N/A: Tem início aqui, o último capítulo da história que entre tantas que eu já fiz, foi com certeza a que eu mais me dediquei. Estou muito orgulhosa desse trabalho e da repercursão que teve tanto aqui no site, como para as pessoas com quem eu compartilhei fora dele. E quero que isso se intensifique ainda mais. Eu já comentei isso antes, não sei se para todos, mas tenho muita vontade de transformar essa história em um livro. E gostaria muito de saber o que vocês, meus amigos, pensam disso. Por isso, eu peço que leiam esse último capítulo com o mesmo carinho que leram os outros e que quando forem comentar, me ajudem nessa decisão. Ficarei no aguardo da participação de todos. Isso é muito importante para mim. Falo isso de coração e sei que falarão da mesma forma.

Um beijo a todos


Capítulo 31

"Paz"

Sango ainda tinha dificuldade para se levantar e tirar o peso de cima de seu corpo, mas conseguiu depois de algum tempo. A visão era assustadora. Mas mais espantada ainda ela ficou ao ver quem tinha feito aquilo.

- Você?...

Miroke também estava em choque. De todas as pessoas que tinham alguma ligação com Narak, essa era a última em que Sango pensaria.

- Verme nojento. Nem para morrer você serve. _ os olhos castanhos ainda continham uma fúria incontrolável, em suas mãos ainda estava o pedaço de madeira utilizado no golpe.

- O que VOCÊ faz aqui? _ Sango indagou, surpresa.

Ela virou-se para Sango. Seus olhos indecifráveis.

- Não fiz isso por você, se é o que quer saber. _ e foi até Miroke _ Está tudo bem?

- Si... _ Miroke estava um tanto sem graça _... Me siento mejor.

- Que bom. _ ela sorriu, acariciando-lhe o rosto.

- Desde quando você conhece o Narak? _ Sango conseguiu se levantar.

A morena balançou os cabelos.

- Eu disse a vocês que tinha arrumado um emprego, não?

- Mas... Mas, Koharu. _ Sango tentava entender _ Desde quando você está envolvida nisso tudo?

A jovem suspirou.

- Praticamente desde o começo. _ ela admitiu _ Eu sabia que Narak tinha segredos sujos e comecei a investigar. Eu vi quando raptou Ayame e quando armou para Kouga ir até ela. Eu até cheguei a ir até a boate naquele dia. Ayame estava desacordada, ela não deve se lembrar. Mas quando o vi fazendo aquelas coisas, eu vi o tipo de pessoa que ele era.

Nesse momento, Sango ajudava Miroke a se levantar. Os dois ouviam a jovem atentamente.

- Já tinha um tempo que eu queria me livrar disso tudo. Mas o maldito contrato me impedia.

Sango e Miroke se entreolharam, lembrando novamente de Ayame.

- Então, vi a notícia de seu baleamento, Miroke. _ Koharu lançou-lhe um olhar apavorado _ Fiquei tão assustada. Eu não queria que você morresse, seria o fim para mim.

Sango podia sentir ciúmes, mas não sentiu. Nesse ponto o que ela e Koharu sentiam em relação à Miroke era muito parecido.

- Eu sabia que era intenção de Narak aproveitar da fragilidade de Miroke para aprontar uma com vocês. Me ofereci para ajudar.

- Sua... _ Sango sentiu o sangue ferver. Então, ela não era tão inocente assim, não é?

Abraçou Miroke de forma protetora.

- Calma! _ Koharu exclamou _ Eu sabia que se não o ajudasse, aí sim o Miroke iria morrer. Eu estava chateada com vocês, mas não a esse ponto. Participando do plano, eu poderia interferir na hora certa.

Sango não ficou totalmente tranqüila. Koharu até tinha razão em pensar daquela forma, mas não conseguia abandonar a necessidade de culpá-la de alguma forma.

- Você era a enfermeira. _ não era uma pergunta. Koharu assentiu _ Sabe que foi cúmplice em um seqüestro, não? Que terá que pagar por isso.

Koharu suspirou.

