N/A: Eu tinha originalmente publicado três capítulos desta fic, mas depois parei porque eu meio que esqueci para onde eu estava indo com ele.Estou feliz de anunciar que a história está terminada.Escrito.Concluído.O que significa que eu fui para trás e re-escrevi os três primeiros capítulos (agora publicados aqui) e depois ...vários capítulos até o fim.Eu estarei adicionando os novos capítulos a cada dois dias.Espero que gostem da história.

É inspirado emContos de Beedle: o Bardo, da JK. E eu gostaria de dar-lhe todo o crédito para os personagens, a história Fountain, e tudo o mais que ela inventou.Esse é o meu desclaimer*.Quando eu li o comentário de Dumbledore sobre aFonte da Sorte, eu sabia exatamente o que colocar na pantomima*.Eu acho que todo verdadeiro fã sabe disso, então eu não acredito que ninguém escreveu sobre isso ainda! E aqui vem a história...

*Pantomima: é um teatro gestual que faz o menor uso possível de palavras e o maior uso de gestos através da mímica.


O Último Recurso

- Parece que você está prestes a arrancar os cabelos, Evans. Tem algo que eu possa fazer para ajudar?

- Você pode ir embora. Preciso pensar, Potter.

- Tudo bem.

- Sério?

- Claro. Que eu faria qualquer coisa por você, querida.

Quando revirei os olhos para a sua piscadela, um pensamento horrível se abateu sobre mim. E se James Potter fosse minha única esperança de sair dessa bagunça?

Eu, Lily Evans, nunca deixo um projeto incompleto. Eu termino o que eu começo! É por isso que a situação em que atualmente me encontro é particularmente preocupante para mim.

Isso aconteceu três semanas antes da escola ter recesso para as férias de Natal, quando o professor Beery de Herbologia me pediu para ficar depois da aula. Por um momento, eu estava preocupada de ter falhado no nosso último teste (pouco provável), mas ele colocou meus pensamentos à vontade imediatamente.

- Senhorita Evans! Querida, você gostou de podar os tentáculos hoje?

Eu pensei que uma resposta indireta seria o mais adequado para esta situação.

- Er, bem, eu estou contente que eu consegui manter todos os meus dedos.

Ele deu uma risada ofegante e assentiu.

- Isso é um triunfo. Você é sempre esperta, Senhorita Evans! - Ele parou e me olhou pensativo. - Eu pedi para ficar depois porque eu estava esperando por sua ajuda com um pequeno projeto.

Naturalmente, a palavra "projeto" me levou à minha resposta.

- Com certeza. De que você precisa?

Ele enfiou a mão no bolso do casaco e tirou um livro de capa de couro pequena, com as bordas descascando. A caligrafia roxa desgastada da capa era cercada por um caprichoso desenho de um cepo, um coração peludo, e um vaso com um pé saliente.

- Os Contos de Beedle, o Bardo? - Eu perguntei.

- Então você conhece? Eu não tinha certeza, você é uma nascida-trouxa... Mas parece ser muito inteligente com os livros. - Professor Beery parecia satisfeito. - Eu tive uma ótima idéia... É uma noção verdadeiramente grande, e eu tenho certeza que você vai concordar. Você já ouviu falar dos jogadores Portsmouth?

Quando eu balancei a cabeça, ele continuou.

- Eles eram um grupo de atores viajantes que demonstravam os desempenhos mais gloriosos. Eu fui um membro por treze anos antes de me tornar um professor... Joguei com Júlio César!

Eu deveria estar claramente impressionada com isso, então falei:

- Oooh! - E acenei para ele continuar.

- Eu estava pensando... Por que não unir as minhas duas paixões? Ensinar e atuar! Poderíamos colocar uma pantomima natalina de uma das histórias de Beedle!

Eu considerei isso por um momento. Quanto mais eu pensava, mais a idéia me atraia.

- Isso soa... Divertido. Poderíamos fazer audições em poucos dias e eu poderia transcrever a história em roteiro antes disso, eu tenho certeza. Nós poderíamos apresentar no Salão Principal um dia antes do recesso para as férias de Natal! Alice poderia escrever as canções e você pode dirigir...

- Tenho alunos para ensinar, senhorita Evans. Eu estava esperando que você estivesse disposta a dirigir. Sei que é uma grande responsabilidade, mas quem melhor para lidar com isso do que um dos nossos melhores alunos?

Dirigir? Uau, que honra!

- Com certeza eu. – Concordei - Ah, isso vai ser divertido! Vou mantê-lo informado sobre tudo!

