Ola pela última vez nessa fic amigas!

Finalmente "O segredo de Kagome Higurashi" chega ao capitulo final!

Depois de alguns meses postando, finalmente essa história hilariante chega ao fim, tenho vontade de chorar T.T

A todos vocês que acompanharam meu muito obrigada. A força de cada um me fez continuar, combater o cansaço e postar pra vocês.

Mil beijos pra vocês e boa leitura.

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Inuyasha e sua turma não me pertencem, são de Rumiko Takahashi

Essa história também não me pertence, é de Sophie Kinsella


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Vinte e Seis


Durante um tempo não consigo me mexer. Fico parada, atônita, com o vento soprando no rosto, olhando para o fim da rua onde o carro de Inuyasha desapareceu. Ainda posso ouvir sua voz na mente. Ainda posso ver seu rosto. O modo como ele me olhou, como se não me conhecesse, depois de tudo.
Um espasmo de dor atravessa meu corpo e eu fecho os olhos, quase incapaz de suportar. Se eu pudesse voltar no tempo... se fosse mais incisiva... se tivesse levado Kagura e seu amigo para fora do teatro... se tivesse falado mais depressa quando Inuyasha apareceu...

Mas não fiz isso. E é tarde demais.

Um grupo de convidados da festa sai do pátio para a calçada, rindo e falando de táxis.

- Você está bem? – quer saber alguém com curiosidade, e eu levo um susto.

- Estou – digo. – Obrigada. – Olho mais uma vez para onde o carro de Inuyasha

desapareceu, depois me obrigo a voltar lentamente para a festa.

Encontro Sango e Kagura ainda na salinha, Kagura se encolhendo de terror enquanto Sango pega pesado com ela.

- ...sua putinha egoísta e imatura! Você me dá nojo, sabia?

Uma vez ouvi alguém dizer que Sango era um Rottweiler no tribunal, e nunca pude entender. Mas agora, vendo-a andando de um lado para o outro, os olhos chamejando de fúria, também sinto um bocado de medo.

- Kagome, faz ela parar! – implora Kagura. – Faz ela parar de gritar comigo.

- Então... o que aconteceu? – Sango me olha, com o rosto iluminado de esperança. Em silêncio eu balanço a cabeça.

- Ele...

- Ele foi embora. – Engulo em seco. – Não quero mais falar.

- Ah, Kagome. – Ela morde o lábio.

- Não – digo com voz embargada. – Assim eu acabo chorando. – Encosto-me na parede e respiro fundo algumas vezes, tentando voltar ao normal. – Onde está o amigo dela? – pergunto finalmente e aponto o polegar para Kagura.

- Foi expulso – responde Sango com satisfação. – Estava tentando tirar uma foto do juiz Hugh Morris de malha, e um punhado de advogados o rodeou e colocou para fora.

- Kagura, escute. – Obrigo-me a encontrar seu olhar azul que não mostra arrependimento. – Você não pode deixar que ele descubra mais nada. Não pode.

- Tudo bem. – cede ela, carrancuda. – Eu já falei com ele. Sango me obrigou. Ele não vão continuar com isso.

- Como você sabe?

- Ele não vai fazer nada que irrite mamãe. Ele tem um arranjo muito lucrativo com ela.

Jogo para Sango um olhar do tipo "dá para confiar nela?", e ela encolhe os ombros, em dúvida.

- Kagura, isso é um aviso. – Vou até a porta e meu rosto está sério. – Se alguma coisa for revelada, qualquer coisa, eu vou tornar público que você ronca.

- Eu não ronco! – nega Kagura irritada.

- Ronca sim – confirma Sango. – Quando você bebe demais, ronca muito alto. E nós vamos contar a todo mundo que você comprou seu casaco Donna Karan numa loja de ponta-de-estoque.

Kagura ofega horrorizada.

- Não comprei! – diz ela com o vermelho enchendo as bochechas.

- Comprou sim. Eu vi a bolsa de compras – entôo. – E vamos tornar público que uma vez você pediu um serviette e não um guardanapo.

Kagura aperta a mão na boca.

- ...e que sua pérolas são cultivadas, e não de verdade...