- Eu sei. _ Koharu tinha os olhos tristes _ Mas era isso ou deixá-lo morrer. Eu não suportaria tal coisa.

As lágrimas vieram aos olhos de Koharu e finalmente Sango a compreendeu.

- Obrigada.

- Realmente, te debo gracias, Koharu. _ Miroke falou, também mexido _ Tu salvastes mi Sango e mi vida. Eres una buena amiga.

Koharu levantou os olhos, tentando sorrir.

- Faria tudo de novo... Por você.


A polícia não demorou a chegar ao local, acompanhada pelos amigos do casal.

- Prima! Que bom que está bem. _ Agome a abraçou, acompanhada por Ayame.

Narak já estava acordado quando foi algemado e levado para o hospital, mas ainda muito tonto por causa da pancada por isso não conseguiu fugir. Havia uma segunda ferida próxima daquela que Miroke deixara a um bom tempo atrás e ela ainda sangrava. Mas ele ainda teve energias suficientes para lançar aos seis amigos e a Koharu um olhar vingativo.

- Não acredito que esse pesadelo chegou ao fim. _ Ayame exclamou _ Estou tão aliviada.

- Por lo menos ahora poderemos vivir nuestras vidas en paz. _ Kouga comentou, passando o braço pelo ombro da esposa.

Eles viram que Koharu também era levada.

- Koharu! _ Miroke avançou para ela, acompanhado de Sango _ No te preocupes. Nosotros hablaremos con nuestros abogados. Tu no te quedarás cativa por mucho tiempo.

- Obrigada. _ ela soltou, emocionada. Em seguida, foi envolvida pelos braços de Sango.

- Nós é que temos que te agradecer. _ ela a olhou, com seriedade _ Você pisou na bola ao ajudar Narak com esse seqüestro. Mas sei também que você não tinha armas para impedi-lo e preferiu estar por perto para ajudar. _ ela sorriu _ Você salvou o pai do meu filho e lhe serei eternamente grata por isso.

Koharu baixou os olhos para a barriga de Sango.

- Posso?

Sango assentiu. A jovem pôs a mão na barriga dela.

- Eu sei que fiz muitas coisas erradas. E me arrependo muito por isso. _ ela admitiu _ Agora vou pagar por elas, então só te peço uma coisa, Sango.

- O que?

- Cuida bem desse neném. _ ela voltou a alisar a barriga _ É um pedacinho do meu Miroke que está aqui dentro.

Novamente Sango teve razões para sentir ciúmes, mas não sentiu. Sabia que não era na malícia que Koharu se referia a Miroke como seu. Ela apenas o amava profundamente, como ela própria amava. E era esse amor que tinha salvado a vida dele, dela e de seu filho. Ela não o menosprezaria nunca mais.

- Pode deixar.


A cena se repetia.

Igreja arrumada, flores para todos os lados. Pessoas sorridentes.

Os dois noivos estavam bem ansiosos (um deles estava sentado, ainda não estava totalmente recuperado de ter sido baleado). A marcha nupcial começou a tocar e as pessoas se levantaram. A visão das duas jovens deixou a todos paralisados.

Agome tinha os cabelos presos em um coque elegante, deixando apenas as pontas soltas. Seu vestido era branco de alças finas com bordados delicados por toda a sua extensão. Seu buquê, assim como fora o de Ayame, era de flores silvestres.

Sango estava com os cabelos trabalhados em cachos perfeitos, que pendiam em suas costas. O vestido era pérola no modelo dos vestidos europeus de damas da corte (de repente o antigo apelido, mi princesa, lhe veio a memória) e seu buquê (trazendo outras lembranças) era de rosas vermelhas.

Quem acompanhava as duas moças era Motuo, que não segurava a emoção de entrar com a filha e a sobrinha no altar. Entregando-as aos noivos, lançou a Miroke um olhar ameaçador.

- Você cuidará bem da minha menina, não é rapaz?

- De la mejor manera posible, mi suegro.

