir a ele. A 3ª pessoa, Wendel Granger, foi a última a se unir ao trio. Ele e Arthur eram amigos de longa data e quando voltou para a cidade depois de anos fora com sua esposa Mônica e sua filha recém nascida, Hermione, Arthur não exitou em chamá-lo para a sociedade. Tom não quis abrir mão dos 48% que tinha, mas com a entrada de um terceiro sócio, não teve muita opção. Acabou ficando 24% para cada um (Arthur era quem mandava, o que ele podia fazer?) mas não gostou nem um pouco disso, apesar de não dizer nada.

Três anos tinham se passado e a empresa só fazia crescer. Tudo parecia ir bem. Arthur e Tom que já eram ricos, viram seu patrimônio aumentar. Wendel também estava se tornando um nome importante na região e a pequena Hermione, agora com 3 anos podia ter o melhor de tudo. Tudo estava indo bem e nada poderia mudar isso...

Se não fosse algo que ninguém esperava acontecer...

Misteriosamente, os números começaram a não bater mais. No começo, eram valores pequenos. Arthur começou a perceber isso, mas não quis incomodar os sócios com isso e repunha os valores do próprio bolso. Mas a coisa começou a se descontrolar...

Valores cada vez maiores começaram a desaparecer dos cofres da empresa e nem mesmo Wendel e Tom deixaram de perceber isso. A desconfiança começou a crescer. Os sócios começaram a se desentender e brigavam entre si constantemente. Foi quando surgiu a bomba.

Instigado pelos conselhos de Tom e contrariando todos os seus princípios, Arthur resolveu investigar os documentos de Wendel. Foi quando descobriu contas no exterior em nome de seu grande amigo onde estavam lá, todas as somatórias tiradas das contas da empresa. Não podia acreditar. Seu melhor amigo o traíra.

Por outro lado, Tom tinha comentado com Wendel que desconfiava que Arthur estava armando alguma coisa. Wendel não queria acreditar. Eram bons amigos e ele nunca faria nada de mal para ele. Mas Tom continuava dizendo que deveria ficar de olho aberto com Arthur.

Dias depois, debaixo de uma chuva de ofensas e insultos, chegava ao fim uma grande amizade.

Arthur tinha todas as provas que Wendel o tinha roubado e esse foi expulso da sociedade sem direito a nada e tendo que devolver tudo o que tinha pego.

Wendel não sabia o que estava acontecendo e Tom não ajudava em nada.

* Eu lhe avisei para não confiar nele...

* Mas... E você, Tom? Vai continuar com ele mesmo fazendo o que ele me fez?

* Meu caro Wendel... Eu posso ser rico, mas não quero depender do dinheiro dos meus pais. Tenho contas a pagar...

Mas o senhor Granger não acreditou muito nessas palavras. Deveria mesmo confiar totalmente em Tom Riddle? Mas aquela não era hora para pensar nisso.

Wendel teve que tirar dinheiro de onde não tinha para pagar as dívidas e tudo o que tinha reunido até ali, ele perdeu. Um ódio monumental invadiu o coração do senhor Granger. Quem Arthur pensava que era para expulsá-lo da sociedade sem nenhuma explicação e ainda exigir dele algo que não fazia idéia do que se tratava? Quem ele pensava que era para fazer ele e sua família passarem fome? Ele tinha filhos, pôxa. Um deles, inclusive, da mesma idade da sua pequena Hermione e outra mais nova. Afinal, eles não eram amigos? Não... Não mais... Não depois disso... Wendel nunca o perdoaria. Ele se reergueria custe o que custasse.

Arthur, por outro lado, também tinha o coração partido. Nunca pensou que seu amigo de anos o trairía desse jeito. Tinham feito planos... Como Wendel pôde trair sua confiança assim? Nunca o perdoaria por isso... Nunca...

Isso era um problema de ambos os senhores. Os dois eram muito orgulhos e rígidos. Não admitiam falhas por parte de ninguém, nem mesmo de seus filhos.

Com a saída de Wendel, Tom acabou voltando aos seus 48% e sorria satisfeito, ao lado de seu estagiário, Pedro.

* Viu só, Pedro? Aprenda desde já como são as coisas. Quem sabe daqui a uns cinqüenta anos você não chega ao posto de gerente de produção?

Pedro Pettigrew, o estagiário, deu um sorrisinho amarelo.

Os anos foram passando e a relação entre os Granger e os Weasley piorando. Mais ainda quando Wendel finalmente conseguiu montar o próprio negócio: Zonko´s, uma loja de brinquedos.

* Conseguiu isso pedindo esmolas ou com o dinheiro dos outros, hein Granger? _ provocava Percy, um dos filhos de Arthur ao passar pela loja no dia da inauguração _ Que diferença faz? É um trambiqueiro nojento do mesmo jeito...

