Capítulo 1: DE NOVA YORQUE À TÓQUIO

É isso aí... Minha vida acabou! Tudo o que minha mãe diz é:

- Vai ficar tudo bem Kagome, sei que você está acostumada com seus amigos e sua escola aqui de Nova Yorque, mas você também poderá ter tudo isso em Tóquio... Acalme-se faça suas malas, partiremos amanhã!

É, vou me mudar para Tóquio, deixar meu namorado Houjo, minhas amigas, Eri e Asumi. Ah, sou Kagome Higurashi, tenho 16 anos e dentro de 4 dias vou passar a cursar o segundo ano em uma escola de Tóquio. Minha mãe é dona de uma grande grif de moda e meu pai é dono de uma rede de TV e, segundo a eles ficará mais fácil de administrar os negócios de Tóquio. Fala sério, aqui é Nova Yorque!

Tenho um irmão, Souta Higurashi de 15 anos, eu não viveria sem ele. O meu namorado Houjo é muito atencioso, carinhoso e, cá entre nós o maior gato! Cabelos castanhos, olhos negos e 1,80 de altura. Mas é meu melhor amigo. Sabe quando você sabe que em certas amizades tem que separar BEM de namoro? Eu sabia. Mas o Houjo é um fofinho e eu não podia magoar ele.

Souta quer ir para Tóquio, diferente de mim, ele acha que vai ser divertido! O que eu faço com um irmão desses? Ops... Meu celular está tocando! Opa é o Houjo, o que é que eu falo para ele?

- Kagome falando!

- Oi meu amor, é o Houjo!

- Houjo, oi! Precisamos conversar, quando podemos no encontrar?

- Vamos jantar hoje, te pego às 19h.

- Certo, até hoje à noite. Beijos!

- Até meu amor!

Bom, é isso aí vou ter que contar para o Houjo, mas, eu gosto tanto dele! Apesar de ele ser como um irmão para mim... Toc-toc!

Entra! – disse eu – Ah, é você Souta...

- Ei mana, não fique assim você até vai se livrar daquele idiota do Houjo!

- Souta! Não fala assim do Houjo! Nós três éramos grandes amigos... E

- E você teve a brilhante ideia de aceitar o pedido dele. Francamente, Kagome. – reclamou ele.

- Ele é um ótimo namorado, se você quer saber. Além do mais você odeia todos os meus namorados! Por acaso você acha que eu vou ficar solteira para sempre, hein?

- Claro que não, eu não ligo para essa história de irmão não poderem namorar e casar, e aí K-chan, aceita se casar comigo, o homem que sempre será fiel a você? - disse me zoando.

- Vai sonhando maninho... Legal! Agora posso dizer que recusei um pedido de casamento! Mas não se preocupa Souta, eu te amo, não viveria sem você! - disse ironicamente.

- Ah, pelo menos isso, eu também te amo maminha! - sarcástico ciumento. Esse é o meu irmão!

- Ta bom, eu sei...-disse a garota - agora saí daqui que eu tenho que me arrumar para sair com o Houjo!

Só vou permitir porque a gente vai embora amanhã, tá? – disse Souta saindo do quarto da irmã, que linda irmã que ele tinha, cabelos logos e negros, olho castanhos, cor de mel e corpo perfeito, curvas acentuadas peitos e bumbum fartos...

Kagome tomou um banho e seguiu para o closet, resolveu vestir uma das mais novas criações de sua mãe, uma calça leg e uma básica preta, uma xadrez escura, um cinto prata, uma bota vermelha com cano alto até os joelhos. Voltou ao banheiro passou uma maquiagem básica, estava pronta!

Já eram 19h, a campainha tocou, Kagome levantou-se e foi em direção à porta.

- Mãe, eu já vou!

- Vai sair com o Houjo?

- Sim! – disse Kagome saindo da casa.

Chegou a hora... Droga, ele está fazendo aquele sorriso de "eu nunca vou te abandonar" Tenho que ter coragem para contar a ele.

- Olá Houjo! – disse eu, quebrando o silêncio.

- Oi! – disse ele, me beijando.

Ah, ele beijava razoavelmente bem, fala sério Houjo, desse jeito como é que eu vou te dizer que é provável que eu nunca mais veja você!

- Vamos? – disse, abrindo a porta do carro para mim... Ah, como ele é gentil, bonito, carinhoso...

Kagome sempre ouvira falar de amor, das sensações, do nervosismo... Ela gostava de Houjo, mas com certeza não o amava, mas também não queria magoá-lo.

- Claro! – disse entrando no carro.

Chegando ao shopping se dirigiram à praça de alimentação.

- E então Kagome, você disse que precisava falar comigo, o que aconteceu? Seus olhos não escondem que há algo errado.

Droga, Houjo a conhecia melhor do que ela mesma, afinal ele sempre foram unidos desde os 5 anos, quando ele prometeu que sempre a protegeria...

- Vamos, fale amor, o que aconteceu? Seja o que for, você sabe, eu sempre a protegerei! – ele sempre a lembrava disso.