Motuo teve que engolir a bili, entregando Sango de mal grado. Não é que não gostasse de Miroke. Mas não aceitou muito bem o fato dele tê-la engravidado antes do casamento. Miroke se levantou para recebê-la, dando-lhe um beijo na testa.

A missa prosseguiu sem maiores problemas, até chegar o famoso "Se alguém tem algo a dizer, que fale agora ou se cale para sempre.". Foi quando ela apareceu.

- Inuyasha!

Todos se viraram para a bela morena que invadia a igreja.

- Ki... Kikyo... _ a voz de Inuyasha falhou. Ele podia sentir na pele as ondas negras que Agome lhe lançava _ Que haces aqui?

- Não é óbvio, idiota? _ Agome gritou, irritada. Já estava nervosa o suficiente pelo casamento para se passar por uma mocinha educada diante de Kikyo _ Ela está aqui para arruinar nosso casamento, como pode ser tão lento?

Inuyasha virou-se para Agome, com expressão perplexa.

- Que yo hice?

- Como se você não soubesse. _ ela bufou _ Caramba, Inuyasha. Tudo bem que vocês têm uma história, mas tinha que convidá-la? Nunca esperaria algo assim de você.

Agome não era tão tranqüila quanto Ayame ou Sango. Talvez fosse o trauma de ser amante por tanto tempo, mas não suportaria a idéia de que os papéis se invertessem agora com ela como titular e Kikyo como amante.

Inuyasha fechou a cara.

- Y yo esperaba que tu tuviesses más confianza en mi. Pero vi que me equivoqué.

O clima começou a pesar e os quatro amigos não sabiam se interferiam ou não na discussão. Não era possível que depois de tanta coisa juntos, iriam querer se separar na hora do casamento.

- Yo no hice eso. _ Inuyasha assegurou _ Sabia que te quedarias nerviosa. Por que haria algo así?

- Ah... E ela ficou sabendo do casamento por puro acaso? Por adivinhação? Me poupe, Inuyasha!

- Ah... Agome... _ Miroke resolveu que era sensato interferir _ ... No sé si te acuerdas, pero... Crash es conocido. La notícia de la unión de ustedes salió en todos los meyos de comunicación.

Agome ficou pálida. Isso era verdade. Virou-se para Inuyasha, com um olhar cheio de culpa.

- Inuyasha... Me desculpe, eu... _ sentiu o rosto queimar _ ...Sou uma imbecil. _ e começou a chorar.

Inuyasha se desesperou.

- O-Oyga! _ ele a cercava _ No necesitas llorar. Estoy bien.

Agome lhe lançou um olhar furtivo. Apesar de ele tentar acalmá-la, seus olhos estavam um tanto frios. Ele estava magoado.

- Mentiroso!

- Ya dije que no es necesario que llores! _ ele voltou a dizer, um pouco mais rude.

- Inuyasha... _ Kikyo voltou a dizer _ Como puedes amar una chica que sequer te tiene en confianza? Vuelvas a mi, mi amor! Te extraño tanto.

- No seas estúpida, Kikyo. _ Inuyasha atirou _ Yo nunca dejaría Agome por ti.

- Estúpido es tu! _ ela gritou. A igreja toda os observava nesse momento _ Haces lo que hices conmigo y aún me ofendes! Tu eres un mal educado! _ e também começou a chorar.

Nessa hora, Inuyasha ficou realmente sem saber o que fazer. Era extremamente sensível nessa parte. Não podia ver uma mulher chorar. E agora, a ex. e a atual choravam por causa dele.

- Kikyo... _ ele quis ir até ela, mas Agome o fuzilou com os olhos.

- Como ousa tentar consolar outra na minha frente?

- Pero...

- Como te atreves a decir esas cosas terríbles a mi después de todo lo que me hices?

- Me desculpe, yo...

- Inuyasha, mais um passo e eu te deixo nesse altar.

- Agome...

- Inuyasha, si no es ahora, no será jamás. _ Kikyo ameaçou.