Percy foi expulso da loja a vassouradas pela sra. Granger e no dia seguinte, um vidro apareceu quebrado na janela da frente da loja.

Ao saber que tinham sido Fred e Jorge, filhos de Arthur, Wendel foi tomar satisfação.

* Granger... Sou um homem muito ocupado. Não posso controlar o que os meus meninos fazem 24 horas por dia.

Wendel saiu bufando e dias depois, algumas paredes da Hogsmade apareceram pixadas. Ficou-se sabendo que quem tinha feito isso era Simas Finningan, primo em 2º grau de Hermione de 7 anos. Quando foi tirar satisfação, sr. Granger repetiu o discurso:

* Weasley.. Sou um homem muito ocupado. Não posso controlar o que o meu priminho faz 24 horas por dia.

Era assim que se tratavam agora. Pelo sobrenome. E enquanto a Zonko´s ganhava fama e rivalizava com Hogsmade, a disputa entre eles só fazia aumentar.

Os anos enfim se passaram e chegamos aos dias de hoje. Os meninos, agora homens que antes tinham briguinhas infantis pela disputa de suas famílias, agora viviam uma guerra declarada. Acostumados a ter tudo o que queriam, os filhos de Arthur eram mimados e por terem acompanhado o sofrimento do pai, não admitam ver a alegria de seus rivais.

Os Granger e seus familiares não perdoavam Arthur pelas dificuldades que tinham feito ele e a família passar.

Seus membros não podiam se encontrar nas ruas que era briga na certa. Já tinham ocorrido muitas mortes dos dois lados pela forma violenta com que se degladiavam e a cada baixa o ódio aumentava. Um encontro com o final feliz era aquele que um lado tinha que fazer dez pontos e o outro tinha um queixo quebrado.

Um dia, em uma briga particularmente violenta, onde Simas saiu com o olho inchado e Jorge com um furo na barriga, toda a cidade parou. Aberforth Dumbledore, o rígido governador de Hogwarts (Isso mesmo. O Alvo entra mais pra frente...) apareceu entre os combatentes.

* Novamente essas brigas e novamente o sangue mancha as ruas de nossas cidades. Não se envergonham disso? Não percebem que as pessoas de bem que os cercam não sabem a anos o que é viver em paz?

* Foi esse imbecil que começou.

* Cale essa sua boca cheia de lesmas, Finningan... Você cruzou o meu caminho quando eu ia passando.

* A rua é pública idiota! Além disso, esse é o trajeto para a casa do meu tio Wendel!

* Pro inferno seu titio Wendel e todos os Granger nojentos. Devia se jogar num poço com uma pedra no pescoço. Eu teria me matado se tivesse nascido naquele monte de lixo!

* Não seja por isso. Eu posso fazer o servicinho pra você, cachorro fedorento!

Os dois começaram a se pegar de novo. As pessoas começaram a gritar (ou aplaudir). Aberforth berrou:

* JÀ CHEGA!

Os dois pararam imediatamente.

* Já basta! Nossas celas estão lotadas e todas com membros de suas famílias que ficam matando e ferindo uns aos outros. As pessoas estão assustadas. Inocentes estão morrendo. Isso não pode continuar assim.

* Expulse toda a escória dos Granger, sr. Assim nossa cidade ficará limpa.

* E porque os Weasley não saem? Tenho certeza de que depois disso, a cidade ficará só com pessoas de bem ao invés de traidores nojentos!

* Quem está chamando de traidor? Seu Granger agregado de uma figa?!

Nova briga. Aberforth mandou que os guardas segurassem os dois baderneiros. Falou com voz mais calma, mas olhar impenetrável,

* Como eu ia dizendo, as coisas não podem ficar desse jeito. Se a prisão não dá um jeito em vocês, terei que tomar medidas mais severas. A partir de hoje, as brigas e os duelos estão terminantemente proibidos. Qualquer desobediência será severamente castigada. Se houver mais um registro de morte nessas ruas, o culpado será condenado a morte. Aquele que ferior, ao exilio ou coisa pior.

* Mas... _ disseram os dois juntos.

* E tenho dito. Guardas, podem soltá-los.

Os rapazes foram soltos e cada um seguiu seu caminho, lançando faíscas de ódio pelos olhos. As pessoas aos poucos foram se dispersando e a calma aos poucos se restaurando.

Esse era o dia a dia de Hogwarts. A rivalidade entre as famílias tinha atingido tal intensidade que só de passar pela mesma rua, acaba em ferimentos graves ou até morte para os membros.

Mas felizmente, nem tudo estava perdido. Mesmo entre os próprios filhos de Arthur, havia dois que não se metiam na confusão, se podiam evitar.