- ...e que você nunca prepara a comida que oferece nos seus jantares...

- ...e que aquela foto sua com o príncipe William é forjada...

- ... e vamos contar a todo homem que você namorar, de hoje em diante, que você só está querendo uma pedra no dedo! – termino, e olho agradecida para Sango.

- Certo! – grita Kagura, praticamente em lágrimas. – Certo! Prometo que vou esquecer tudo sobre isso. Prometo. Por favor, só não falem da loja de ponta-de-estoque. Por favor. Posso ir agora? – Ela olha para Sango, implorando.

- Sim, pode ir. – diz Sango cheia de desprezo, e Kagura corre para fora da sala. Quando a porta se fecha, eu encaro Sango.

- Aquela foto de Kagura com o príncipe William é mesmo forjada?

- É! Eu não contei? Uma vez eu fiz umas coisas para Kagura no computador dela e abri o arquivo por engano, e ali estava. Ela simplesmente grudou a cabeça no corpo de outra garota!

Não consigo evitar um risinho.

- Essa garota é inacreditável!

Deixo-me afundar numa cadeira, sentindo-me subitamente fraca, e por um tempo há silêncio. A distância ouço o rugir de gargalhadas na festa, e alguém passa pela porta da sala falando do problema do sistema judiciário tal como é....

- Ele nem quis ouvir? – pergunta Sango finalmente.

- Não. Só foi embora.

- Isso não é meio extremo? Quero dizer, ele entregou todos os seus segredos. Você só entregou um dele...

- Você não entende. – Encaro o tapete velho da sala. – O que Inuyasha me contou não é uma coisa qualquer. É uma coisa realmente preciosa para ele. Ele veio até aqui me contar. Mostrar que confiava em mim. – Engulo em seco. – E no instante seguinte me acha falando tudo com um jornalista.

- Mas você não estava! – argumenta Sango com lealdade – Kagome, não foi sua culpa!

- Foi! – As lágrimas estão crescendo nos meus olhos. – Se eu ficasse de boca fechada, se nunca tivesse dito alguma coisa a Kagura...

- Ela pegaria pesado de qualquer modo. Ele estaria processando você por um arranhão no carro. Ou pela genitália danificada.

Dou um riso trêmulo.

A porta se abre de súbito, e o sujeito com penas na cabeça, que vi nos

bastidores, olha para dentro.

- Sango! Aí está você. Estão servindo a comida. E parece bem boa.

- Certo – responde ela. – Obrigada, Colin. Eu já vou indo.

Ele sai e Sango se vira para mim.

- Quer comer alguma coisa?

- Não estou com fome. Mas vai você – acrescento depressa. – Você deve estar, depois da apresentação.

- Estou morrendo de fome. – Em seguida ela me dá um olhar ansioso. – Mas o que você vai fazer?

- Eu... só vou para casa – tento sorrir o mais animada que consigo. – Não se preocupe, Sango, vou ficar bem.

E estou planejando ir para casa. Mas quando saio descubro que não consigo me obrigar. Estou tensa como uma mola. Não consigo pensar em ir para a festa e jogar conversa fora – mas também não consigo pensar nas quatro paredes vazias do meu quarto. Ainda não.

Em vez disso vou pelo cascalho em direção ao auditório vazio. A porta está destrancada e eu entro direto. Ando pelo escuro até uma poltrona no meio, e sento-me cansada no assento roxo e fofo.
Enquanto olho para a escuridão silenciosa do palco vazio, duas lágrimas gordas escorrem lentamente pelo meu rosto. Não acredito que fiz uma merda tão monumental. Não acredito que Inuyasha realmente acha... acha que eu faria...
Fico vendo o choque no rosto dele. Fico revivendo aquela impotência travada, aquele desespero de falar; de me explicar.

Se eu ao menos eu pudesse voltar no tempo...

De repente há um rangido. A porta está se abrindo vagarosamente.

Olho em dúvida para a escuridão enquanto uma figura entra no auditório e pára. Mesmo contra a vontade, meu coração martela com uma esperança insuportável.

É Inuyasha. Tem de ser Inuyasha. Ele veio me procurar.

Há um silêncio longo, angustiante. Estou tensa de apreensão. Por que ele não diz nada? Por que não fala?

