N/A: Olá!Sim, eu sei que essa é uma história totalmente diferente, e eu realmente não tenho negócios a partir deste momento, além das duas inacabadas que ainda estão em processo de construção, mas isso é tudo irrelevante. Essa história da Lily só vai ter de sete a oito capítulos. Espero que gostem!

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N/T: Ooi, gente! Só passei pra desejar uma divertida... hum... quarta-feira? Hahaha', ok, a gente conversa lá em baixo! Boa leitura! ;)

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"A Aposta"


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- Pelas barbas de Merlin! - Maria MacDonald exclamou na calma Sala Comunal da Grifinória. Ao lado dela, suas melhores amigas Lily Evans e Marlene McKinnon se assustaram com a súbita explosão.

- O que? - Sibilou Lily, um pouco irritada ao ser despertada de sua leitura de Explorações Avançadas De Poções.

- Desculpe - Maria disse, ficando ligeiramente rosa quando aqueles que estavam sentados nas mesas ao lado delas olharam para ela e então voltaram aos seus trabalhos. Devido ao fato de que a biblioteca estava atualmente fechada para recesso, os alunos foram freneticamente à procura de locais para estudar.

- É só que... eu pensei que estava escrevendo todos os usos da poção de fogo negro, mas na verdade eu estava olhando para a lista de usos da poção do fogo renovável. - Ela lamuriou. - Eu tenho que procurar o Slughorn. Ele tem o livro certo na sua sala de aula, eu acho.

Com isso, ela pegou sua bolsa e saiu correndo pelo buraco do retrato.

- Ele está fazendo aquilo de novo. - Marlene sussurrou para Lily, empurrando seu cabelo louro e comprido para trás da orelha.

Lily tirou seus olhos verdes da folha e encarou a melhor amiga.

- O que?

- Olhando pra você! - Ela sibilou, inclinando a cabeça discretamente para as estantes esparsas no canto da Sala Comunal.

Lily virou-se lentamente na direção que Marlene estava olhando.

Com certeza, ela encontrou um par de olhos castanhos olhando para ela.

Os olhos cor de avelã pertenciam a um garoto chamado James Potter, o tormento da vida de Lily (e mais recentemente, monitor-chefe, e, muito para seu desgosto, amigo).

Ele sorriu para ela, enquanto, ao seu lado, o seu melhor amigo Sirius Black estava tentando contar uma história aparentemente emocionante. Seus outros amigos, Remus Lupin e Peter Pettigrew encostaram-se às estantes atrás deles, meio escutando, meio procurando livros.

Antes do sétimo ano, ela pôde muitas vezes pegar o menino olhando para ela. No entanto, quando eles criaram uma espécie de relação simbiótica no início deste ano, devido ao fato de que eles foram escolhidos como monitor e monitora chefes, ele havia passado a ter conversas civis com ela. Esse ano foi bastante diferente do seu comportamento do ano anterior, quando ele insultava-a enviando-lhe presentes publicamente, fazendo brincadeiras sobre ela e olhando para ela constantemente.

É por isso que a surpreendeu muito vê-lo usar um antigo "hábito do James".

Ela levantou a sobrancelha para ele, o que o levou a latir uma risada e andar através da sala até onde ela estava sentada.

- Oi, Evans. - Ele disse, em voz baixa, tomando o lugar que era anteriormente ocupado por Maria.

- Você deveria tratar esse seu problema de ficar encarando. - Lily disse. Ela se inclinou para ele, e sussurrou: - Está começando a assustar as pessoas.

Marlene gargalhou alto do seu lado.

Ele se endireitou.

- Não sabia que você se importava tanto.

Ele revidou. Tinha sido sempre assim entre os dois, uma batalha de inteligência.

Eles começaram uma disputa de encarar, silenciosamente desafiando um ao outro a quebrar o contato visual primeiro.

Marlene tossiu.

- Bem, eu vou ali. - Ela disse, fazendo barulho com a cadeira ao sair da mesa.

Lily perdeu ao desviar o olhar.

- Vamos lá, Potter. Você sabe que eu não poderia me importar menos com você.

Ele sorriu.