Um deles, ou melhor, uma, era Ginevra. Gina, como a chamavam, era a caçula. Era muito pequena quando tudo aconteceu (só tinha 2 anos) e além do mais, era muito meiga e doce. Essas disputas só a deixavam irritada. Era uma linda jovem de dezessete anos, com olhos castanhos e grandes cabelos ruivos (uma caractarística dos Weasley).

O outro, o caçula dos homens, era Ronald ou Rony, como o conheciam. Rony era um rapaz lindo (olha a opnião pessoal...), tinha um físico rígido, cabelos ruivos lisos que caiam sobre os olhos de um azul intenso. Não gostava nem um pouco dessas disputas e quando o provocavam, fingia não ouvir. Era chamado de covarde por causa disso, mas não se importava. Isso não lhe interessava nem um pouco.

* De novo aqui, Rony? _ um rapaz moreno, de olhos verdes se aproximou do amigo.

* Harry? Sim. Gosto de vir aqui para pensar de vez em quando.

* E em que tanto pensa?

* Sei lá. Nessa guerra sem sentido. Nesse casamento que meu pai insiste que eu realize. Na minha vida e no quâo vazia ela é... (eu sei que isso foi meio melodrmático, mas para quem conhece Romeu e Julieta sabe que o Romeu é assim mesmo).

* Vazia? Sua vida? Meu amigo, você é herdeiro de um dos maiores impérios da região. Tem um monte de amigo que gosta de você. As damas fazem fila para que você as despose. O que mais queria?

* Não sei... Algo que não se resumisse a festas, dinheiro e mulheres... Estou farto disso. Não. Quero algo que encha a minha vida de luz e dor ao mesmo tempo... Quero um amor tão forte de faça meu coração querer sair pela boca. Quero conhecer uma pessoa que me deixe disposto a martar e morrer por ela.

* Não ama Lilá?

* Harry... Você é o meu melhor amigo. Me conhece melhor que meus pais. Acha mesmo que a amo?

* Sinceramente... Não.

* Lilá é uma boa pessoa. Nos conhecemos a anos. Nossos pais arranjaram esse casamento. Por algum tempo, vivemos bons momentos. Pensei realmente que a amava, mas... Não tenho certeza.

* Do que?

* Não sei se é ela minha metade. Minha alma gêmea que procuro tão desesperadamente.

* Rony... Você é muito esquisito.

* E você e Gina? Já marcaram a data?

Harry Potter, melhor amigo de Rony, era noivo de Gina.

* Sim. Pretendemos nos casar no fim da primavera.

* Que bom... Te desejo felicidades, amigo.

* E a você, sorte com sua alma gêmea. _ disse Harry, com um risinho.

* Pode crer que eu terei. E quando a encontrar, saberei na mesma hora que será ela...

Enquanto isso, longe dali...

*HHHHHEEEEERRRRRMMMMIIIIOOOONNNNEEEEE! _ ecoou a voz da senhora Granger, pelo castelo.

Todos os empregados olharam assustados.

* HHHHHEEEEERRRRRMMMMIIIIOOOONNNNEEEEE! _ voltou a ecoar a voz da senhora.

* Tudo bem, madrinha? _ perguntou Luna, sua afilhada de 17 anos chegando.

* Luna. Que bom que está aqui. Viu Hermione?

* Não, senhora. Não a vejo a algumas horas. Quer ajudar para procurar?

* Eu gostaria muito, obrigada.

Segundos depois, duas vozes chamavam o mesmo nome pela casa.

Enquanto isso, nos jardins, uma linda jovem brincava com seu gatinho, Bichento. Era uma moça muito bela, com olhos castanhos cor de mel, cabelos marrons que pendiam em graciosos cachos. A pele branca como a neve. Sorriso cativador. Essa era Hermione Granger, agora com quase 18 anos.

* Hermione, aí está você!

* Luna? Quando chegou?

* A alguns minutos. Sua mãe está a sua procura.

* Minha mãe? Ela disse o que era?

* Não. Só disse que é importante.

Hermione deu um suspiro cansado.

* Aposto que ela quer que arrume meu armário ou algo assim.

* Não acho que seja isso.

A jovem levantou da grama, deixando Bichento correr atrás de uma borboleta, e foi para dentro de casa, com Luna logo atrás.

* Me chamou, mamãe?

* Sim. Quero falar com você sobre seu baile.

* Baile?

* Seu baile de aniversário, querida. Já se esqueceu?

* Ah... Aquele baile...

* Francamente, aonde está com a cabeça?

* Mamãe... Isso é mesmo necessário?

* Claro que é! Hermione, já vai fazer dezoito anos. Está na idade de se casar.

* Mas... Eu ainda me acho tão nova. Tenho tantos planos. Viajar, conhecer lugares novas... Me apaixonar...