Ele está me castigando? Está esperando que eu peça desculpa de novo? Ah meu Deus, isso é uma tortura. Diga alguma coisa, imploro em silêncio. Diga alguma coisa.

- Ah, Francesca...

- Kouga...

O quê? Olho de novo, com mais atenção, e sinto um choque de desapontamento. Sou uma imbecil. Não é Inuyasha. Não é só uma figura, são duas. É Kouga, e aquela deve ser a namorada nova. E estão se esfregando.
Arrasada, afundo na poltrona tentando bloquear os ouvidos. Mas não adianta, consigo ouvir tudo.

- Você gosta disso? – ouço Kouga murmurando.

- Mmm...

- Gosta mesmo?

- Claro que gosto! Pára com esse interrogatório!

- Desculpe – diz Kouga, e há um silêncio, afora um ou outro "Mmm".

- Você gosta disso? – diz a voz dele outra vez.

- Eu já disse que gosto.

- Francesca, seja honesta, certo? – A voz de Kouga se eleva, agitada. – Porque se isso significa um não...

- Não significa um não! Kouga, qual é o seu problema?

- Meu problema é que não acredito em você.

- Você não acredita em mim? – Ela parece furiosa. – Por que, diabos, você não acredita em mim?

De repente estou cheia de remorso. É tudo minha culpa. Não somente estraguei meu relacionamento, agora estraguei o deles também. Tenho de fazer alguma coisa. Tenho de construir pontes.

Pigarreio.

- Hrm... com licença?

- Quem é, droga? – irrita-se Francesca. – Tem alguém aí?

- Sou eu. Kagome. A ex-namorada de Kouga.

Uma fileira de luzes se acende, e eu vejo uma garota ruiva me olhando com beligerância, com a mão no interruptor.

- Que diabo você está fazendo aqui? Espionando a gente?

- Não! Olha, desculpa. Eu não queria... eu não pude deixar de ouvir... – Engulo em seco. - O negócio é... Kouga não está sendo difícil. Ele só quer ser honesto. Quer saber do que você gosta. – Busco minha expressão mais compreensiva, de amiga. – Francesca... diga a ele o que você quer.

Francesca me olha incrédula, depois olha para Kouga.

- Eu quero que ela dê o fora daqui. – Ela aponta para mim.

- Ah – digo sem graça. – É, tudo bem. Desculpe.

- E apague as luzes quando sair – acrescenta Francesca, guiando Kouga pelo corredor em direção aos fundos do auditório.

Eles vão fazer sexo?

Certo, não quero estar por aqui para ver isso.

Pego minha bolsa depressa e vou rapidamente pela fileira de bancos em direção à saída. Passo pela porta dupla para o saguão, apagando a luz ao mesmo tempo, e saio para o pátio. Fecho a porta e levanto os olhos.

E congelo.

Não acredito. É Inuyasha.

É Inuyasha, vindo para mim, caminhando depressa pelo pátio, com determinação no rosto. Não tive tempo para pensar nem para me preparar.

Meu coração está realmente disparado. Quero falar, chorar ou... fazer alguma coisa, mas não consigo.
Ele me alcança com um som de cascalho esmagado, me pega pelos ombros e me dá um olhar longo, intenso.

- Eu tenho medo de escuro.

- O quê? – hesito.

- Eu tenho medo de escuro. Sempre tive. Tenho um bastão de beisebol debaixo da cama, só para garantir.

Encaro-o numa perplexidade absoluta.

- Inuyasha...

- Eu nunca gostei de caviar. – Ele olha em volta. – Eu... eu tenho vergonha do meu sotaque em francês.

- Inuyasha, o que você...

- Eu ganhei a cicatriz no pulso abrindo uma garrafa de cerveja quando tinha quatorze anos. Quando era garoto eu costumava grudar chiclete debaixo da mesa de jantar da tia Francine. Perdi a virgindade com uma garota chamada Lisa Greenwood, no celeiro do tio dela, e depois perguntei se podia ficar com o sutiã dela para mostrar aos meus amigos.

Não consigo evitar um riso fungado, mas Inuyasha continua mesmo assim, com

o olhar fixo no meu.