- Houjo, você sabe, meus pais são pessoas de negócios e, tem grandes responsabilidades... – começou.

- Sim, mas o que isso tem haver? – perguntou.

- Tem haver que segundo a eles, de Tóquio eles poderiam administrar melhor os negócios, então... – fez uma pausa.

Vai Kagome continua, dizia uma voz em sua mente. Certo era isso que tinha que fazer... Qual é K-chan é só falar!

- Então? – pressionou Houjo.

- Então, eu e minha família vamos nos mudar para Tóquio – disse Kagome por fim.

- O QUÊ? QUANDO? – gritou Houjo.

- Vamos nos mudar para Tóquio... – ela teria que abandoná-lo -... Amanhã. Desculpe Houjo. – falou

- Amanhã, e você só me contou hoje, Kagome? – Houjo estava pálido e com uma expressão de horror. Pobre Houjo...

- Não, quando liguei para você meus pais tinham acabado de contar a mim e ao meu irmão, temos que ir e dentro de 4 dias passarei a estudar em uma escola de Tóquio.

- E eu? K-chan eu te amo! – choramingou.

- Houjo eu gosto muito de você, mas eu tenho que ir, também não gosto da ideia, mas eu não tenho opção, eu não queria deixar Nova Yorque... – tentou consolá-lo

- Kagome, me diga você apenas gosta de mim não é mesmo? Você não me ama?

Kagome não respondeu, não queria fazê-lo sofrer ainda mais, ele não merecia isso.

- Diga! – ordenou.

- Houjo, é verdade, não amo você, mas te adoro, você sempre será meu melhor amigo e...

- Não me importa, eu te amo e sempre vou te amar Kagome, sempre estarei com você – ele tirou uma caixinha do bolso – isso, é para você nunca se esquecer de mim...– e Hojo sorriu, isso mesmo sorriu! – abra!

- Ah Houjo... – e abriu a caixinha, dentro, havia um colar com um pingente de coração – é lindo, e eu jamais me esqueceria de você.

Abra o coração Kagome – ela obedeceu, dentro havia duas fotos de um dado a de Kagome e do outro uma de Houjo. – Venha, acho melhor levá-la para casa.

Nesse momento Kagome já estava em lagrimas. Houjo a abraçou e começaram a andar em direção ao estacionamento.

- Acalme-se meu amor, não estou zangado com você, é só que para mim foi um choque – e deu-lhe um beijo na bochecha molhada pelas lágrimas.

Como ele conseguia se tão compreensivo? Kagome entrou no carro. O caminho até sua casa foi silencioso, eles não trocaram uma só palavra...

Houjo segurava e acariciava sua mão. Chegando em casa Kagome se despediu de Houjo, saiu andando em direção de seu quarto e começou a arrumar suas malas, afinal eram só 20h30min.

OoOoOoOoOoOoOoOoOoOo

No dia seguinte Kagome estava bastante tensa, já estava dentro do avião. E em sua cabeça as dúvidas... Como seria viver e Tóquio? Como seriam as pessoas? E a escola? Ela conseguiria fazer amigos?

Ei Kagome, relaxa! – disse Souta – Vai dar tudo certo você vai ver, vai ter muitos amigos e amigas em Tóquio. Mais amigAS, eu espero.

- Será Souta? Você está tão confiante... – disse Kagome com insegurança. Lembrou-se das palavras de Houjo "Seja feliz meu amor, e não se preocupe todos irão gostar de você, sentirei sua falta!".

- É claro! Só não vai arranjar um namorado...De jeito nenhum – disse Souta com firmeza.

POR QUE NÃO? – perguntou Kagome com os arregalados.

- Porque eu não vou deixar, oras! Consegui me livrar do Houjo, agora ninguém chega perto de você!

Ah, por isso – disse Kagome com tranqüilidade – Às vezes você é patético Souta!

Atenção senhores passageiros, já aterrissamos em Tóquio, favor peguem suas bagagens de mão e retirem-se do avião – disse a comandante de bordo com uma voz enjoada. Kagome obedeceu.

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Kagome! – chamou sua mãe – Venha até aqui! Você também Souta!

Kagome desceu as escada da mansão e foi ao encontro de seus pais assim como Souta.

- Quer falar conosco Okaa-chan? – falaram em uníssono.

Só quero pedir para vocês se arrumarem os nossos vizinhos, a família Taisho – informou a mãe – estejam aqui em meia hora. Vão!

Meia hora depois...

Kagome, minha filha você está linda! Vamos!

Chegando a mansão dos Taisho...

- Sejam bem vindos! Eu sou Myuga, a família Taisho os espera na sala de estar.

- Olá – disse um senhor, certamente o chefe da família Taisho – Meu nome é Inu Taisho e esta é minha esposa Ysumi Taisho, meus filhos logo estarão aqui...

- Olá – disse Ysumi – Vocês crianças gostariam de ir ao jardim? Creio que não querem ficar por aqui...Ah, este é meu filho Inyasha – disse ao ver o rapaz de cabelos negros e olhos violetas, aquele era o rapaz mais bonito que já vira na vida...

