Normal: narração e fala

Itálico: pensamento

Capítulo 24.

O 7º ano foi o pior na opinião de Ray Ray, pois foi justamente nesse ano que Voldemort tomou Hogwarts e colocou comensais da morte para darem aula. Ray Ray tinha certeza de que não o haviam matado só porque sua mãe era Narcissa Malfoy.

Ele e Neville se encontravam secretamente na Sala Precisa, um dos poucos lugares que os Comensais não poderiam entrar, e colocavam pra fora tudo que sentiam. Mas depois que Luna foi sequestrada, e felizmente foi salva, os dois decidiram tomar uma atitude.

Neville: Temos que reabrir a AD! De acordo?

Ray Ray: De acordo!

Enquanto Ray Ray reunia todos os membros que conhecia, Neville conseguiu entrar em contato com Aberforth e, com a ajuda dele, Harry e seus amigos conseguiram entrar em Hogwarts. Quando os Comensais souberam que Harry estava em Hogwarts, deu-se início a maior batalha que Ray Ray já tinha visto.

O principal objetivo de Harry e seus amigos era encontrar as Horcruxes, enquanto os outros lutavam contra os comensais. Entre eles estava Ray Ray, que estava tão ocupado atacando que nem notou quando um comensal jogou um feitiço Sectusempra pelas costas do garoto.

Grito: RAYMOND, CUIDADO!

Foi tudo muito rápido: num segundo Ray Ray virou-se para ver quem havia gritado, e no outro Pansy Parkinson estava caída no chão, ferida gravemente e inconsciente.

Ray Ray: *em pânico* PARKINSON!

Movido pela raiva, Ray Ray atacou o comensal e o matou, mas continuava desesperado. Pansy não reagia, e se não fizesse alguma coisa logo, ela poderia morrer. Felizmente, Ray Ray lembrava-se de uma poção que poderia, no mínimo, fechar os cortes de Pansy antes que sangrasse mais, e tinha um frasco no bolso pra ser usado caso a situação ficasse feia.

Após dar a poção para Pansy, esta recobrou os sentidos e abriu os olhos.

Pansy: Ray... Ray...

Ray Ray: *sorriso terno* Obrigado... Pansy!

Pansy sorriu levemente ao ouvir Ray Ray chamá-la pelo primeiro nome, antes do próprio ajudá-la a ficar de pé e levá-la para a enfermaria, um dos poucos lugares em que era seguro. Foi lá que a garota confessou seus sentimentos, guardados por muitos anos.

Pansy: Eu... sei que não é a melhor hora pra isso, já que estamos no meio de uma guerra, mas... preciso falar: Ray Ray... eu te amo... de verdade!

Ray Ray: Pansy... eu também te amo! E desculpe se fui um idiota durante esse tempo todo!

Pansy: Também peço desculpas... por tudo que eu fiz!

Ray Ray: *segurando-a levemente pelo queixo* Eu já desculpei! Há muito tempo!

A guerra, felizmente, acabou bem para os mocinhos... e muitos foram comemorar. Mas a maior comemoração, com certeza, foi a de Ray Ray e Pansy, que estavam aos beijos na enfermaria.

No final, os opostos realmente se atraíram.

FIM!