- Inuyasha, tire essa mulher da minha frente. _ Agome ordenou, sem olhar diretamente para Kikyo,

- Pero... _ Inuyasha observou Kikyo. Seus olhos estavam encharcados. Ela ainda estava muito magoada e ele ainda se sentia muito culpado pelo que tinha feito. Não queria simplesmente expulsar Kikyo dali. Isso seria desumano.

- I-nu-y-a-sha... _ a forma lenta e mortífera com que Agome chamou sua atenção o tirou de qualquer dúvida.

- Kikyo, lo siento. _ ele realmente sentia aquilo _ Pero creo que es mejor que te vayas.

Ele falou em um tom brando, mas para Kikyo soou como se tivesse berrado.

- Te ódio. _ e saiu em seguida.

Todos os olhares se voltaram para os dois. O padre, totalmente esquecido, deu um pigarro.

- Será que... Eu posso continuar?

Inuyasha lançou a Agome um olhar inseguro. Será que ainda queria se casar com ele?

- Pode. _ ela anunciou, deixando-o aliviado.

A cerimônia prosseguiu sem maiores problemas.


Já na festa, Ayame sentiu o celular vibrar e feliz viu que se tratava de uma ligação de Ayumi.

- Alô?

- Ayame? Ah, quanto tempo!

- É mesmo. Quase não nos falamos desde que vocês se mudaram. Que coisa, estava com saudades. Como estão?

- Está tudo ótimo. Estamos todas trabalhando. Eu terminei a faculdade de Administração e estou fazendo Direito.

- Uau. Isso é que é gostar de estudar, não? Conseguiu ganhar bolsa de Direito também?

- Pois é, estou muito feliz. Desculpe não podermos ter ido ao casamento de vocês. Moramos muito longe, você sabe. Mas mandamos algumas mensagens de felicidades e os presentes. Vocês receberam?

- Sim. Nós todas adoramos.

- Espera só um pouco. Vou pôr no viva voz.

Alguns segundos depois, ela ouviu a voz de Eri.

- E aí, Ayame! _ ela cumprimentou _ Curtindo a neném e o maridão?

Ayame sorriu.

- Muito. Estamos muito felizes. E como estão todas? Soube que a Yuka está namorando, é verdade?

- E você nem imagina com quem. _ Eri fez suspense _ Com Ginta, seu ex.!

Aquilo foi um choque. Ela nunca mais o tinha visto desde o seu casamento e nunca imaginaria que ele fosse se envolver justo com uma antiga amiga. Como o mundo é pequeno.

- Nossa. Por essa eu não esperava. _ ela admitiu.

- Estão num grude só. _ Ayumi continuava _ Logo ela que não acreditava em amor verdadeiro. Não consegue ficar longe dele por cinco minutos.

- Inclusive ela adoraria falar com você, mas está muito ocupada no momento. _ Eri comentou, a voz cheia de mensagens implícitas.

- Ginta está aí? _ Ayame perguntou.

- Sim, mas... Não creio que ele possa te atender agora, Ayame. _ Ayumi comentou, com o mesmo tom de voz.

Ayame se sentiu triste. Ainda tinha algo incompleto entre ela e Ginta. Algo que ele tentou dizer no casamento, mas foi interrompido e desde então ela sempre pensava nisso. O que será que ele tinha feito que o tinha deixado tão arrependido?

Elas continuaram conversando por um tempo e logo Ayame desligou, ainda pensativa.

- Estranho...

- Que pasa? _ Kouga se aproximou, com Shampoo no colo.

- Não é nada. _ Ayame respondeu, sorrindo _ Minhas amigas entraram em contato. Vou falar com as meninas.

Uns quinze minutos depois, seu celular voltou a apitar. Era novamente o número de Ayumi, mas em mensagem de texto.