- Eu não espero nada menos que o melhor de você. Boa sorte, querida!

Eu apertei a cópia gasta das histórias de Beedle contra o peito enquanto me limitava a sair da sala. Eu tinha que começar de imediato, se eu quisesse terminar isso antes do Natal!

Quando cheguei na sala comunal, Alice estava franzindo a testa para o livro enquanto mastigava a sua pena.

- Isso é um hábito sujo – Disse-lhe.

Ela me mostrou a língua.

- Onde você estava? Eu pensei que eu ia ter que resgatá-la da detenção ou algo assim.

- Certo, eu em detenção. Nunca vai acontecer.

Nós duas rimos, e ela empurrou seu texto de lado.

- Então, por que você está tão entusiasmada? Outro presente do Potter? - Ela disse maliciosamente olhando o livro em minha mão.

Revirei os olhos (o que eu faço com freqüência quando o Potter está por perto).

- Eu o amaldiçoei tanto da última vez que eu não espero nada tão cedo.

Expliquei tudo sobre o pedido do professor Beery, e por fim, ela parecia quase tão animada quanto eu. Seu lado artístico apareceu que era exatamente com o que eu estava contando.

- Vamos fazer cartazes para anunciar as audições! Então você pode trabalhar no script, e eu vou trabalhar nas músicas!

- Perfeito. - Convoquei alguns papéis coloridos de um armário de abastecimento no canto, e Alice fez o mesmo para seus lápis de arte subirem as escadas em direção ao nosso dormitório. Após cerca de 20 minutos, estavam prontos os cartazes para a Sala Comunal e o Salão Principal.

Anunciamos

O primeiríssimo pantomima especial de Natal!

Que será realizado 19 de dezembroàs 6:30 da tarde no Salão Principal

Audições abertas!

Testes na sala de aula 314B esta quinta-feira a partir 03:00 - 05:30 da tarde!

- O brilho foi um ótimo toque, Alice - Eu disse, admirando as ondulações coloridas.

- Obrigada! Agora, é só esperar até quinta-feira.

Naquela noite, eu mal conseguia dormir. Tudo o que eu conseguia pensar nos próximos dois dias foram linhas de script e cenários de iluminação.

Alice também, se sentou no final de sua cama e cantarolou pequenas melodias, escrevendo linhas inspiradas para os números musicais. Quando chegou a quinta-feira, ambas corremos para verificar a folha de inscrição da audição.

- É claro - Disse Alice – Que eu quero interpretar Altheda. Garota poderosa!

Eu ri.

- Eu acho que vou estar muito ocupada dirigindo pra desempenhar um papel, que é provavelmente o melhor. Tenho certeza que há uma tonelada de pessoas que querem papéis, no entanto. Só espero que aquela boneca velha da Melina Marchbanks não tenha se inscrito. Eu não posso suportá-la.

Alice me deu um olhar astuto. - Porque ela é a namorada de Sirius?

Revirei os olhos.

- Eu, ao contrário de qualquer outra garota louca da escola, não gosto de Sirius Black. Ele é apenas um monstro com cabelo bonito.

Tínhamos chegado ao quadro de avisos. Olhei-o ansiosamente.

Meu estômago caiu em meus sapatos. Ninguém tinha assinado.

- Ah, não, Lils! - Alice me deu um meio abraço. - O que vamos fazer agora?

Eu balancei a cabeça.

- Eu não sei. Eu não posso decepcionar o professor Beery. Ele estava contando comigo!

- Talvez as pessoas esqueceram de se inscrever, mas eles vão vir para audições de qualquer maneira - Ela tentou. - Vale à pena tentar.

- Assim espero.

Mas não vieram. Sentei-me na sala de aula 314B com um caderno e uma cópia do roteiro por meia hora depois da hora programada de audição e não vi nem uma alma.

Às 6:00 da tarde, inclinei-me para a frente e bati com a cabeça na mesa.

- Estúpida, estúpida, estúpida... - Eu murmurei, com as mãos no meu emaranhado cabelo ruivo.

- Parece que você está prestes a arrancar os cabelos, Evans. Tem algo que eu possa fazer para ajudar? - A voz me fez pular, embora eu tivesse percebido seu tom divertido muito bem.

Eu lentamente levantei a cabeça e vi James Potter encostado na mesa. A gravata estava pendurada frouxamente ao redor de seu pescoço e a capa de seu uniforme estava jogada sobre o braço. Parecia que ele tinha desalinhado seu uniforme de propósito para combinar com seu cabelo despenteado preto, que estava caindo um pouco em seu rosto. Agora eu não queria lidar com a sua desordem.