* Querida... Vai ter muito tempo para isso quando estiver casada. Além disso, todos os rapazes da alta sociedade vão estar em seu baile. Quem pode dizer que o seu "grande amor" não está entre eles?

Hermione deu um leve sorriso. Sua mãe lhe deu um beijo no rosto e saiu, dizendo a elas que tinha muitos afazeres e que era Luna quem iria ajudá-la a se preparar para o baile dali a dois dias. Hermione tomou uma expressão triste e baixou os olhos.

* Que foi, Hermione?

* Luna... Não gosto disso. Está me cheirando a casamento arranjado.

* Porque pensa assim?

* Você viu minha mãe. Está entusiasmada com a idéia de que eu me case. Além disso, para meu pai me apresentar para rapazes da alta corte, ele tem intenção de que eu conheça alguém.

* E isso não é bom?

* Eu não sei, Luna... Sabe. Eu sempre sonhei em um dia conhecer alguém especial... Alguém que fizesse meu corpo inteiro estremecer com um olhar. Alguém que quando me beijasse, me fizesse esquecer de mim e cometer loucuras...

* Ué? E não pode achar essa pessoa no baile?

* Não sei. Tenho certeza de que esses riquinhos mimados só vão querer se aproximar de mim por interesse ou por ordem dos pais.

* Hermione, que isso? Não confia em você mesma?

* Eu confio, mas...

* Então porque acha que só se aproximariam por esses motivos? Você é linda e tenho certeza que seu cavaleiro alado pode aparecer em qualquer momento, te colocar em seu cavalo branco e te levar ao paraíso...

* Luna... Você e essas suas filosofias... Temos que ser realistas. Eu sonho em encontrar alguém, mas... Não acho que terei essa oportunidade...

* Hermione, sua cabeça é muito terrena. Aprenda a sonhar de vez em quanto, mulher! Quem garante que o seu principe encantado não estará nesse baile?

Luna pôs as mãos na cintura de um jeito muito cômico. Fazendo Hermione sorrir.

* Está bem. Vou tentar pensar como você... _ suspirou e pensou em seguida _ "Será que isso é mesmo possível?... Será que o homem destinado a me fazer feliz estará mesmo no meu baile de aniversário?"

No dia seguinte, Rony continuava muito aborrecido. Harry chegou, junto com mais alguns amigos, Neville Longbotton e os irmãos Dênis e Colin Creevey.

* Rony. Temos algo para melhorar seu astral.

* Sério? O que poderia ser?

* Olha isso.

Harry lhe entregou um papel.

* Bela bosta. Um baile na casa dos Granger. O que eu tenho a ver com isso?

* Como assim o que você tem a ver, animal? _ dizia Colin, de 17 anos _ O que melhor para levantar o ânimo do que uma festinha?

* Isso mesmo! _ concorda Dênis, o mais novo de 15 anos _ Vai estar cheio de mulheres bonitas, amigão?

* E daí?...

* Rony, sai dessa! _ dizia Harry _ Você tem que se animar.

Rony olha torto para Harry.

* Potter... É impressão minha ou você esqueceu que minha família e eles são inimigos mortais?

* E o que tem isso?

* Há! Ia ser uma visita muito amigável. "Olá, sr Wendel. Boa noite. Eu sei que não nos damos muito bem e que nossas famílias tem algumas pequenas desavenças, mas eu poderia ficar na festa da sua filha? Trouxe algumas bebidas e um pouco de carne para o bufê". Eu acho que não.

* Mas o que você não viu é que se trata de um baile de máscaras... _ disse Colin.

* Isso mesmo... Ninguém vai te reconhecer. _ disse Dênis.

* Vamos, Rony. Vai ser legal. _ diz Neville.

* Quem sabe a sua "alma gêmea" não está lá, hein amigão?

* Entre aquele bando de patricinhas? Duvido.

* Rony, não seja chato! _ bronquieia Colins.

* Vamos ser os únicos da cidade que não vão. _ diz Dênis.

* Ninguém está segurando vocês.

* Não é a mesma coisa sem você. Harry fica de mal humor se você não está junto. _ comenta Neville.

* É isso aí. EI! _ olha torto para Neville, mas depois sorri _ Ele tem razão. Além disso, nunca vai encontrar ela se não procurar. _ diz Harry.

* Dê uma chance pra si mesmo. _ diz Dênis.

* É só uma festa, _ diz Colin.

* TÁ BEM! _ ele grita. Estava já irritado _ Eu vou pra vocês pararem de me encher o saco!

* É isso aí! _ disseram Colin e Dênis juntos.

Neville sorriu. Harry olhou feliz para seu amigo. Não agüentava vê-lo chateado daquele jeito e um pouco de diversão iria lhe fazer bem.

Na mansão Granger, Hermione fazia a prova do seu vestido antes da grande noite...

CONTINUA