AYAME

ODEIO ADMITIR ISSO, MAS SINTO MUITO A SUA FALTA. EU FINALMENTE ENCONTREI ALGUÉM DE QUEM GOSTO E QUE ME FAZ FELIZ, MAS EU NÃO ESQUECI QUE JÁ FOMOS BONS AMIGOS. ESPERO UM DIA PODER TE VER SEM NENHUMA MÁGOA ENTRE NÓS. EU VI QUANDO AS MENINAS LIGARAM PARA VOCÊ E APROVEITEI UMA SAÍDA DELAS PARA LHE ESCREVER ESSA MENSAGEM. QUERIA ADMITIR UMA COISA A VOCÊ. FUI EU, AYAME, QUEM POSTOU AQUELAS COISAS HORRÍVEIS NO BLOG. EU TIREI AS FOTOS, EU POSTEI O TEXTO. ESTAVA COM MUITA RAIVA E NÃO PERDI A OPORTUNIDADE DE ME VINGAR PELO O QUE...

O celular voltou a apitar. Outra mensagem.

... EU PENSAVA QUE VOCÊ TINHA FEITO COMIGO. MAS VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU ME ARREPENDO DISSO ATÉ HOJE. MINHA INTENÇÃO NA ÉPOCA ERA SUJAR A IMAGEM DE VOCÊS. ATÉ ME UNI A KIKYO MIKO PARA ISSO. QUERIA VER VOCÊS SEPARADOS. MAS HOJE, AMANDO...

Outra mensagem.

... OUTRA PESSOA, VEJO O QUANTO FUI IMBECIL. ESPERO QUE UM DIA POSSA ME PERDOAR. EU ME ARREPENDO DE VERDADE PELO QUE FIZ. GOSTO MUITO DE VOCÊ. GINTA.

Ayame se emocionou com aquela atitude dele. Tentou retornar mas ele não atendeu. Talvez estivesse muito envergonhado para falar com ela. Então, respondeu também em forma de mensagem:

NÃO HÁ NADA PARA PERDOAR. TAMBÉM GOSTO MUITO DE VOCÊ. COM CARINHO, AYAME.


A festa de casamento seguia.

- Yo de verdad creí que tu no ibas más a querer casarse conmigo después de lo que hubo... _ Inuyasha comentou, enquanto estavam dançando a valsa.

- Eu cogitei isso. _ ela admitiu, deixando-o travado _ Por dois segundos. _ ela sorriu _ Até me dar conta de que não poderia viver sem você.

Ele sorriu, beijando-a de leve.

- Yo aún me siento culpado... Por lo que hice a Kikyo. _ ela admitiu _ No agi de manera correcta con ella. No me mires así, Agome. Sabes que estoy cierto. _ ele disse, ao ver o olhar que ela lhe lançou.

Mas logo ela também baixou os olhos. Suspirou.

- Tenho que admitir que odiaria também se fizessem isso comigo. _ ela comentou _ Ela realmente te amava, Inuyasha. Ao vê-la sair daquele jeito, eu confesso que senti muita pena dela. Não deveria tê-la tratado daquele jeito. Estou me sentindo mal agora. Mas é que na hora eu fiquei tão irritada e tão insegura... Não sei o que deu em mim.

- Ahora no hay porque quedarnos piensando en eso. _ Inuyasha tentou ser sensato _ Kikyo salió mismo magoada. Eso es un facto. Ella tendrá que soperar eso. Ahora, tenemos que cuidar de nuestros assuntos.

- Nossos assuntos? _ Agome o olhou, confusa.

- Si. _ Inuyasha sorriu, malicioso _ Y lo principal es cuando haremos nuestro primero hijo.

Agome ficou vermelha. Ainda tinha umas coisinhas não contadas a Inuyasha.


(Agome): Lo v, llegar. Jamás vi un niño tan más cuero

(Ayame): Lo vi pasar ante mis ojos como un suenõ

(Sango): Pero lo perdi al instante. Entretanto despapaye.

Sólo puedo recordar... Su pelo liso y sensual

(Miroke): La vi llegar como una diosa entre la gente

(Kouga): La vi pasar y nos miramos fijamente

(Inuyasha): Pero el novio era um celoso y el armo tremendo oso

Solo me quedo el recuerdo, del perfume de su pelo

(Todos) Era liso y sensual todo su cabello (2x)

Como poder le olvidar si me llegó muy dentro

Como dejar de extrañar si se quedo en mis suenõs.