- Você pode ir embora, Potter. Tenho que pensar.

- Tudo bem.

Eu fui pega de surpresa. Ele ainda não tinha me chamado para um encontro.

- Sério?

- Claro. Que eu faria qualquer coisa por você, querida.

Ele sempre tinha uma cantada. Revirei os olhos, mas um pensamento desagradável começou a rastejar em minha mente. Aqui estava o Sr. Popular em pessoa, que alegou ser a meu serviço. E para ser honesta, eu realmente precisava de ajuda. Eu precisava de pessoas para um teste para a minha peça, e eu precisava deles rápido, se eu quisesse ter essa coisa pronta até o Natal.

- Qualquer... coisa? - Eu perguntei hesitante. Não faça isso.Não faça isso.Não faça isso!

- Qualquer coisa, menos ficar longe de você. - Ele sorriu.

Eu ignorei totalmente a última observação. Ele era do tipo teatral, ótimo.

- Potter, eu deveria estar preparando uma pantomima natalina. Preciso de ajuda.

Ele fez uma careta.

- Pantomima? Eu? Eu não posso hoje à noite, amor, eu tenho treino de quadribol em uma hora, sabe...

Cruzei os braços e olhei pra longe.

- Nossa, "qualquer coisa", hein.

Ele suspirou.

- Bem, sem ofensas, Evans, mas uma pantomima soa um pouco idiota. Você quer uma mansão no sul da França? Eu vou te dar. Magic Carpet Ride? Feito. Diamantes e flores e chocolate todos os dias para o resto da sua vida? Não tem problema. Mas Evans, eu não posso manchar minha reputação em uma pantomima. Er, aliás, que peça você está fazendo?

- Um script que fiz para a Fonte da Sorte, a partir de histórias de Beedle, o Bardo.

- Droga. Eu adoro essa história.

- Sério?

- Sim. - Ele pensou sobre isso sobre muito tempo. Eu estava fazendo beicinho enquanto rabiscava no meu script. Meu trabalho já estava coberto de máscaras de teatro deprimido antes dele falar novamente.

- Tudo bem, Evans, eu vou fazer. Basta saber, porém, que você me deve. Muito.

- Espere. Você vai? - Sinceramente, não esperava isso dele. Eu sabia que ele era imprevisível, mas mesmo assim eu não tinha visto isso chegando.

- Eu vou fazer isso. Reprograme as audições para este mesmo tempo amanhã e você vai ter uma casa cheia. - Ele passou a mão inquieta por seu cabelo. – Ah, uma pantomima! Os caras vão me matar!


N/T: Ooi, galera! ;) E aí? Bem, antes de comentar a história eu tenho alguns poucos (muitos) esclarecimentos e créditos a dar.

Primeiro: A história não me pertence, infelizmente. :'( Ela é da nossa queridíssima LibraryLoser! Eu apenas sou a tradutora.

Segundo: Assim como o nome original dos personagens, eu vou manter as notas da autora.

Terceiro: Os personagens, e o conto de Beedle: O Bardo, não nos pertencem. E sim a nossa riquíssima e amadíssima J. K. Rowling!

Quarto: O James tem muito charme, vamos concordar... O que vocês acham que vai acontecer no próximo capítulo? :D

Quinto: Estou com preguiça de postar a história... Acho que eu só vou postar uma vez por mês... *Se esconde* Hahahahahah' caalma, gente, é brincadeira! Não taquem pedra ainda! Hahahah' eu vou postar aqui toda sexta, pra que vocês possam curtir o James, a Lily, a Alice e os Marotos no fim de semana!

Sexto: Eu devia parar no quinto, mas como é lançamento de tradução de fic eu posso falar o quanto eu quiser. u.u Hahahah' Enfim, eu sei que vocês vão a-m-a-r a história, é bem legal. E como toda pessoa que ama faz elogios, vocês devem deixar reviews. Comentários. Críticas. Só escrevam, ok?! Haushaush' amo vocês! Bom começo de semana. ;***

- Lady Mary Potter

N/A: Lá vamos nós, tudo editado e novinho! :)

PS: Para os meus revisores regulares que se perguntaram onde diabos eu fui ano passado ...a resposta é ...Eu me formei na faculdade!Treinei um cavalo!E ...fiquei noivos e estou planejando meu casamento!Sim.Eu sou uma garota ocupada. É por isso que eu decidi esperar até que a história estivesse toda escrita.Me parabenize em um comentário, por favor.