- Puff! Por favor, Evans, você não pode negar que somos amigos.

Ela revirou os olhos, mas não disse nada.

- E você sabe o que eu acho? - Perguntou ele.

Ela não disse nada.

- Eu acho que se você realmente me desse uma chance, você ficaria loucamente apaixonada por mim.

Ela explodiu em gargalhadas, jogando a cabeça para trás contra o encosto da cadeira e rindo tão alto que recebeu olhares mortíferos de todos que estavam ali.

- Ria se quiser. - Ele disse, tirando os óculos e polindo-os em sua camisa. Ele sorriu calmamente e colocou-os de volta. - Mas é verdade.

Ainda titubeando um pouco, ela descansou a cabeça na mão.

- Uau, Potter. Você tem um ego maior do que eu imaginava.

- Você acha que seria capaz de resistir a mim, Evans? - Ele rebateu.

- De alguma forma eu tenho achado meios. - Ela disse secamente.

- Olha, eu acho que você não consegue. - Seu rosto de repente esticou-se em um sorriso. – Quer apostar?

- Oh Potter, você não quer fazer isso. - Ela disse, fazendo um sinal de descaso com a mão, sem se comprometer.

- Por quê? Porque você pode realmente se apaixonar?

Ela suspirou dramaticamente.

- Não é de fato uma aposta justa. Seria como tirar doce de uma criança.

Ele apenas sorriu despreocupado.

- Eu acho que você está com medo.

O sorriso dela murchou subitamente.

- Por que eu estaria com medo?

- Você está com medo de que possa gostar de mim de verdade. - Ele disse calmamente.

Ela estreitou os olhos para ele.

- Tudo bem, Potter, se você está tão empenhado em perder dinheiro, vamos fazer isso.

Ele levantou as sobrancelhas.

- Pare com isso. – Ela disse bufando irritada. - Então, quais são as condições?

Ele pensou por um momento.

- Cinco dias. - Ele disse finalmente. - Você me dá cinco dias, e eu posso fazer o que eu quiser com você.

Ela revirou os olhos.

- Potter, eu não vou concordar com isso. Não sou estúpida.

- Por que não, Evans? - Ele perguntou inocentemente.

- Porque isso vai lhe dar o direito de me apalpar a qualquer hora.

Ele exalou.

- Tudo bem. Eu não vou fazer as coisas físicas, a menos que você me dê permissão. Ok?

Sim, como se eu fosse dar permissão ao Potter pra ele me apalpar. Até parece. Ela pensou.

- E o que você vai ter se você ganhar? - Ela perguntou incerta.

Ele sustentava um pequeno sorriso.

- Você.

Algo revirou no estômago de Lily, mas ela ignorou.

- E se eu ganhar?

Ele olhou para ela sério.

- Eu vou parar de incomodar você. Só vamos nos falar nos deveres da monitoria.

Por alguma estranha razão, o pensamento da ausência de Potter incessantemente incomodando-a deixou Lily um pouco desconfortável.

Mas ela respondeu: - Oh Merlin, isso vai ser tão fácil.

- Vai começar na próxima sexta-feira, então. – Ele disse.

- Você vai ficar no Natal? - Ela perguntou, incrédula.

Seus lábios se curvaram para baixo.

- É. Meus pais estão fora em uma missão de Aurores. Então eu tenho que ficar aqui. Você vai ficar também, certo?

- Sim, infelizmente. - Ela disse secamente.

Ele sorriu de novo.

- Então, Evans, nós temos um acordo? - Ele perguntou, inclinando-se para trás na cadeira, sentando-se com os braços cruzados sobre o peito e os olhos desafiando-a.

Ela sabia que deveria ter pensado racionalmente sobre isso. Mas a vontade de provar que ele estava errado a fez aceitar desesperadamente.

Ele estendeu a mão ao que ela apertou de volta.

- Feito.

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N/T: Ooi, James e Lily lovers! Já sabem do destino quase trágico do projeto, né? Enfim, Cinco Dias continua!

E, concordando totalmente com a nossa autora acciomote7:

N/A: Comentem, por favor!

Hahahahaha'

- Lady Mary Potter ;)