- Eu nunca usei nenhuma das gravatas que minha mãe me deu de Natal. Sempre quis ser uns dois a cinco centímetros mais alto. Eu... não sei o que significa co-dependente. Tenho um sonho recorrente em que sou o Super-homem, caindo do céu. Às vezes fico sentado nas reuniões de diretoria, olho em volta e penso: "Pô, quem são afinal esses caras?"

Ele respira fundo e me olha. Seus olhos estão mais escuros do que nunca.

- Eu conheci uma garota num avião. E... como resultado minha vida inteira mudou.

Uma coisa quente está crescendo dentro de mim. Minha garganta está tensa, a cabeça inteira doendo. Estou me esforçando ao máximo para não chorar, mas meu rosto inteiro se contorce.

- Inuyasha. – Engulo em seco desesperadamente. – Eu não... eu realmente não...

- Eu sei – ele me interrompe assentindo. – Eu sei que não.

- Eu nunca faria...

- Eu sei que não – murmura ele com gentileza. – Sei que não.

E agora não consigo evitar, as lágrimas começam a jorrar dos meus olhos, de

puro alívio. Ele sabe. Está tudo bem.

- Então... – Enxugo o rosto tentando recuperar o controle. – Então isso... isso significa... que nós... – Não consigo me obrigar a dizer as palavras.

Há um silêncio longo, insuportável.

Se ele disser não, não sei o que vou fazer.

- Bem, talvez você queira recuar de sua decisão – sugere Inuyasha finalmente, e me olha na maior cara-de-pau. – Porque eu tenho muito mais coisas mais para contar. E nem tudo é bonito.

Dou um riso trêmulo.

- Você não precisa contar nada.

- Ah, preciso sim – insiste Inuyasha com firmeza. – Acho que preciso. Vamos andar? – Ele sinaliza para o pátio. – Porque isso pode demorar um pouco.

- Certo – concordo com a voz ainda um pouco embargada.

Inuyasha estende o braço, e depois de uma pausa eu o seguro.

- Então... onde eu estava? – pergunta ele enquanto vamos andando. – Ah, certo. Bom, isso você realmente não pode contar a ninguém. – Ele se inclina para perto e baixa a voz. – Eu não gosto de Panther Cola. Prefiro Pepsi.

- Não! – exclamo chocada.

- Na verdade, às vezes eu coloco Pepsi numa lata de Panther...

- Não! – gargalho.

- Verdade. Eu disse que não era bonito...

Lentamente começamos a rodear juntos o pátio escuro. O único som é o dos nossos pés no cascalho, da brisa nas árvores e da voz seca de Inuyasha, falando. Contando tudo.

Vinte e sete

(super micro Epílogo)

É incrível como sou uma pessoa diferente esses dias. É como se tivesse me transformado. Sou uma nova Kagome. Muito mais aberta do que antes. Muito mais honesta. Porque o que aprendi de verdade é: se você não pode ser honesta com seus amigos, colegas e entes queridos, de que serve a vida?
Os únicos segredos que tenho hoje em dia são pequeninos. E mesmo assim não tenho praticamente nenhum. Acho que poderia contá-los nos dedos de uma das mãos. Bom, agora, por exemplo, me vêm a cabeça:

1. Não sei bem se gosto das novas luzes que mamãe fez.

2. Aquele bolo estilo grego que Sango fez no meu aniversário foi a coisa mais nojenta que já provei.

3. Peguei emprestado o maiô Ralph Lauren da Kagura para passar férias com mamãe e papai e arrebentei uma alça.

4. Outro dia, quando estava dando as orientações no carro, olhei o mapa e quase disse: "O que é esse grande rio em volta de Londres?" Então notei que era a rodovia M25.

5. Tive um sonho muito estranho na semana passada, com Sango e Bankotsu.

6. Secretamente comecei a alimentar a planta de Kanna com adubo "Renascer".

7. Tenho certeza de que Sammy, o peixe dourado, mudou de novo. De onde veio aquela barbatana extra?

8. Sei que tenho de parar de dar meu cartão com Kagome Higurashi, executiva de marketing, para estranhos completos, mas não consigo evitar.