- Ah, mãe... Sou Inuyasha – apresentou-se o rapaz.

- Meu nome é Kagome Higurashi – Souta ficou emburrado.

- Sou Souta!

Inuyasha ficou imóvel, olhava para Kagome ela era sem dúvida nenhuma perfeita!

- Então vamos ao jardim?

- Claro...- responderam os dois sorrindo.

- Eu posso levá-los até lá mãe! – ofereceu-se Inuyasha – por aqui.

O que está acontecendo comigo? Se mexe Kagome. Souta o seguiu me segurando pela mão. O jardim era lindo, havia uma lago e muitas árvores

- Eu vou buscar refrigerantes – ofereceu-se Inuyasha.

- Eu vou com você, caso precise de ajuda – disse Souta

- Certo. Eu vou esperar aqui. - comentou K.

Kagome sentou-se em um banco. Um muro de 2m dividia os terrenos. De repente avistou um rapaz, também muito bonito em cima do muro olhando para o céu. Ele tinhas cabelos longos, num tom prateado e lindos olho dourados e uma expressão fria. Quem seria ele?fitou-o por longos minutos.

- Por quanto tempo vai ficar me observando? – perguntou, fazendo Kagome desviar os olhos.

- Sou Seshoumaru e você é?

- Kagome Higurashi.

- Olha quem resolveu dar as caras, Sesshoumaru! – disse Inuyasha em tom de zombaria.

- Poupe-me das suas criancices Inuyasha. – e saiu andando em direção à casa – Até mais Kagome.

- Até Sesshoumaru. – disse Kagome – Então Inuyasha, ele é seu irmão?

- Meio-irmão – corrigiu Inuyasha entregando um copo de refrigerante para Kagome

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Kagome acordou no meio da noite... Resolveu passear pelo jardim. Adivinha quem ela viu em cima do muro?

- Sesshoumaru?

- Andando pelo jardim no meio da noite Kagome?

- Estou sem sono, e você não dorme?

- Estou sem sono

- Você é um tanto misterioso sabia?

- Sabia que as pessoas têm medo de mim?

- Por que eu teria medo de você? Me dê um bom motivo. – desafiou

- Minha frieza, mas gosto de você Kagome... Não parece fútil como as outras.

- Você fala como se conhecesse as mulheres. Umpf, mas que bom que gosta de mim. Até mais Sesshoumaru, estou ficando com sono – bocejou – e vá dormir. Também gosto de você Sesshy.

- Sesshy?

- Sesshoumaru é grande demais e Sesshy e fofinho – disse Kagome entrando em casa – Boa noite Sesshy!

- Kagome – suspirou – Kagome...

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o

Kagome saiu para conhecer a cidade. No dia seguinte começariam as aulas. Viu Sesshy e Inu na frente do portão de costas para ela.

- Oi Sesshy! Olá Inu!

- Sesshy! – zombou Inu – Ah, bom dia K-chan – ela lançou um olhar mortal para Inu.

- Olá, Kagome. Sabe, você não deveria sair assim

- Por que?

- Porque desse jeito vai ofuscar a luz do sol.

- Ah, fala sério Sesshy!

- Tenho que admitir que ele está certo – disse Inuyasha abraçando Kagome pela cintura – Está precisando de um guia turístico ou uma boa companhia?

- Seria ótimo Inu – disse – te vejo depois Sesshy!

- Tá!

Nos últimos dois dias Kagome passava o dia inteiro com Inuyasha ou Sesshoumaru. Eles tinham virado grandes amigos.

- Ei K-chan, não vai nem agradecer? – perguntou Inu

- Por que eu te agradeceria?

- Porque eu te fiz um grande favor, ué! Te livrei do meu irmão.

Kagome ignorou-o. Quando saia com Inuyasha eles iam a lugaras agitado, já Sesshy a levava a lugares reservados e calmos. Embora diferentes, ambos eram uma ótima companhia.

- Ei Inu, Vamos juntos para a escola amanhã?

- Claro, meu amigo Miroku vai passar na minha casa, vamos todos juntos! Ei Kagome, aonde vamos hoje? – perguntou

- Não sei, quem conhece a cidade é você!

- Vamos ao museu Kagome – disse uma voz atrás dela, Sesshy!

- Claro Sesshy! – disse, pulando ao seu lado – Você vem Inuyasha?

- Não, vou ligar para o Miroku – disse – Nos vemos amanhã de manhã K.

- Ok! – disse – Vamos Sesshy!

Inuyasha viu Kagome sair, pegou o celular e discou o numero do Miroku. Ele atendeu no segundo toque:

- Oi Inuyasha! Ta sumido, hein? Não falo com você a 3 dias!

- Estava mostrando a cidade a uma amiga... Vamos juntos para escola amanhã, certo?

- Claro, como sempre! Mas amiga, né? Sei...

- Cala a boca, idiota. Teremos companhia! Amanhã conversamos então! Tchau!

Continua...

Hello Minna!

Bem vindos a minha primeira fic, agora reescrita.

Reviws, pleas?

Beijinhos :**