O público ia ao delírio. Os grupos tinham optado por seguir independentes, mas sempre estavam fazendo show juntos. Crash, como sempre estava no auge e Angelus estava a alguns passos de alcançar a sua fama. Tinham já milhares de fãs e discos vendidos. Mas no camarote, estavam duas moças juntos com seus fãs mais preciosos.

- Mamãe! Mamãe! _ Ukyo chamava.

Era uma menina de cabelos chocolate e olhos verdes. Era a segunda filha de Miroke e Sango. Tinha quatro anos. Ao seu lado, com seis, estava seu irmão mais velho, Taichi. Taichi também tinha os cabelos chocolate e os olhos safira do pai. As outras crianças também estavam ali.

Shampoo, com seis anos, estava cada vez mais linda. Seus cabelos iam até a cintura e ficavam presos em duas Maria-chiqinhas. Ao seu lado, estava Akane, uma menina de cinco anos, cabelos negros azulados e olhos terra. Era a filha mais velha de Agome e Inuyasha. No colo da babá estavam Riô e Ruki, os gêmeos de um ano de Ayame e Kouga e Nabiki, a filha recém nascida de Agome e Inuyasha, irmãzinha de Akane.

As crianças mais velhas sorriam com orgulho ao ver seus pais famosos no palco. Aquelas luzes, aqueles gritos. Tudo era encantador, principalmente para Shampoo, Ukyo e Akane que observavam tudo com imensa atenção. Era tudo hipnotizante.


- Ukyo! _ Sango chamava pela casa _ Taichi, você viu sua irmã? _ ela perguntou, ao menininho que brincava no quintal.

- Não, mamãe. _ ele respondeu _ A última vez, ela estava com a Shampoo e a Akane.

Sango continuou procurando pela filha. Estavam dando um almoço e sua casa tinha muita gente. Logo viu que Ayame e Agome também procuravam pelas meninas.

- Mas aonde se meteram? _ Ayame indagou, preocupada.

Foi quando elas ouviram, vindo do estúdio, o som dos instrumentos dos maridos.

Foram até lá e sorriram com o que viam. Enquanto os pais tocavam, as filhas cantarolavam algumas músicas infantis que elas sabiam.

- Muy talentosas, no? _ Miroke comentou, sorrindo orgulhoso.

Não era exagero.

As meninas tinham um tom de voz perfeito e harmonioso, que a muito ultrapassavam o nível da idade que tinham. E cantavam as letras com perfeição.

- É amigas... _ Sango comentou, sorrindo _ ...Acho que estamos testemunhando aqui a nova geração do Crash.

Todas riram, se juntando aos outros na cantoria.

FIM


Bom, amigos...

Aqui chego ao fim de mais uma fanfic. Espero que tenham realmente gostado tanto de lê-la quanto eu de escrevê-la, porque essa é uma história em que me dediquei realmente de corpo e alma.

Queria agradecer mais uma vez a participação de todos e esperar que continuem acompanhando os meus velhos e novos trabalhos.

Agradeço de coração a todos os comentários carinhosos e idéias que me inspiraram a escrever mais e mais.

Entonces, aquí me despido.

Un beso en el corazón de todos y hasta luego.

\^_^/

PS: Gostam de outros trabalhos da Sensei Rumiko? Então tenho uma novidade exclusiva para vocês.

Ainda está em fase de pré-produção, mas em um futuro próximo vocês terão o encontro explosivo da galera de Inuyasha e Ranma 1/2 em: "Os Intercambistas - Nova Geração" e "No Ritmo Do Amor".

Até lá! ~_^

PS2: As músicas do capítulo anterior são "COLGANDO EN TUS MANOS" (não me lembro quem canta agora, mas quem me indicou foi Ayama Gawaine. Muchas Gracias!) e "MINHA PRINCESA" da Banda Calypso. E a desse capítulo é "Liso, Sensual" da RBD.

PS3: Não esqueçam de comentar... BEIJOS!