9. Não sei o que significa pró-ceramidas avançadas. (Nem mesmo sei o que são pró-ceramidas atrasadas.)

10. Ontem à noite, quando Inuyasha disse "Em que você está pensando?" e eu respondi "Ah, nada...". Não era bem verdade. Eu estava imaginando os nomes de todos os nossos filhos.

Mas o negócio é que é totalmente normal ter um ou outro segredinho que a gente não conta ao namorado.

Todo mundo sabe disso.

~*FIM*~

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Respotas as Reviews:

Anny-chan: Amiga acabou que no ultimo capitulo você foi a primeira a mandar review XD estou orgulhosa hsauhas. Bom no final tudo deu certo, a Kagura doida se aquietou e o Inuyasha continua amando a K-chan XD. Espero te ver na minha outra adaptação XD. Beijos.

Mary: A Sango deu uma dura nela não? E ela não fez por mau, só é meio doida sem noção que queria ajudar a amiga dela. Só que quase estragou tudo. Mais no fim tudo deu certo, isso que importa. Beijos.

L. Valliere: sahuhdudh... sim, acho que ele só se descontrolou por um momento e quando viu que ia fazer merda voltou, afinal eles passaram por muitas coisas pra conseguirem ficar juntos. Não aranque a tela de seu PC... ai esta o capitulo pra vc ver que tudo terminou beem XD. Beijos.

Liz-chan S2: AHSUAHSUAHUSA você é má. Mais elas também são viu? Raspar o cabelo pra ela é fácil, só por peruca saudhusahas. Efim, tudo terminou bem, estão todos felizes e contentes. Beijos.

Shirlaine: Nossa amiga, vc é bastante rancorosa... a Ka-cham ama ele pra caramba e ele também ama, só que o segredo dele não é dele, por isso do drama. Fora que como ele disse, ele não queria dizer pra TV, simplesmente ele se empolgou e saiu. E bom... como pode ver no ultimo capitulo, ele acreditou nela, foi mais o panico do momento, mais ele pensou um pouquinho e voltou XD. Mais ai é com vc. Eu amo o Inu por isso irei sempre defende-lo. A minha outra adaptação já esta rolando, é só procurar ai na pagina do fanfiction "A marca de uma lagrima" que é essa, vou até ver se posto outro capitulo hoje. Beijos.

Gabi: É amiga a Kaura é louca, mais como disse mais acima, acho que ela não fez por mau, ela só é doida mesmo, não tendo um simancol na vida dela. Vê-se a mãe dela o que a ensinou? Mais esta ai o ultimo capitulo com um viveram felizes para sempre AHSUHSUAHSUHA. Beijos amiga.

Tatiane: auhsuahsusha.., vc quer matar a Kagura e fala bem feito pra Kagome? Você é meio doida não? AHAUHAUH... enfim... gostou do ultimo capitulo? Espero que sim. Beijos.

Cosette: AHUAHSUASH vc esta dividida né amiga? Eu só entendo um pouco a reação do Inuyasha pelo fato de que o segredo dele não é dele sabe. É de outra pessoa que não tem nada a ver com a situação. Mas esta tudo bem, eles se acertaram e estão felizes XD. Beijos.

Nandinha82: "Pelo amor de Deus, prendam essa mulher no manicômio, ou em algum lugar que tenha sapatos e bolsas das marcas mais caras, de preferência sozinha" euri de mais quando li isso... AHUASHAUSHUASH ninguém merece você. Não arranque seus cabelos amiga! Você sobrevive, e não precisa matar a Kagura, acho que ela finalmente entendeu agora, também com a Sango gritando com ela daquele jeito, não tem como ela não ter entendido. Ai esta o ultimo capitulo, espero que tenha gostado amiga. Beijos

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É isso ai amigas, ACABOU! T.T agora é só "A marca de uma lagrima" que eu estou postando e espero vê-las lá também... Eu estava sonhando em conseguir 200 reviews com essa fic, mais não consegui T.T quem sabe um dia né?

Amei essa fic por cada amizade que eu consegui através dela e espero continuar com essas amizades sempre ^^

Beijos no coração de cada uma das pessoas que leram.

Ja ne

Lory Higurashi.